Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Agora você entendeu realmente quem eu sou, não pelas minhas atitudes ou palavras, mas pelo meu espírito indestrutível que foi levado até você. Coisa linda!
Sem querer e de propósito.
Eu sou a causa e o acaso da felicidade, porque descobri que ser feliz é espanto e escolha ao mesmo tempo.
"Sou apenas um livro ambulante, propenso na retórica de um idealista atraído pela arte de escrever."
Sou professor por vocação, formação e profissão!
Logo, não foi um mero "título" colocado, mas um puro "título" alcançado!
Sou a infinita busca do aprendizado.
Sou os medos e as descobertas.
Sou o ciclo natural da vida.
Sou a alegria e a contribuição.
Sou a chama que colore em nuances que aquecem o coração.
Mulher, mãe,esposa, empreendedora, terapeuta, instrutora.
Sou as práticas que equilibram.
Sou o que inspiro e transformo em amor.
Sou infinitamente grata pelo agora.
A cada sexta-feira, sou lembrado de que o futuro sempre reserva algo maravilhoso para aqueles que acreditam e persistem."
"Nem sempre sou totalmente sincero, sim, acredite, parece até hipocrisia da minha parte, por defender tanto a sinceridade, mas, existe um momento específico, em que deixo minha sinceridade de lado, que é quando, vejo nos olhos de alguém, que está ansioso(a) e eufórico(a) para me contar algo, mesmo Eu já sabendo do que se trata, prefiro fazer de conta que desconheço o assunto, deixar que ele(a) me conte e apenas, lhe ouvir e observar sua alegria..."
Muitos tem coragem pra bater a mão no peito e dizer:
Eu sou honesto(a), eu tenho carácter. Mas quando coloca a cabeça no travesseiro perde o sono, simplesmente porque não tem humildade de dobrar os joelhos
e pedir a Deus perdão pelo mal que fizeram aos outros.
Sou do Vale do Mucuri. Ando cercado de sabedoria e trago a tiracolo a honradez de um povo de bom coração
Sou amante da justiça, por minha veia jorra sempre o sangue da democracia, sou a voz da liberdade e dos ideais republicanos, apanágios deste povo do Vale do Mucuri, não defendo a indústria do ódio, tampouco a beligerância que tanto mal faz a sociedade. Não se pretende jamais defender o crime; mas é preciso que se respeite com absoluta fidelidade o devido processo legal, seus desdobramentos, e corolários decorrentes, como princípio do juiz natural, contraditório e ampla defesa, e existência de dolo ou culpa na conduta de cada investigado ou acusado. Colocar todo mundo no mesmo balaio é clara manifestação de revanchismo e grave violação dos direitos humanos, simples assim. Destarte, a sociedade deve ter ojeriza de bandidos desalmados que se ocupam os holofotes midiáticos e se intitulam como legítimos representantes do povo.
Cordel minha terra.
Eu sou filho do mato
Da terra da cultura
E quem não a entende
Sem ter desenvoltura
E fala do nordeste
Nem sabe da fartura
Lembra de pouca chuva
Poeira, chão rachado,
Mandacaru e palma
(Coroa de frade) espinhado
Caatinga, capoeira
(Unha de gato) estirado
Se chove o ano todo
Estrada é agonia
Buraco em buraco
E todo carro chia
Vamos falar do tempo
Tudo logo esfria
Mas assim é que é bom
Neblina no distrito
Nem dá pra ver escola
Fica logo aflito
As crianças na chuva
De bota faz bonito
Já vi frio de quatorze
Sensação térmica 8
Tem quem acha, é quente
Vigi, povo afoito
Tem aquele que treme
Só levanta no açoito.
De touca na cabeça
Cachecol no pescoço
Doze meses tem o ano
E vale o esforço
Um quarto é de sol
Chuva no resto moço
Já consegue decifrar
Com quê foi revelado
Nada é melindroso
Não está disfarçado
Pra não ficar nervoso
Já volto arretado.
Não sou dono da verdade
Mas dela sou aprendiz,
Não tenho medo do erro
Mas o acerto me diz.
Que devo tocar em frente
Pra nele ser bem feliz.
Sou o resultado de todas as experiências que vivi. Cada desvio, cada tropeço, cada obstáculo superado é parte fundamental da minha jornada. E é assim, com coragem e determinação, que sigo em frente, sem nunca perder a esperança de encontrar o meu lugar nessa vida...
- Edna Andrade
Menino do Vale
Lembra-se de mim?
Sou aquele garoto do Vale
Que te recebeu
Com honras de Estado
Que satisfez nas suas
Vaidades e caprichos
Talvez tenha esquecido
De tudo isso por quê?
Mas a memória talvez
Seja sempre eletiva
Aquece o presente e
Despreza o passado
Mas a vida é sempre
Assim, cheio de medos e
Surpresas
O mundo gira e
Logo, suas vaidades
Se transformarão em pesadelo
Lampejos de sabedoria democrática
Sou amante da Justiça
Plena e equânime
Justa e protetora
Amada e exaltada
Por minha veia jorra sempre
O sangue da democracia
Me coloco como a voz da liberdade
Dos ideais republicanos
Apanágios deste povo do Vale do Mucuri
Essência de Teófilo Otoni
Não defendo a indústria do ódio
Tampouco a beligerância
Que tanto mal faz a sociedade
Não se pretende jamais
Defender condutas desviantes
Não se coadunam jamais
Com festivais de equívocos
Não se pretende filiar
A uma exuberante
Perigosa e irritante
Ideologia extremista
Mas acima de tudo
É preciso que se respeite
Com absoluta fidelidade
O Devido Processo Legal
Raiz do estado democrático de direito
Seus desdobramentos e corolários
Como princípio do juiz natural
Contraditório e ampla defesa
Existência de dolo ou culpa
Na conduta humana
Individualização da conduta
Visando a parametrização da pena
Colocar todo mundo no mesmo barco
É clara manifestação de revanchismo
Imperdoável e repugnante
Abjeto e esdrúxulo
Grave violação dos direitos humanos
É preciso repudiar
Transgressores desalmados
Que se ocupam de holofotes midiáticos
Se intitulam porta-vozes
Da razão e do povo
Nada de complexidade
Tudo bem simples assim.
Me sinto um pedaço de carne
Homens são como leões famintos
Não sou fácil e nem descartável
Não sou as outras
E eu nem sei o que me prende a você
Não sei citar uma qualidade sua.
Então, que porra é essa?
Vai embora e não volta.
