Sou uma Filha da Natureza
MÃE QUILOMBOLA!
Talvez o barulho provocado na natureza de meu desejo materno, tenha despertado, nos conectado, ao amor desta uniao, o que verdadeiramente revelo, não se compara a nenhum outro, já sentido! Experimentado, uma providencia está justificada! As intenções, são sagradas! As bonitezes de ser mãe, é um jardim florido, conjugações sentimentais, despertado propósitos divinos. Não há surpresas, quando coração anseia, emoção, pulsante certezas, ancestralidade
presenteia! A semente de amor brotou!
Em meu útero de mulher preta, vingou!
Meu ventre é um solo livre, semente com consciência, se movimenta, reganda por minha essência, germinou!A descendência com liberdade chegou! A esperança é quilombola, fruto saudável da resistência, alimentada, para protagonizar novas trajetórias de vitórias, na história...
Resistência é uma árvore de natureza miscigenada, com matusalém e baobá, suas raízes é de cajueiro, resultado deste caldeamento! Se, tem semente, que não vinga, não chega a ser tombamento...
“A semente sagrada quilombola, germinou no solo da diáspora, cultivando oralidade, natureza é raiz ancestralidade, jardim adubado em solo sagrado é consciência, nossa resistência, é sustentabilidade da resiliência, frutos vingados numa diversidade trajetória, marcada em lutas por equidade.”
Raízes do Tempo
Na vastidão da natureza,
canta o vento em liberdade,
soprando histórias antigas,
tecendo fios de ancestralidade.
Sob a sombra das mangueiras,
dança a vida em movimento,
num abraço de diversidade,
nos batuques do tempo.
O rio ensina com paciência,
a maré flui sem vaidade,
refletindo no espelho d’água
o pulsar da humanidade.
Que haja terra para os passos,
que haja voz para o afeto,
que o amanhã floresça livre
no caminho do respeito.
"A planta é a prova viva de como a natureza nos presenteia com vida e coloca sua essência em cada folha e flor."
"A natureza é nossa mãe e nossa casa; Nos acolhe com seu calor e seu abraço; Nos protege com sua sombra e seu refúgio; Nos sustenta com seu solo e seu espaço."
"A fazenda é o coração da natureza, onde a terra e seus frutos se encontram em perfeita harmonia com o trabalho árduo e a esperança de uma colheita abundante."
"O egoísmo pode ser claramente observado na natureza humana, mas também podemos cultivar a empatia e o altruísmo para equilibrar nossas ações e preocupações com os outros."
A Serra do Cipó é um pedaço do paraíso, onde a natureza conta histórias e a paisagem parece o começo do mundo.
Se a natureza pudesse falar, pediria respeito. Mas como ela não pode, os impactos do descaso falam por ela.
A Vida e Suas Surpresas”
A vida é, por natureza, surpreendente. Às vezes, ela nos golpeia de forma tão inesperada que nos deixa em silêncio, perplexos… Há momentos em que tudo desmorona, e nos vemos lançados num abismo tão profundo, que até o eco dos nossos próprios gritos parece se perder no vazio.
Você grita por socorro, luta com o pouco que ainda resta de força, tenta alcançar o topo… mas não consegue. A esperança se apaga, o corpo se rende, a alma se cala. Você apenas… existe.
E então, de repente, alguém aparece. O coração, ainda machucado, se enche de esperança. “Será que agora alguém vai me salvar?” — você pensa. A pessoa joga uma corda. Você se agarra com toda a força, a ponto de ferir as mãos, cega pela vontade de ser resgatada. A subida começa. E junto com ela, uma emoção silenciosa brota lá do fundo, como um sopro de vida. Você começa a acreditar.
Mas, quando está a poucos passos da saída, esperando aquela mão final para te puxar… ela te solta. Sem piedade. Sem explicação. E você despenca de volta pro fundo. E dessa vez, algo muda. Algo dentro de você esfria. Seu coração se fecha. A dor vira armadura. E você passa a desacreditar das pessoas.
