Tag aforismo
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Assim como nem todo o poema contém poesia, nem toda a arte contém bela-arte.
Mulher é,
ao coração da letra,
berço da fé.
Só quem se julga pequeno necessita elevar a si.
Inteligência sem humildade é o nada cheio de si.
Ecos: reticências em vibração.
Escrever é uma espécie de ditadura da libertação.
O vaidoso é pequeno, o pequeno é grandioso. Ambos não sabem disso.
Assim como nem todo o mau é de todo lobo, nem todo o bom é de todo bobo.
Andorinha: andor de brisa.
DESENCARNE:
Ave livrada
da gaiola de osso
e carne.
O poeta é o primo pobre dos literatos, mas é o que mais doa riqueza.
O mal é uma prosopopeia de mil pernas.
Liberdade não é amar de cama em cama.
A verdadeira liberdade é amar com legitimidade.
Poeta é um ser normal. A diferença é que atendemos ao clamor da lua.
Árvore: rumor de terra e céu.
Para não ser "bonzinho" é imprescindível "ser um monstro".
Provérbios - Tomo I
§
A fonte da manhã renova-se.
O vento sopra e as águas fluem.
Há um rio interior.
§
A vida hoje te diz
aquilo que mais precisas ouvir.
Um apelo ao ser
as riquezas ocultas e escondidas
Desperta-te, nessa manhã.
O viajante, pela manhã, diante do cultivar & guardar, reforçou um aforismo:
"A sabedoria, muitas vezes, não é o ganhar na vida e sim, saber vivê-la".
Para todos os desaforos que a vida possa te dar há um aforismo aí fora para te ajudar.
Carrego nos passos o vendaval que arranca raízes
Não sei se é de conhecimento de todos,
mas cavalos-marinhos por um mero erro semântico ao morrerem tem acesso a dois paraísos distintos, o paraíso dos habitantes do fundo do mar e o paraíso dos equinos.
Por esse aceite linguísticos eles conseguem reencarnar como Pégasos mas não curtem os paradoxos envolvendo as Mulas sem cabeça.
Marceneiros em noite de lua cheia não comem lagosta acompanhados de estudantes de zootecnia.
O futuro tem um novo design.
após colher todos os cacos,
Conte-os;
e descubra quantos fragmentos se criou!
chore todo o choro que necessitas chorar.
Só há um caminho para este dilúvio.
Derrame todo o pranto até secar, ou afoga-te na mágoa deste pranto ao qual se nega não sentir!