Sussurrar do Vento
Fim de um Ciclo
As sombras alongam-se sobre o tempo,
O vento sussurra o que já foi esquecido.
As muralhas ruem sem resistência,
Pois tudo que nasce já foi prometido.
As águas apagam pegadas na areia,
O fogo consome o que era raiz.
O que um dia ergueu-se em glória,
Agora descansa onde nada mais diz.
O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Da cinza renasce o grito dos ventos,
Um novo destino começa a crescer.
Os reis de ontem são pó sobre o trono,
As vozes antigas se perdem no ar.
Mas dentro do caos há nova semente,
Pronta a romper e recomeçar.
A noite devora o dia sem medo,
Mas a aurora renasce no céu.
Toda ruína é um templo em segredo,
Esperando o toque de um novo anel.
O fim de um ciclo é apenas o eco
De algo que um dia precisa morrer.
Mas tudo que cai, renasce em segredo,
E a roda do tempo não vai se deter.
Gosto de ouvir o silêncio da noite,que só é quebrado por um vento calmo nas folhas sussurrando seu nome que parece me dizer''nunca me esqueça''...
Ela é um anjo em forma do céu, amar suas curvas, são ventos que me afagam, em sussurros submersos no espaço, no plano geo-estacionário, clamo, para ao meu resgate você vir, sem manto, sem água, você vir acolher-me numa sombrinha com as minhas feridas de graus diferentes na profundeza da alma, vem sem magoas, sem alardes, sem recordações, vamos construir os novos momentos que fazem nós dois.
O amor comum dança em sombras, Sussurra promessas ao sabor do vento. Busca em troca o reflexo de si, Na frágil taça do desejo, se contenta.
Mas o amor divino, eterno em essência, É chama que não se apaga nem vacila. Transborda em dádiva, sem pedir retorno, Imutável farol nas tormentas da vida.
Na vastidão do seu abraço sereno, Não há limites, nem condição. É o céu que acolhe todos os caminhos, A pura melodia de uma eterna canção.
E se o vento direcionasse meus sussurros aos teus ouvidos, te convencesse em verdades que sou muito mais que um amigo;
Será que em contentar sua reação entenderia? Ou cairia em ignorar o meu amor com sabedoria;
As surpresas que confundem abalam também o coração, mas quero o melhor para ti e viver ao teu lado uma intensa relação;
Não sou perfeito nem vivo uma ilusão sou romântico e atencioso para com o seu coração;
O tempo se contorce como espiral de fumaça, e os ventos sussurram segredos que ninguém pediu. “Percebo ao fechar os olhos”
Talvez não seja loucura talvez seja só o cosmos.
Na galáxias tortas, dança com os sapatos trocados, rindo para não gritar. “Penso nos astros em movimento”,
dançando no cosmo
Canção da Magia
Nos sussurros do vento, a verdade escuto,
No fogo que dança, segredos oculto.
Pelos ciclos da Lua, meu passo é guiado,
No rastro das sombras, meu dom despertado.
Sou a chama, sou a terra,
Sou o rio e a tempestade,
Na dança antiga dos tempos,
Sou a voz da eternidade.
Na raiz do carvalho, memórias se enlaçam,
Nas folhas do outono, destinos se traçam.
O corvo me chama, a coruja vigia,
No espelho da noite, reflete a magia.
Com sangue e com sonho, o traçado se faz,
No ciclo infinito, o tempo é fugaz.
No tombo, na luta, renasce o poder,
Pois toda consciência aprende a morrer e viver.
No grande salão, mistérios fervilham,
Na voz do trovão, os Deuses me trilham.
Sigo o chamado da Noite e do Dia,
Pois eterno é o Caminho da magia.
“O vento sussurra segredos para as folhas, enquanto a lua brilha no céu, iluminando o caminho para o desconhecido.”
Minha doce e indomável Lucia Iara,
Mesmo sem as palavras perfeitas, sussurro ao vento o clamor silencioso do meu coração apaixonado.
