Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Coração
Ai, coração.....
E agora, o que faço?
Você bate tão de mansinho, quase não o ouço....
Tão baixinho, tão escondido, não te sinto....
Estou de volta a minha solidão
Ela sorri e me abraça.
É tão frio seu abraço, tão vazio
E tão cheio de nada....
Chove, coração...
Esta ouvindo?
Até parece que a natureza adivinha...
Ela é sabia, pois traduz
O que estou sentindo,
Pois as lágrimas que verti por dentro,
Estão lá fora, inundando o mundo.
De repente, quem sabe,
A chuva que agora ouço,
Pode servir de cobertor
Aos solitários,
Aos sem ninguém
E que, por terem a solidão como companheira
E não terem ninguém com quem compartilhar-se
Sentem mais que muita gente
Sentem mais profundamente.
E agora, coração?
Quem vai ouvir o meu grito?
E entender o meu pranto?
Não existe mais o acalanto,
Não existe mais o aconchego
Não existe mais o ombro amigo.
E agora, coração?
O que faço?
Sou forte,
Mas também,
Sou criança.
Esse mês de agosto lá para os meus lado é triste bobo.João Vermeio faz a dele lá, bebe quase que a água toda do rio...
Os mortos falam. Todo mundo fala. Quase todos mentem, mas os cadáveres não o podem fazer. No entanto, as mentiras também dizem algo de importante, porque as pessoas mentem com um objectivo.
ESCREVER
Há quem diga que pensamentos podem também machucar,
Quase não dá para acreditar, pensamentos são pensamentos, ora...
Mas hoje me pego pensando em tantas coisas que passaram e
Ainda passam, coisas que gosto de lembrar e coisas que queria esquecer,
Mas não consigo, assim como não consigo parar de escrever...
Me sinto como se fosse de outro mundo e quero fazer parte desse...
Gostaria de sonhar como as pessoas sonham,
Pensar como elas pensam...
Ser feliz como elas são, ou acreditam ser...
Ser feliz em caber neste espaço, mesmo como um ser anônimo,
Uma agulha no palheiro, como dizia minha avó...
Mas não consigo mudar nada e então me calo,
Porque então minhas mãos não fazem o mesmo,
E meus dedos não conseguem emudecer nesse teclado?
QUANDO
Quando penso em você.
Quase morro de saudade.
Fico louco pra te ver,
Mas aonde? ninguém sabe!
Desde que você partiu,
Tenho os olhos razos d'água.
De mim nem se despediu,
Me deixando só a mágoa.
E assim, não posso viver.
Sem você e o seu amor.
Por favor! venha me ver,
Pra curar a minha dor!...
Escrito por Elcio Moraes
ja li sobre quase tudo, minha cabeça sabe o porquê de tudo, meu coração que aperta esperando uma oportunidade.
É essa a grande e terrível chantagem da educação, a que é quase impossível escapar. Nenhuma criança pode viver sem amor. É por isso que se adapta ao modelo exigido, embora não lhe agrade, embora não o ache justo.
"Quase apagaram a minha luz...
Cheguei a ser só o eco de uma voz que um dia brilhou...
Mas um dia reencontrei a esperança e a luz voltou a brilhar
me dei conta de que você estava aí, gritando sem medo que ainda acreditava em mim
E hoje por você e por mim estou aqui com mais força,
sem medo, com meu hino ao amor.
A os corações partidos que vão juntando pedacinhos...
Eu acredito...Salva-me.
Quase tudo se perde, quase tudo se tem. Somente a beleza das flores e os amores verdadeiros são eternos.
Quase tudo na vida é fruto de nossos sonhos que se realizaram, mas nem tudo que nós sonhamos na vida se realiza
FEIRA DO QUASE TUDO
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)
Mulher bonita nao paga
Mas tambem nao leva mercadorias da feira
So o meu coracao livre
Se for uma mulher solteira
Pois nao quero um marido irado
Me fazendo ameacas
Sou apenas um feirante sarado
Que supre as suas casas
Tenho tomates vermelhinhos
Carnes pros churrasquinhos
E o melhor bacalhau da cidade
Brinquedos para as criancas
Porquinhos das poupancas
E baus da felicidade
Tenho vinhos do Porto
Perfumes de enfeitar o morto
E velas para o caixao
Detectores de mentiras
Balas e revolveres de tiras
E ervas contra traicao
Mulher bonita…..
