Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

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⁠A estabilidade da paz no mundo de hoje, é quase como um bolsa de valores.
Agora, em alta; passados milésimos, em baixa profunda.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠⁠Quase sempre os olhos são o melhor espelho da alma, sobretudo após a ressaca de uma noite de vaporizações e euforias etílicas.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠NAUFRÁGIO
Quem me leva para Galiza?

Meu barco ficou atolado
Quase afundado
Na Boca do Inferno
De Cascais da Costa da Guia
Inda quase a noite era já de dia
Com o leme despedaçado
Quando eu apontava no caderno
O norte onde eu queria
Alcançar a terra do meu fado.

Quem me leva para Galiza?

Às minhas amadas ilhas de Cies e Ons
Mágicas de vidas de outros sons
E tantas saudades das Sisargas
E a amada de San Simon
Onde repousa o coração
Do amigo das costas largas
Que a onda arrebatou em Medal
Na trágica noite do temporal...
Quem me leva para Galiza?

A terra verdadeira dos meus astros...
Se lá não voltar em vida
Certinho será na muerte
Consorte
Requerida
E então abraçarei meus avoengos
Velhinhos mas solarengos
Os meus saudosos Castros.

(Carlos De Castro, in Boca do Inferno de Cascais, 02-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Quase sempre, o primeiro foco de infeção pela inveja e ciumeira de quem faz melhor do que eles, tem início no tecido da própria família dita de extensa, compreenda-se.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-11-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

TARDES DA NOITE DA MANHÃ

A tarde, caía
Quase semifria,
Com cor morna
À maneira da minha sorna,
E sempre que ela vinha assim,
Eu ficava sem forma
Ou jeito
Sem preceito,
Nem respondia por mim.

Previ coisa ruim,
Porque em meu peito,
Em frenesim,
Coisa molesta subia
E sentia então que crescia
Uma tristeza tíbia
Como se fosse coisa anfíbia
Que vive lá
E cá mora por despeito.

E quando as lágrimas
Ázimas
A brotar
Destes olhos quase a fechar,
Enchiam o globo a rebentar
Como prenhe mulher
Pela última vez a dar
Ao mundo, sem prazer,
O último filho por fazer,
Eu acordei
E olhei
O relógio
Quase meu necrológio
E vi as primeiras horas da manhã,
E no já,
Imaginei que a tarde
Já era então na manhã da noite
Sem ser preciso
O hoje ou o amanhã.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 27-02-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

CEREJAS

Degustava eu um ramo delas,
Quase assim.
Uma mais vermelhas
Ainda de formas fedelhas
De polpa ruim.

Outras, matizadas de branco,
Amarelado,
E eu sou franco,
Deixei as amarelas de lado.

Algumas, de bordeaux vincado,
Mas só cor
Sem sabor
Adocicado.
Poucas mais encontrei
Doces
Ainda que maduras
Apesar de duras
Como o mel melado.

Ia a meter a última à boca
E parei.
Era mais redondinha que as outras
Mas muito vermelhinha
E tinha
Uma outra cerejinha
Pegada à sua barriguinha
Como uma mãe que acabou
De dar à luz,
E quer mostrar a filhinha
Que reluz.

Tive pena de as comer
E num rebate de consciência,
Com exemplar paciência,
Fui metê-las em terra fresquinha:
A cereja mãe e a filha,
À espera que um dia destes
Irão nascer mais cerejas
Assim,
Por mim.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 05-06-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠OLHOS D'ÁGUA

Sempre que te olhava
No pranto
Quase como quebranto
Mais que feitiço
No teu olhar em derriço,
Nessa lágrima que brotava
Dos teus olhos d'água,
É que eu compreendi
De vez e a horas,
Que quando ris, choras,
Sempre que eu choro por ti.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 30-01-2024)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Na boca da noite tudo que brilha é lindo,quase tudo é bem vindo.

Inserida por BrioneCapri

Eu acho que é quase sentir o inferno, está com a pele em flor e com espinho da saudade no coração.

Inserida por BrioneCapri

Quase ninguém tem interesse de conhecer o outro por dentro,eu nem sempre estou disposto a me revirar do avesso para me apresentar a alguém.

Inserida por BrioneCapri

⁠É quase inacreditável,mas os caçadores de anjos, nunca são anjos.

Inserida por BrioneCapri

⁠Amaduerecer é assim rasgar-se,e remendar-se,é quebrar-se,e colar-se,é saber que quase sempre dói,mas depois é lição aprendida.

Inserida por BrioneCapri

⁠Já está em escassez admiradores de flores,cuidadores que as fazem florescer,quase não existe.

Inserida por BrioneCapri

⁠O processo de transmutação é doloroso,a primeira vez que acontece,machuca,arranha,rasga,é quase insuportável,mas os próximos se faz sorrindo.

Inserida por BrioneCapri

Qu⁠ase ninguém ver sangue de passarinho,que ainda ferido canta,voa,e tenta fazer ninho.

Inserida por BrioneCapri

⁠Bem-casado né?
É um bolo,que quase todo mundo come.

Inserida por BrioneCapri

⁠Braço forte,
Nada no rio.
Quase nada,
Muito de tudo.
De norte a sul,
Boa, vontade e sorte.

Inserida por BrioneCapri

⁠Não se demore no quase,
ele é um raso,
que não vale o mergulho.

Inserida por BrioneCapri

“As pessoas tendem a atravessar a gentileza como quem passa por um silêncio familiar, quase invisível aos sentidos habituados, mas despertam de imediato diante da grosseria, pois o estrépito moral sempre chama mais atenção do que a virtude discreta.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Normose

Uma triste epidemia assola a humanidade,
sintomas claros, quase sempre ignorados,
produzindo indivíduos massificados,
destruindo toda e qualquer individualidade...

Um distúrbio coletivo de personalidade,
criando humanos cada vez mais alienados,
com estilos e pensamentos padronizados,
Impostos por nossa hipócrita sociedade...

Condenando-os a este mar de mediocridade,
onde impera uma absurda falta de criatividade,
aliada a medo, conformismo e incapacidade...

Eu... Tento preservar a minha integridade,
permanecendo fiel a minha própria identidade,
mas isso soa para a maioria como insanidade.

Inserida por ClayWerley