Você irrompeu na minha vida como uma tempestade de luz celestial.
tornando-se a essência mais sublime e divina do meu ser,
A musa eterna que inspira cada batida ardente do meu peito.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais puros, que com paixão incansável persegue seus ideais sagrados.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção pelo destino que nossos corações entrelaçaram no tempo.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram,
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais.
Entrego-me a essa aposta divina,
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser,
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre.
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver.
Vento que me leva
Brisa boa, vem me bate me leva, me traz, árvores, plantas, rosas sussurram aquela boa brisa que passou despercebida, me tira do sério, me leva pro seu mundo, me arrebata, mas não me esconda sua leveza e suavidade tão bela e bonita, brisa boa.
A brisa de desesperança me envolve, um vento gelado que corta minha alma e me sussurra segredos sombrios. Caminho pelos bosques sem fim de desespero, onde as árvores retorcidas ecoam meus pensamentos mais sombrios. A solidão é minha única companhia, uma paz que é ao mesmo tempo meu refúgio e minha prisão. No silêncio, ouço o eco do meu próprio vazio, um eco que ressoa como um lamento solitário. Cada passo que dou na escuridão é como um passo mais profundo na espiral do desespero, onde as sombras dançam ao redor de mim, como fantasmas de sonhos quebrados, a esperança parece sempre distante, uma estrela fraca no horizonte, e eu me pergunto se algum dia vou encontrá-la novamente. Enquanto a noite avança, eu me entrego à melancolia que me envolve, um abraço triste que se tornou meu lar. E assim, continuo a vagar por entre os bosques sombrios da minha própria mente, perdida na tristeza, em busca de mim mesma.
Vidas passadas...
Ah! Este vento sussurrante
Que experimento neste dia frígido...
Penso em ti e neste
Aroma de sonhos e reencarnações...
Nesta noite que não tem estrelas... Apenas as sombras
Escondidas nas muralhas... Do tempo...
E no silencio grito para que me ouças...
Quando te vejo sinto que me encontro com o passado...
Tantos quereres perdidos... E grito para que me identifiques
Vem... Ilumina a minha escuridão...
Sussurra numa poesia... Versos que falem
Desta antiga paixão...
E me liberas das dores arraigadas de alucinação e solidão...!
T e m p o
Sussurra - lhe o vento:
Não há mais dor, nem lamento.
Dentro de si o sol renasceu.
O amor transcendeu.
Além do infinito, há sorrisos.
Dentro de si há força.
Um desabrochar de esperança de que vale a pena viver.
Sussurra - lhe o vento:
Não há mais ódio, foi - se o tempo.
Mas há amor que transcende com o tempo.
Floresce amor que o vento espalha á todo tempo.
Esteja atento.
Sinta o vento sussurrar que amarcura toda a amargura que mora no seu pensamento.
Esteja atento.
Sinta - se amado.
Sinta o coração ser abraçado.
Ame.
E veja o milagre que faz o tempo.
Ah, o amor mora dentro.
Jamais se esvai com o tempo.
No outono florescem sonhos que jamais adormecem.
Céu estrelado, vento á lhe sussurrar...
Permita o amor lhe abraçar.
Ser - te paz.
Permita - se sorrir.
Ser feliz.
Tatiane Oliveira
Beija Flor lhe sussurrou:
Segue o seu caminho,
abrace a vida com carinho.
Seja amor que faz desabrochar flor.
Seja amor que acolhe, afasta a dor.
Seja amor que amanhece em paz.
Seja amor espalhando o bem sem olhar aquém.
Plante amor e colherá sorrisos, tão bem vindos!
Tatiane Oliveira
Deixou - se florir, o amor estava á lhe sorrir.
Seu coração sereno está, o amor é o bem que lhe apraz.
Tatiane Oliveira
**Entre Véus e Destinos** 🏹
Os ventos da existência sussurram segredos inaudíveis, e eu, peregrino de um cosmos desajustado, estou à beira da renúncia.
Exaurido pelo jugo das exigências que me circundam, vejo-me ilhado entre espectros de compromissos que se acumulam sem oferenda de sentido. O fardo se agiganta, e a reciprocidade tornou-se uma miragem em desertos de ingratidão.
