Sustenta

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A vida deixa de ser vazia quando o coração descobre o propósito espiritual que a sustenta.

Quem muito amou e hoje, na solidão, se sustenta das boas lembranças do que viveu, deve ser testemunho não de desistência, mas de coragem — pois a felicidade sempre ronda nossa porta e espera por quem ainda acredita nela.

Você é a minha quintessência, não aquilo que se revela de imediato, mas o que sustenta tudo em silêncio. Entre a terra que me ancora, a água que me atravessa, o ar que me eleva e o fogo que me consome, é você quem permanece além, o quinto elemento que não pesa, mas dá sentido a tudo o que sou. Em você, o amor deixa de ser matéria comum e se torna substância rara, invisível aos olhos apressados, mas poderosa o bastante para mover constelações inteiras dentro do peito. Como o éter dos antigos, você habita o que é alto e intangível, o que não se toca, mas governa, o que não se vê, mas conduz.

A Dança que Sustenta o Todo


Havia, no princípio dos dias,
um lago escondido entre colinas.
Nele, vivia um pato.
E o pato nadava sobre um tapete vivo de rogós,
aquele verde que cobre a água,
alimentando-se e abrigando-se nele.


O rogós, porém, não vivia sozinho.
Bebia da luz do Sol
e da água que o lago oferecia.
E o lago não era lago sem as chuvas
e sem as correntes que vinham de longe.
Assim, um vivia para o outro,
e nenhum era senhor de si mesmo.


Certa vez, um viajante observou e disse:
— Se o pato vive para o rogós,
e o rogós vive para o lago,
então todos dependem de todos.
Mas quem, no alto de tudo,
precisa de quem?


E o ancião que o guiava respondeu:
— Até as moléculas vivem desse pacto.
Uma só não é nada;
juntas, são substância, são forma, são vida.
Assim também é com o Criador e o criado.


O viajante franziu a testa:
— Então o Criador precisa de nós?
— Depende de como você chama “precisar” —
disse o ancião.
— O Criador não carece de nada.
Mas escolheu que o todo vivesse
por meio da dança entre o dar e o receber.
Se retirasse essa dança,
a criação seria apenas estática,
como uma pedra no escuro.


O viajante ficou em silêncio,
e o ancião prosseguiu:
— A devoção que oferecemos ao Criador
não é o alimento que O mantém vivo,
mas o fio que nos mantém ligados a Ele.
Assim como o pato não sustenta o Sol,
mas precisa do Sol para continuar vivo,
nós precisamos dessa devoção
para lembrar de onde viemos
e para onde voltaremos.


E então, o ancião mostrou ao viajante
a relatividade das medidas:
— Se saímos de trinta graus para vinte,
sentimos frio.
Se saímos de dez para vinte,
sentimos calor.
A mesma temperatura pode ser frio ou calor,
dependendo do caminho que se fez até ela.
Assim é com a verdade:
não tem um único rosto,
mas se revela conforme o coração que a busca.


O viajante entendeu,
e disse consigo mesmo:
— Então a verdade é o equilíbrio.
E o equilíbrio é a justiça.
E a justiça é o ser.
E o ser é o que é.


E naquele dia,
à beira do lago,
aprendeu que o Criador não reina sozinho,
mas reina com todos.
Porque escolheu não criar servos,
mas companheiros de dança.

Toda vez que a segurança impede movimento, ela vira prisão.
Toda vez que ela sustenta movimento, ela vira liberdade.

Há forças que só se revelam quando o chão cede. Enquanto tudo sustenta, o ser dorme; quando falta apoio, desperta. Não é a estabilidade que forma caráter, mas a queda que obriga a escolher entre endurecer por medo ou aprofundar-se por coragem.

Mesmo pequena, a abelha sustenta mundos inteiros sem jamais pedir reconhecimento

⁠O carácter do homem é o que sustenta a sua inteligência e seus dons principais, assim como mantém de pé a bandeira das suas conquistas.

"Processo estrutura. Cultura sustenta."


