Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
enigmas
Oque é visível hoje.
Ficou quase imperceptível a olho nu.
Não que não veja .
É que a Lua muda .
Então eu senti sua sombra, mas ela não me assusta, percebes?! Eu já encontrei a escuridão e quase perdi minha luz, num dia tão claro como esse. Há muito sobre nossa força desconhecida, num timbre capaz de incitar nossa coragem diante às armadilhas do caminho. Resgate pois então qualquer fagulha que o sol amanhecer.
Não tenho dificuldades em ser um inferno para mim e para os que me entornam, é quase um traço de personalidade sempre acabar levando na cara quando o dia se encerra - ou até quando se inicia -, seja no bom ou no mau sentido.
É que as vezes (em quase todo tempo, o tempo todo) bate uma saudade que dá um nó na garganta e sinto como se fosse um “beliscão” lá no coração e sobe aquela pressão aos olhos se transformando em lágrimas.
Posso estar em qualquer lugar do Mundo, mas o meu Mundo de fato, são vocês.
Que saudade, família!
Amo vocês!
Mas eu acho que eu estou quase aceitando que meu destino é morrer sozinho, eu não tenho muitos colegas, provavelmente todos vão se afastar depois da faculdade e estou bem com isso, não tenho nenhum amigo pra contar oque eu falo aqui e nunca tive alguem que gostasse de mim verdadeiramente mas eu to começando a aceitar essa vida, algumas pessoas nasceram só pra alegrar um pouco a vida de outras pessoas e carisma eu tenho bastante pra oferecer
"O consenso entre os covardes é sempre rápido, quase intuitivo; tem a velocidade da sua fuga da realidade".
Aquele quase beijo,
com um respirar quente
o olho no olho durante um silêncio que diz tudo.
O testemunho de uma lua mágica que espiona
o beijo roubado.
Os momentos de simples bom humor
e o suspirar que te eleva
ao desconhecido...
Essa batalha entre paixão e vontade ocorre quase diariamente. A fábula dos dois lobos, da tribo indígena norte-americana Cherokee, ilustra essa luta interna, onde a escolha de qual lobo alimentar determina o vencedor.
" PERCA TOTAL "
Sei que avancei, sem ver, o teu sinal
e quase colidimos na avenida
sem que nos fosse a sina pretendida
mais algo que se fez, lá, por casual.
Não houve dano algum nessa investida;
só me marcaste, um pouco, a lateral
e me encantastes com teu bom astral
de moça bela e, enfim, de bem co'a vida.
Foi pouco o dano ao carro. Já a paixão
que se instalou, sem dó, no coração
me deu perca total e, eu, sem seguro…
Da próxima, acelero e vou com tudo
beijar o lábio teu, doce, carnudo,
e te tomar pra mim de vez. Te juro!
Aprendi a nunca por expectativas de mais em pessoas, hoje espero tudo de todos, e quase nada seria capaz de me surpreender,com isso, ja não me perco mais em decepções.
A morte é cruel, é quase sempre inesperada,
Como inesperada ela pudesse realmente ser...
Somos seres muitos frágeis, pessoas afortunadas,
Devemos sempre, o dom da vida fazer por merecer...
Quem domina a comunicação escolhe: ensinar, enganar, enfrentar ou conduzir — e quase sempre o faz sem que você perceba.
É tão forte o que sinto por você, que quase escapa do meu peito.
A vontade de te tocar me toma por inteiro.
O frio na barriga vira um vendaval —
ansiedade que pulsa, grita, quase explode.
Parece que o amor quer criar corpo,
só pra te alcançar,
te sentir,
te tocar,
te viver.
Reflexões Sobre o Desabafo
(crônica)
É comum — quase corriqueiro — encontrar alguém que, no intervalo do café ou numa conversa despretensiosa, deixa escapar o peso dos próprios dias.
Despejam, sem cerimônia, as frustrações que apertam o peito:
o trabalho que exige demais,
a casa que nunca está em ordem,
o marido bagunceiro, ranzinza, pão-duro,
os filhos que não colaboram, que não estudam, que vivem grudados ao celular.
Falam dos pets que dão mais trabalho que companhia,
dos negócios que andam tropeçando,
dos sonhos adiados que já nem sabem se ainda são seus.
E a gente escuta — porque também precisa ser ouvido.
Porque falar parece aliviar.
Desabafar parece resolver.
Como se o simples ato de partilhar fosse suficiente para reorganizar o caos.
Mas será que estamos mesmo lidando com os problemas… ou apenas empurrando-os para fora, esperando que o outro nos ajude a carregá-los?
Será que desabafar, sempre, não vira um atalho para fugir de nós mesmos?
E se, em vez de apenas falar, a gente aprendesse a escutar… mas escutar a si.
Se olhássemos com mais cuidado para o que está dentro, onde os verdadeiros incômodos fazem morada?
Talvez, então, estivéssemos dando um passo além da queixa — rumo ao amadurecimento.
Porque crescer dói.
Dói encarar que, às vezes, o que mais nos irrita no outro é o reflexo do que não curamos em nós.
Dói perceber que não temos controle sobre tudo, nem todos — mas temos escolhas.
E, entre criticar ou ser exemplo, o segundo costuma ecoar mais fundo.
É preciso parar.
Nem que seja por um instante.
Um gole de silêncio entre as falas.
Um olhar mais suave sobre o mundo.
Uma escuta mais atenta para quem somos — e para quem estão ao nosso lado.
Pergunte-se:
O que me afeta, realmente?
Cabe a mim mudar algo?
Isso fala de mim ou do outro?
Onde está o meu papel nessa história?
Talvez a gente descubra que a vida não é sobre estar certo, mas sobre estar presente.
E que ninguém é perfeito — nem precisa ser.
Mas todos temos a chance de sermos mais gentis, mais compreensivos, mais inteiros.
Com o outro.
E, principalmente, com nós mesmos.
O Tempo
O tempo é rio que não volta,
é vento que sopra e se esconde.
É linha fina, quase solta,
que entre os dedos se responde.
É mestre de toda lição,
esculpe rostos, muda planos.
Apaga trilhas no chão,
mas sem roubar os enganos.
É cura lenta da dor,
é pressa quando há amor.
É silêncio que ensina a escutar,
é partida sem avisar.
O tempo não pede licença,
mas deixa marcas de presença.
É tudo que não se vê,
mas vive dentro de você.
