Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Nessa terra de loucos
Não sei se sou alguém
Amo e não me amam
Esse mundo não me tem
Nessa terra de loucos
A vida é um jogo
E quem quiser vencer
Tem que brincar com fogo
Nessa terra de loucos
Sei que posso ir além
O monopólio é pra poucos
E o sucesso é pra alguém
Nessa terra de loucos
A guerra é fria
Mas é uma guerra,
Um passo é um salto
Nessa terra de loucos
Nessa terra de loucos
Amor é um sentimento porco
Ninguém fala a verdade
Tudo vira falsidade
Nessa terra de loucos
nada é mentira e nada é verdade
nessa terra de loucos brincadeira vira briga
e amigo é coisa rara
amigo é peça cara
Quem sou eu...não sou uma estrela mas carrego o brilho no olhar,me porto feito uma dama sorridente sempre a cantar.
alegria e o meu lema assim um grande amor vou encontrar.A procura é constante quero viver um romance...desses que nem o tempo pode apagar.
Poemas sei escrever
A maioria e pra vc ler
Mais o meu medo ñ deixa eu te mostrar
O quanto eu sou apaixonada por ti
E isso ñ consigo demontrar
So sei escrever e guarda pra mim
Um amor tão grande q ñ parece ter fim
Machuca mais em mim saber q vc ñ vai ser meu
E q vc ñ senti nada por mim
Mais eu acabei deixando o meu coração cm vc
E vc ñ deixou o seu pra mim
O seu ja tem dona
E essa dona ñ sou eu
Mais o meu coração vc é o dono
So q vc nunca percebeu
Por isso ñ cuida dele
E ele sempre vive tão machucado
Sofrendo? Parece q estou
Mais ainda eu tenho amor
E isso vc nunca vai saber...
SOU BELA, RECATADA E DO LAR!
SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.
SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).
SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.
Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.
Ass: uma esposa, com orgulho!
Não me resuma em seus simples padrões, não me resuma.
pois não sou corpo, sou alma.
e vivo muito além do que meu exterior possa demostrar.
Sou morena, ela branquinha.
Tenho olhos castanhos, ela lindos olhos verdes!
Sou de leão, ela de câncer.
Sou paulista (meio nordestina), ela menina do interior!
Amo dançar, ela tem dois pés esquerdos.
Canto mal, e ela ama me ouvir cantar.
Prefiro violão, ela teclado.
Adoro chocolate, ela nem tanto.
Não dispenso uma tequila, ela uma cerveja.
Prefiro uma balada, ela um barzinho.
Sou da noite, ela do dia.
Sou o desastre em pessoa, e ela é um pouquinho também.
Tenho um jeitinho de velha, ela um jeito doce de menina!
Gosto do quarto arrumado, ela é o furacão que bagunça tudo só pra avisar que chegou!
Prefiro Fanta, ela Coca-Cola.
Gosto de água natural, ela de água com gás e gelada.
Não tenho dom pra cozinhar, ela tem mãos de fada!
Sei fazer brigadeiro, ela não!!!
Tenho trilha sonora pra todos os momentos, ela não se lembra nem de uma palavra da última música que escutou.
Não dispenso um filme e seriado, ela aprendeu a não dispensar também.
Fico admirada com a natureza, e acho que ela desconfia que sou meio doida por isso.
Eu falo muito, ela quando deixo.
Sou romântica por natureza, desconfio que ela desde que me conheceu!!!
Me expresso facilmente, ela é reservada.
Tenho cara de boba, ela de brava.
Sou mais durona, ela manteiga derretida.
Choro assistindo certos filmes, ela ri de mim.
Gosto mais das letras, ela dos números.
Quero tudo pra ontem, ela prefere esperar.
Lido bem com desconhecidos, e ela com contabilidade.
Já tentei fugir, mas ela não deixou!!!
Tenho a mulher mais especial do mundo ao meu lado, e ela nem desconfia da grandeza que tem.
Amo o som da sua gargalhada , e ela nem sonha com isso.
Me apaixono mais todos os dias, ela convencida já sabe disso.
Tenho os nervos a flor da pele, ela a calma que preciso.
Quase sempre sou otimista, e ela precisa disso.
Sei da capacidade que ela tem e as vezes preciso acreditar até mesmo por ela.
Sou eu quem coloca ela lá 'em cima', e é ela quem me levanta quando caio também.
Ela é o lado mais lindo desse relacionamento, eu o mais simpático!!!
Ela é a minha melhor amiga, e desconfio que sou a melhor amiga dela também.
Ela é o meu céu aqui na terra! Eu sou mais um instrumento da graça divina em sua vida.