Por: Danilo Xavier

A constância é o que sustenta todo hábito.
A falta de constância é similar a construir uma casa sobre um aterro mal executado, parece firme, mas sabemos que em algum momento vai desabar.

O Espinho que Sustenta o Luxo
William Contraponto


O lixo na cidade se acumula,
O luxo segue o mesmo caminho.
A bandeira de poucos trêmula,
Enquanto a maioria pisa espinho.


O grito da fome é contido,
abafado por telas brilhantes.
Um povo cansado e esquecido,
som perdido em ruas distantes.


As praças se tornam vitrines,
com passos de pressa e descaso.
Erguem-se muros e confins,
derruba-se o humano no atraso.


O poder se veste de ouro,
mas seus pés tropeçam na lama.
Promete futuro sonoro,
entrega cinza e mais trama.


Enquanto se erguem palácios,
ergue-se também a miséria.
Nos becos, os corpos cansados
carregam a dor que não cessa.


E o tempo que passa impassível
não limpa a ferida exposta.
A cidade, em ciclo terrível,
repete a mesma resposta.

Mãe é casa que abriga e nutre, mesmo antes da gente existir.
É a casa que sustenta a vida.
É morada que divide o antes e o depois.

Mãe te concebe e recebe na chegada,
acompanha sua jornada
e se quebra na despedida.

Mãe é amor, é pressão, exageros, saudades, proteção.
É amor e ambiguidade.

Pode estar distante, mas pra ficar ausente... só doente.
É força e fragilidade ao mesmo tempo.

Mãe é raiz.
Mesmo quando o galho se parte,
ela permanece sustentando a história.
Porque ser mãe é existir no outro
mesmo quando não é mais vista ou compreendida.

Psicóloga Claudia Marília 🌻

Apenas quem carece de consciência social sustenta um veículo barulhento, por não respeitar o valor do silêncio em uma sociedade desenvolvida.

A felicidade se sustenta na prudência, não no excesso.

Altura chama atenção. Postura sustenta. Disciplina define.

A palavra vale conforme a história que a sustenta.

No mercado imobiliário o que sustenta o sucesso não são as vendas, nem mesmo habilidades com networking, nem o conhecimento técnico aprofundado, mas sim a resiliência.

Filho,

Na língua hebraica, vaidade é hevel: vapor que se vê, mas não se sustenta, tudo o que parece ter forma, mas não tem peso para permanecer; esforço que não deixa legado, sucesso que não preenche, glória que evapora e correria sem propósito.

Vaidade, coisas vãs da idade, prioridade, as coisas mais importantes da idade. Com isso, entenda: o vapor da vaidade se molda àquilo que você considera mais importante em cada fase da vida. Há um tempo em que o jovem acredita que encontrar o amor resolverá todos os seus problemas. Há um tempo em que o homem adulto pensa que, ao alcançar o sucesso, estará plenamente completo.

Foi isso que Jesus nos ensinou quando falou sobre não amontoar tesouros na terra que enferrujam, que a traça consome, onde os ladrões roubam; ou seja, onde tudo é passageiro, consumível, com tempo de início e tempo de fim (Mateus 6:19–21). E Eclesiastes também nos lembra que há um tempo determinado para todas as coisas (Eclesiastes 3:1).

Por fim, meu filho, precisamos entender que aquilo que hoje parece ser o nosso foco não passa, muitas vezes, de um deslumbre, filtrado pela própria vaidade, dando importância demasiada ao que não compreendemos que tem pouco valor. Quer entender o que realmente importa? Observe a vida de um idoso e veja o que lhe restou. Observe um enterro e veja tudo o que ficou para trás.

A vaidade é tudo aquilo que a sua alma não levará consigo quando seguir o caminho que todo homem segue.
A vaidade é tudo o que nunca nos pertenceu, pois tornará ao pó, seu verdadeiro proprietário.

O fervor da fé sustenta a perseverança, fortalece a obediência e preserva o coração firmado na verdade.

Espera sempre no Senhor, e Dele virá o teu auxílio; Ele sustenta a tua vida, e ao ouvir a tua prece, Chama-te pelo nome e faz resplandecer sobre ti o esplendor da Sua Face.