Ergui impérios de esperança sobre alicerces solitários, apenas para testemunhar a poeira do desencanto soterrá-los.
Agora, os sinais ocultos me conclamam a romper com o que já não vibra em sintonia com a minha essência. Chegaste o tempo, será o tempo de obliterar vínculos que me enclausuram e transcender esta tessitura de repetições infecundas.
O ciclo se esgota, e nas entrelinhas do destino, vislumbro a chance de ressignificar meu legado. Desfazer-me do obsoleto para atravessar os umbrais de uma nova existência.
Não mais um prisioneiro do que se impõe, mas o arquiteto de um sonho que, um dia, ousou existir apenas dentro de mim.
Que os astros conspirem, que os véus se rasguem. O despertar se aproxima.
Mas há algo no ar, um chamado ancestral que ressoa em um idioma que minha alma reconhece, mas minha mente ainda não decifra.
Como se forças ocultas já tivessem escrito este momento em um pergaminho invisível, aguardando apenas que eu enxergasse os símbolos ocultos.
Talvez a resposta esteja além do véu do ordinário, em uma fresta onde a realidade se dissolve e o destino se revela. Sinto que estou prestes a cruzar um limiar que não tem retorno, mas… e se esse sempre tivesse sido o caminho?
O silêncio me observa. Algo aguarda do outro lado.
🏹
NOVOS TEMPOS VIRÃO
Há tempos atrás dos tempos,
O vento sussurrou-me ao ouvido:
" O sol vai deixar de brilhar!
A lua, viúva, de negro vai ficar!
A chuva, disse-me, vai mirrar!
Eu, por mim, estou a esvaziar!
O céu, vai cair a arder,
No leito seco do mar!
As montanhas irão desmoronar!
Os prados verdes vão crestar!
As árvores, de podres, irão chorar!
Ouvir-se-ão estrondos de terrificar!
Ficarão inertes as aves e os peixes
Sem ar, sem água, a agonizar! "
Carrancudo, perguntei ao vento:
" Ouve lá, ó vento, então eu quero saber:
Porque razão me estás a meter
Tanto medo de arrepelação !?...
Assim sendo, diz-me para onde vou,
Ou então!?...
Aí, o vento mudou de ouvido e segredou-me:
Alguns como tu, ficarão
Na nova terra que há de brotar
Das cinzas da ressurreição,
Onde não haverá castigo nem metas,
Apenas um tempo novo
Onde habitará um nóvel povo,
No promissor mundo dos poetas! "
(Carlos de Castro, In Há Um Livro Por Escrever em 08-05-2023)
Serenata de Amor 2024
No tempo o som sopra o vento.
Um sussurro do espírito .
No balanço de um encanto desafogado
sem mácula nem mágoa da culpa do passado.
A espreita no cimo da montanha venço desafio
Confrontos do alheio
Não trago problemas para casa faço as pazes comigo .
Para não ter sofrimento
Nem viver no tormento
A felicidade duradoura
Vem de um sentimento
Está em anar.
Amo proclamo e cito a mais louvável canção de amor.
Amo-te sem limites
Quero abraçar -te
Amo-te e não te perder
Este sentimento tem poder.
É de muito afecto carinho, respeito e cumplicidade.
Tu és doce suave és luz para suprimir a tempestade.
Não tenho dúvida
Minha pulsação
Aumenta a pressão
Quando olho para ti Musa.
A cada seu feito
Clamo por sua presença junto do meu peito.
Partiste e não voltaste.
A cada instante choro.
Beijo distante o corpo
Que deixaste em minhas memórias.
Saio de mim em sonhos
Vagueia meu espírito
Em recantos celestes
Vou a pairar pelas fantasias de mundos ocultos
Já que no natural
Não te encontro
Transcende em mim
O sobrenatural
Mundos paralelos imparelos
Clamo por momentos
vivenciados
Em eternos tempos de espaços da vivências.
A cada palavra um sentimento
Inspiração do meu ser
Mil e um dizer
Corrente de um rio que me inspira
Apesar da ausencia.
És presença no meu viver.
És um ser que me enaltece
Permitindo que na saudade faça mudança
No meu decorrer
