Suor Sangue A Lagrimas
Seu edredon te aquece toda noite... O suor percorre seu corpo te toca no rosto... Sua saliva sabe o sabor dos seus labios... E eu na febre que é te amar... Como a lua que não toca o mar...
a vida no campo continua a mesma simplicidade, onde o pão de cada dia é ganho com o suor do trabalho honesto.
'A DOR DA FELICIDADE'
Essência e suor diário no rosto. À medida que o tempo passa, a magia da mágoa vai aumentando. Arraigando na alma como germe. Pouco a pouco ele perde origens, coisa que outrora nunca ganhou. Tempo devastador. E as dores da felicidade só exacerba seus dias...
Ele gastou décadas para um emprego promíscuo, sufocador. Derramando condolências tijolo a tijolo. Para que prédios ou uma casinha de papel com seus odores? A felicidade tem um preço: busca incessante. Seja lá onde for, seja lá com quem for. O peso será sempre intenso, talvez o mesmo, balanceador. Só temos que minimizá-lo e colocá-lo no bolso e andar sorrindo como se não tivéssemos...
Não adianta mais parar o tempo. Parar no tempo e olhar bobo para o passado/futuro. Ficar obeso, fazer academia, ter mais tempo com os amigos/família. A felicidade estará trazendo suas dores, cultivando seu preço. Misturado a compaixão e um punhado de tragédia, cada pessoa sufoca-se na felicidade que tem ou morre na infelicidade...
Suor, é a vida da alma como do corpo, sinónimo de muita acção. Molhas-te toda e o suor escorre-te pela coluna vertebral á baixo entre as duas meia-lua e pelo peito entre os dois satélites erógenos até o umbigo onde forma cataratas e se desliza pelo ventre molhando a mata fechada, estás toda molhada e eu molho-me também e os nossos cheiros íntimos ficam confundidos ao deslizar o teu corpo no meu. A satiríase sedenta toma posse e as almas se angustiam.
Do suor do pobre se tira a riqueza, pois, seja dado o dízimo aos pobres como recompensa e agradecimento, mas há quem destine para a construção de templos banhados a ouro e castiçais reluzentes.
Mateus 23, diz: “Ai de vós, que pagais o dízimo, mas omitis as coisas mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade”.
CHIBATAS MODERNAS
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Que o fluido do trabalho
Seja o suor e não a lágrima
E que nas mãos haja calos
Ao invés de marcas trágicas
Causadas pela aplicação
De condições que não
Preservam o trabalhador
Transformando o que deveria
Ser uma fonte de alegria
Numa grande usina de dor.
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Que o trabalho seja uma ponte
Para conduzir quem se dedica
À conquista do horizonte
Onde o seu ideal habita
Mas que jamais seja um muro
Entre o presente e o futuro
Por isso eu proponho
Que o trabalho sempre seja
Garantia de alimento para a mesa
E de estímulos para os sonhos.
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Que haja líderes e não feitores
Com novos métodos de tortura
Que fazem dos trabalhadores
Vítimas de uma escravatura
Na qual disfarçados escravos
Se julgando livres são alvo
Da ambição desmedida
Da minoria abastada
Que com invisíveis chibatas
Produz visíveis feridas.
✍️Não permita que outra pessoa desperdice seu SUOR em sacrifícios para lhe atender aos desejos. Esteja atentos em o que é seu desejo e o que é desejo de outros. ESCRAVOS dos desejos alheios estão acorrentados em correntes invisíveis.
✍️Não permita desperdiçar seu SUOR em sacrifícios para atender aos desejos de outras pessoas. Esteja sempre a observar sua mente, seus pensamentos , reflita se o desejo é seu ou de outros. Mente manipulada fica acorrentada em correntes invisíveis, ESCRAVIZADA aos desejos alheios.