Ela é a certeza de Deus em minha vida, e eu que Deus deu mais uma cruz pra ela!!!
Ela é o melhor que existe em mim, bem lá no fundo sei que sou o melhor que existe nela.
Mesmo com tantas coisas diferentes como olhos,cabelos,cor da pele...
Só existe uma coisa que eu tenho certeza...
-Que Ela é o grande Amor da minha Vida, e Eu sou o grande Amor da Vida Dela!
- Nesse carnaval, previna-se -
Eu não queria me prevenir.
Teimoso como sou, ignorei esse aviso.
Prevenção tira a sensibilidade e esconde quem sou.
Expus meu coração sem medo da contaminação.
Eu fui seu folião e vi meu bloquinho preferido passar, você.
E passou.
Eu, eu, eu.
Falando sempre em primeira pessoa e ficando em segunda.
Me colori e virei bolinhas pra te alegrar.
Abri o pacotinho que me protegia, para ser jogado pro alto e deixado no chão.
Pobre confetinho, pensou ser carnaval, mas era só ilusão.
Eu sou de exatas e ela de humanas, profissões opostas que se completam, ela me ensina ser uma pessoa humana que faz entender ela perfeitamente, e eu mostro para ela como é tão bom não ser só ela, ou eu ser só eu, mostro para ela que 1+1 =2 e agora somos nós.
Se sou fogo, não me controle
Deixe-me queimar
Mas perdoe se te machucar
Se sou ondas, não fuja
Venha mergulhar
Mas perdoe se eu te afogar
Se sou inverno, não se esconda
Saiba me esquentar
Mas perdoe se em um ataque de frieza
Eu te deixar
Se sou amor, não sinta medo
Pois desse sentimento
Não vai ter o que perdoar
Sem Dilemas...
Vivo com a cabeça nas nuvens
Sou asas de mariposa
Cabelos de algodão
Sonhos e fantasias
Fé e utopias
versos de poesias...!
Não me admiro que eu não tenha namorado...
Quem seria o aluado
que anoiteceria nos céus e
despertaria no infinito...?
Então não há dilema!
Por nada, nem namorado algum
deste mundo, abro mão dos meus poemas!
Devo ser careta demais quando se trata de relacionamento, sou daqueles que gosta de cortejar, conversar, conhecer, conquista, não sou de chegar e ir pegando, sarrada como muitos fazem para não perder tempo nem a viagem e na maioria das vezes não passam de uma noite, de alguns meses. Quando você se dispõe a conhecer uma pessoas a saber do que ela gosta ou não gosta, do que a irrita ou não, você está disposto a viver parte de sua vida ou até mesmo a vida inteira do lado dela, conhecendo seus defeitos e qualidades você poderá se apaixonar por ela todos os dias como se fosse o primeiro dia em que se apaixonaram e que tiveram a certeza que deveriam ficar juntos, não ser invasivo, nao priva-lá de nada e não proibi-lá do que ela gosta de fazer também é uma forma de amor e se não for recíproco, continue a viver pois ha outros amores pra serem descobertos.
Navegando
Sou barco à deriva
Açoitado neste mar revolto,
O vento impetuoso sopra forte
As ondas que me assolam
Nestas águas tão voraz da solidão...
O tempo vai passando
E tão longe vai ficando
O porto tão seguro
Que me seria o teu amor...
Vejo por farol o brilho fraco dos teus olhos
Na penumbra destas nuvens de incerteza
De que ao teu porto ainda vou chegar inteiro.
Sigo navegando pela vida
Açoitado pelas ondas deste mar de solidão
Que não me impedirão o ímpeto
De um dia alcançar teu coração...
Edney Valentim Araújo
-Dizem que sou poetisa!
-Que poetisa é essa?
Que descreve coisas lindas...para os grandes amores , onde os mesmo se conquistam, e essa sua poetisa não consegue a ninguém conquistar como um verdadeiro amor...
Será que poetisa eu sou?
Edificar
Se pudesse eu edificar meu mundo
Não o faria sem você,
Mas sou parte deste mundo
Que se fez sem o teu amor por mim...
Que direi eu?
Fosse o mundo tão perfeito
Eu não estaria a esperar por você,
Mas te quero neste mundo
Em que me completo em você...
E se o teu mundo hoje é tão perfeito
Que não me falta a completar-te,
Seja inteira em teus caminhos como és,
Só nunca esqueça
Que por toda a minha vida amarei você...
Sou estrela já sem brilho
muito longe sempre estou
sou trem saído do trilho
que há muito descarrilou