Tenho carro importado
Carro tambem roubado
E pecas de reposicao
Tenho algumas bicicletas
Motos e lambretas
E ate um aviao
Tenho passagens pro ceu
Para quem quer ir pro ceu
Na primeira viagem
Ou quem quer ir antes
Num foguete que explode instantes
Depois da decolagem
Mulher bonita…
Tenho livro para os amantes
Aneis de debutantes
E dentaduras de banguelas
Bolos de casamentos
Copias de juramentos
E fechaduras para as janelas
Tenho o mapa do pais
Os oculos para o juiz
E o martelo da decisao
Quase tudo que voce supor
So nao tenho um amor
Para o vazio de meu coracao
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP
Globrazil@verizon.net ou Globrazil@hotmail.com
http://www.yesportes.com/
para "juliana nunis"
NESTA VIDA POUCO SE CRIA. QUASE TUDO SE COPIA! ASSIM COMO VC COPIOU UM TEXTO Q NÃO ERA SEU E O PUBLICOU NA INTERNET.
O presente é aquele tempo onde quase nunca estamos, embora seja aí que está a porta de acesso ao que sempre buscamos: a felicidade.
Existe uma porta no presente que nos leva ao infinito, mas, é tão difícil abrir essa porta...
Muitas coisas nos dificultam estar no presente por inteiro, entre elas o aprendizado das muitas maneiras que temos que ser e fazer para alcançarmos o sucesso, a felicidade, o amor, etc..
Séculos e séculos de aprendizado.
Aprendemos tanto como tem que ser e como tem que fazer, e nos apegamos tanto ao que aprendemos, que acabamos esquecendo o caminho para o presente...
Chegamos a um ponto em que viramos uma verdadeira salada de ingredientes cada vez mais sofisticados, que acabaram escondendo tanto quem somos, que até nos esquecemos que podemos existir em outra forma...
Mas, quando, assim do nada, estamos distraídos e sem pensamentos, mergulhados no vazio que nos pegou de surpresa, por um lapso da mente que perde o controle, conseguimos experimentar um gostinho do presente, nos sentimos tão em casa sem precisar ter nada, que isso nos faz entender que tudo o que nos ensinaram não se compara nem de longe ao que podemos acessar, só por estarmos no presente.
Ontem, meio por acaso e por absoluta distração da mente, que se perdeu entre os fios de um bordado que eu fazia aconchegada na rede do quintal de casa, me vi de repente inteira e feliz, simplesmente feliz...
Tão feliz que nem me dei conta que havia aberto a porta do presente...
Nem sei como abri a porta dessa vez, acho que entre uma miçanga e uma estrelinha furta-cor, as linhas coloridas me puxando, deixei-me levar pelo bordado e a porta se abriu, sem que eu sequer percebesse.
Quando dei por mim a noite já chegava sobre o dia e me dei conta de como pode ser simples ser feliz.
Ser feliz sem precisar de nada além do que você já é...
Eu sempre acredito que O Grande Mistério não ia nos pregar a peça de negar a possibilidade de sermos felizes com o que já temos a cada dia...
Não seria justo.
Só que saímos que nem loucos em busca de encontrar a felicidade sem nem nos darmos conta que ela já pode estar conosco...
Podem acreditar, cada um contém em si o dom de ser capaz de ser feliz...
Como diz a música.
E essa felicidade já está disponível a cada dia sem precisar acrescentar nada ao que já temos...
É só a gente esquecer um pouquinho de pensar e de tudo que nos ensinaram a fazer e a ser e permitir que a porta do presente se abra.
Não compare o seu dia e a sua condição com nada e com ninguém porque isso por si só já nos impede de estarmos no presente...
Confie que você já é feliz e não sabe ainda...
Acredite que existe um tempo, aqui e agora, que é um presente que foi dado a todos nós gratuitamente, só precisamos abrir a porta para que ele entre e preencha de infinito a nossa rotina já tão cansada de sonhar...
(texto de Rúbia A. Dantés)
Há coisas que magoam e coisas que doem. Tu tens duplo efeito.
Não matas, mas quase.
Andas sempre perto do abismo que leva ao próximo sentimento. E ris-te e gozas com isso. Mas eu aprendi a ser mais forte e a lutar contra isso.
Noites de festas
Risos e sorrisos
Tempo perdido, solidão
A vida cicatriza quase tudo
O coração nem sempre aceita
Mais o tempo faz
A lua não é bela como era
O olhar sem profundidade
Tudo passa bem devagar
Sem interesse eu cochilo
Nem sonho mais de tão vazio
Tento abrir meus olhos
E mesmo assim não vejo
Não sinto o gosto que tinha
Nem me lembro como me sentia
O vento parou no meu quarto
O teu retrato não me balança mais
Os dias são iguais
As noites desiguais
O palco esta lotado
E as arquibancadas vazias
Todos só querem aparecer
E enquanto tento me esconder
Deixo você ir embora
Não sei o aconteceu lá fora
Aqui dentro continuo comigo
Continuo sozinho.