✍️Só quem sente o sabor salgado do suor descendo da testa e misturado a sua própria saliva sabe valorizar o bem material construído.💗💞💫🪃
Por amor, aquele que é forte rega a terra com seu suor, fazendo brotar flores e frutos que continuarão anunciando o seu nome
”A construção provém do suor do teu rosto e dos movimentos das tuas mãos. Mas sobretudo, do profundo desejo do teu coração.”
Servidor, resultado de dedicação e suor derramado,
Encontrar no ato de servir uma forma de retribuir todo bem alcançado,
Não apenas um serviço prestar, mas até
uma palavra de conforto se assim precisar,
Atender com respeito e presteza cada usuário mesmo correndo o risco de ser contrariado,
Servidor Público não é só ocupar um cargo, é também ajudar e ser ajudado.
Quero um amor de cartas
De papel manchado...
Quero o cheiro de teu suor
Seus erros de grafia
Na fria noite que expia
O quê era sombria
Nunca dia
Quero tua nudez a luz do dia
Tua pele magia
Que guia a minha
Fraqueza guia
Entre amor e agonia
Quero a sala vazia
Monotonia
As vezes noite
As vezes dia
Quando ela partia
Ficava a poesia
Ela era vaca e joaninha
Era verso que entendia
Era minha, Era via
Só era sala vazia
Ela era toda minha
Na ânsia já ti espero, faça nossos corpos a se tocarem, e na deslumbra do suor brilharem no desejo que nos consome, junte as partes mais desejada, e no desrespeitamos mutuamente até nossas força se acabar, apague a luz e na escuridão de nossos olhos encontrarmos apenas o tão sonhado prazer, não se intimide com as suas mãos, deixa elas se move a procurar dos pontos cego dos nossos desejos, não a canto no quarto, faremos cada canto o nosso Centro de amor, vem e desencarne esta fome sobre minha carne, porque hoje este corpo lhe pertence, me faz feliz do começo ao fim, onde deixarei você em meus braços dormir, escrito por Armando Nascimento
Com Suor e Com Silêncio
(Letra inspirada em "Com Açúcar, Com Afeto" de Chico Buarque)
Aguentei o peso do mundo,
pra te dar leveza e paz.
Qual o quê
Teus olhares me diziam
Que eu valia o que eu tinha
E o amor ficou de lado
Eu lutei pra ser escolhido
Pra ser abrigo, ser porto, ser chão
Qual o quê
Teu desejo era aventura
E eu, na minha loucura
Te esperei de coração
(Refrão)
Mas tu voltas, já cansada
Com histórias na mão
E promessas amassadas
Eu, que aprendi a ser forte
Te abraço em corte
Sem nada dizer
Te escuto, mesmo sabendo
Que sou só tua opção
Que sou tua última escolha
Eu, que sonhei ser teu homem
Te amo em dores
Mas sem você
Eu vesti os fardos do mundo
Trabalhei dobrado, paguei cada conta
E no fim do mês sou cobra
Se me atraso numa sobra
E não tenho quem me afronta
Eu chorei sem ter quem visse
Sem colo, sem verso, sem força, sem ar
Qual o quê
Pois tristeza de homem é muda
Só se escuta quando é culpa
Ou quando é hora de pagar
(Refrão)
Mas tu voltas, já cansada
Com histórias na mão
E promessas amassadas
Eu, que aprendi a ser forte
Te abraço em corte
Sem nada dizer
Te escuto, mesmo sabendo
Que sou só tua opção
Que sou tua última escolha
Qual o quê
Eu, que sonhei ser teu homem
Te amo em dores
Mas sem você
Político profissional é o sujeito sem um pingo de suor que vive à custa do trabalhador.
Carlos Alberto Blanc
Perdoa-me se essa carta está com palavras borradas não são de choros
são do suor frio em escrever essa última
O nosso suor amado, sentimentos do coração nos faz tão selvagens e tão loucos de paixão que não nos dá chance de abraçarmos a razão;
Estamos distante de quase tudo sem tempo de amar e se entregar, sem medo do escuro, onde a luz não nos banhe com a natureza que nos impõe;
