Sou So um Palhaco
Namoro sem abraço, é igual circo sem palhaço.
Beijo sem carinho, é igual beija-flor sem seu ninho; sem vc por perto eu me sinto sozinho...
Se até Jesus Cristo chorou
O palhaço não sorriu
O amanhecer não apareceu
A flor sem água morreu
Porque quer ser perfeito
Se tu es ser humano falho igual eu.
No circo da vida, tem dias que o palhaço chora.
Naquela noite fria, as luzes do Circo Solitário brilhavam intensamente, mas a atmosfera estava estranhamente sombria. Felipe, o palhaço, sempre fazia a plateia rir, mas seu sorriso era uma máscara para a tristeza que escondia.
Naquela noite, algo estava diferente. Enquanto se maquiava, Felipe encontrou uma carta misteriosa em seu camarim. "Encontre-me após o espetáculo, ou a verdade será revelada," dizia o bilhete, assinado apenas com um enigmático "A".
Durante a apresentação, a tensão aumentava. Felipe olhava discretamente para o público, procurando por algum sinal do autor da carta. Seus números, normalmente cheios de alegria, tinham um peso diferente. As risadas ecoavam vazias em seus ouvidos.
Após o show, Felipe saiu pelo portão dos fundos e caminhou até o velho carrossel abandonado, onde a carta instruíra. Lá, no meio das sombras, uma figura encapuzada aguardava. "Quem é você?" perguntou Felipe, o coração acelerado.
"Você esqueceu de mim, Felipe?" disse a voz sombria. Quando o capuz caiu, Felipe reconheceu Clara, a trapezista que desaparecera misteriosamente anos atrás. "Você me deixou para morrer naquele acidente. Todos pensam que foi uma tragédia, mas eu sei a verdade."
O pânico tomou conta de Felipe. "Clara, eu... eu pensei que você estava morta! Foi um acidente, eu juro!"
Clara riu amargamente. "Você achou que poderia seguir em frente e esconder seus segredos. Mas o circo da vida não esquece, Felipe. Agora, você vai pagar."
De repente, as luzes do carrossel acenderam, girando em um ritmo frenético. Felipe tentou fugir, mas Clara o puxou para dentro, onde as lembranças do passado o assombravam. As risadas agora eram gritos, os aplausos, ecos de dor.
Naquela noite, o circo descobriu um novo mistério: o palhaço desaparecera, deixando apenas sua maquiagem manchada de lágrimas no velho carrossel. A vingança de Clara se completara, e no circo da vida, o palhaço finalmente chorara.
O palhaço vive de canto em outro com seus amigos viajando para bem longe com o circo fazendo todo mundo sorrir, quando faz suas palhaçadas para todos fica alegre como se fosse uma criança, mas quando sai do palco fica triste sem saber qual foi o motivo, mas mesmo assim enxuga as lágrimas e recomeça novamente de novo e de novo instantaneamente, as estradas que percorre tem preços tão ensolarados vai de lugar em lugar uma cidade fala: Queremos mas do show queremos mas e outra diz: Não queremos ir ao circo achamos um incomodo pôs não tem palhaçada que preste, e assim vive suas vidas, suas vidas vividas, eu realmente gosto de palhaços fico sorrindo só quando a piada é boa se não eu nem abro meu sorriso. Eu não sei acho tão desconfortante e desfavorável pôs não sei o que se passa fico imaginando. Como os palhaços ficam quando sai do palco pois dentro do palco eles completam os seus shows alegres e felizes levando toda a plateia a sorrir, mas quando sai do palco eu não sei eu acho que eles ficam tristes, ou amparam uns aos outros quando tira a maquiagem eu não sei como é, nunca tive a curiosidade de ver como es dentro da cortina, nunca parei para pensar nessa probabilidade existencial da nossa sociedade
O CIRCO O MENINO O PALHAÇO
Vou ao circo, rir com o palhaço
Nariz avermelhado
Roupa multicolorida
Sapato alongado.
Voa ao circo o menino alado
O olho arregalado
A bermuda florida
Chinelo remendado.
Vou pro circo! O menino será palhaço
O sonho realizado
A vida querida
Deixar mais menino abobado.
No centro do circo oriso despojado
De tanto riso largo
Na face do menino
Que um dia virou palhaço.
O palhaço me faz sorrir. Não aprendi a guardar ressentimentos, aprendi a conquistar os espaços. Todos os espaços. Incluindo os dos corações. O palhaço faz graça, até mesmo se ele me fizesse chorar eu ia rir da cara dele. É pintada e isso me fascina, mas eu ia rir porque não sei mais chorar!
— palhaço —
e foi assim, entre seus risos,
que eu traduzi a maneira
dela dizer que me amava,
sem dizer que me amava.
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