Você se pergunta: “O que fiz de errado? Por que me feriram tanto, se eu só queria ser amada?”
A escuridão vira sua companhia. O tempo passa. Você ouve barulhos, mas já não espera que algo bom aconteça. A dor endureceu sua fé. Talvez seja o vento. Um animal. Ou nada. Os dias viram meses. Talvez anos. Você se acostuma a viver no escuro.
E então, um dia, você desperta. Os olhos ainda cansados enxergam algo diferente: uma rampa… um caminho para fora do buraco. Mas você não acredita. Tenta se mover, mas o corpo não obedece. Já sem forças, apenas espera o fim.
E então, uma sombra se aproxima. O medo surge de novo. Você não quer ver mais ninguém. Não acredita mais em mãos estendidas. Grita para que se afastem. Diz que não precisa, que não quer, que não confia.
Mas essa pessoa não reage com dureza. Apenas para. Suas mãos estão cobertas de barro. E mesmo assim, há uma serenidade no gesto. Sem insistir, ela se afasta e sobe a rampa. Você não entende. Qual era a intenção?
Outras pessoas aparecem. Algumas te ignoram. Outras te ferem com palavras e julgamentos. Mas ajuda verdadeira? Nenhuma. Até que alguém diferente se aproxima. Limpo, calmo, com mãos tão suaves que quase brilham. Mais uma vez, você grita. Rejeita. Mas essa pessoa não recua. Apenas se aproxima, em silêncio.
Ela te olha com ternura. Sem dizer muito, apenas te estende as mãos. Você tenta caminhar, mas não consegue. E então, sem dizer uma palavra, essa pessoa te acolhe nos braços e começa a subir contigo.
No meio do silêncio, ela diz algo que te toca profundamente:
— “Eu estive aqui o tempo todo. Tentei te ajudar. Mas você, assustada, não quis ser resgatada.”
Você então se lembra… daquela outra presença. Daquelas mãos sujas de barro. E pergunta:
— “Era você aquele que veio antes? Aquele que fez tanto barulho por tanto tempo?”
A pessoa sorri com suavidade, mostra as mãos ainda marcadas, e responde:
— “Sim, era eu. Durante todo esse tempo. Fiz barulho, espantei os perigos, cavei com as próprias mãos essa rampa. Não joguei corda porque sabia que você não estava pronta… ela poderia se enrolar no seu pescoço e te ferir ainda mais. Preferi cavar, pouco a pouco. Porque você vale esse esforço. Você merece.”
E então, você entende.
Nem todos que têm as mãos sujas são ruins. Às vezes, estão sujas por cavar caminhos para te salvar. Nem toda corda lançada é para resgatar. Algumas servem só para manipular, prender, machucar.
A vida nem sempre será justa, e nem todos estarão ao seu lado por amor. Mas um dia, alguém vai aparecer e fazer o possível — e até o impossível — para te tirar do buraco. Em silêncio, com paciência, com amor verdadeiro.
E esse alguém vai te carregar no colo, quando você não puder andar. Vai cuidar de você. E te mostrar, pouco a pouco, que ainda existe confiança, que ainda existe esperança.
Vai chegar a hora de você acreditar de novo. E, principalmente, vai chegar a sua vez de ser imensamente feliz.
Porque você merece. Merece mais do que pensa
A necessidade do poder sobre a natureza de todas as coisas e a morte, cegou a humanidade para o ato mais importante da vida; aceitar sua própria diversidade.
Deus e Diabo são os nomes dados
aos dois lados da natureza humana,
uma criativa e a outra destrutiva.
Qualquer que seja ...
de onde quer que seja...
uma paisagem da Natureza
é sempre um colírio para os olhos,
mas ... o Oceano
Oh! O Mar!
como seja...
calmo ou tempestuoso ...
e de onde quer que seja...
do Norte ou Sul ...
do Leste ou Oeste do Planeta...
é sempre uma benção eterna
para o olhar da Alma.
