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Crianças detêm de uma ferramenta muito poderosa que pode ser o motivo da glória ou do fracasso dos adultos: a memória.
Crianças não esquecem!
Na interação entre os mais jovens e os mais velhos, reside a essência da sabedoria e da renovação, onde o passado encontra o futuro e o presente se revela como a ponte entre as gerações.
O problema da nossa geração é que muitos querem ser cobrados como crianças e honrados como adultos.
Algumas crianças vão mais além do que as outras imaginam com suas inspirações; mas, alguns adultos vão muito mais além do Evangelho de Cristo, imaginando que o Sol da Justiça vai se abrir para as suas aspirações teológicas.
As crianças fazem quase tudo o que os adultos mandarem e se os adultos fizerem o que Deus mandar, todos terão as Suas recompensas na terra e nos Céus.
Adultos frustrados foram crianças traumatizadas pelas tradições arcaicas e disciplinas obsoletas dos seus pais e que, tendo agora a oportunidade de serem transformados pela evolução de uma educação primada, relaxam suas mentes e seus comportamentos, aceitando a próxima geração de filhos se tornar decadente em uma sociedade, quando podem ainda ser prestativos, generosos, educados e responsáveis.
Feliz Dia das Crianças e que Nossa Senhora Aparecida tenha compaixão dos adultos infantis que por vida ainda não cresceram.
Uma das pontes mais difíceis de cruzar é aquela que separam crianças inconseqüentes de adultos responsáveis.
"Crianças sabem o que adultos já esqueceram. Que não importa qual a cor do balão, é o que está dentro que o faz voar."
Acredite na pureza das crianças, observe a ingenuidade nos atos dos adolescentes e sempre questione os adultos.
Há uma triste realidade onde antes do tempo algumas crianças viram adultos e depois de um tempo alguns adultos viram crianças.
Se cada criança que iniciou uma brincadeira no âmbito das artes fosse incentivada verdadeiramente e num clima leve, descontraído e motivador, teríamos muito mais artistas e consequentemente mais adultos em melhor equilíbrio emocional.
Há um montão de adultos confusos no significado de seu fazer, confundindo aqueles que ainda estão a aprender fazeres, criando uma sociedade cada vez mais doente nas relações gerais e interpessoais. Nós adultos ainda temos muito o que aprender para saber como realmente devemos ser, para assim sermos os mestres e não os aprendizes.
