Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

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0544 "Gosto de quase tudo o que leio. E gosto (muito) de tudo o que escrevo."

O inferno raramente começa no fim da vida, quase sempre começa nas pequenas concessões.

O problema da humanidade é sempre o mesmo:


gente que sabe pouco, fala demais, faz quase nada e quando faz, faz muita merda.

Ruínas da verdade


Chegam os tempos das incertezas.
Quando quase nada encanta,
ao saber da verdade dos truques;
A magia de tudo se esvai.
Os belos discursos, o teor das palavras frenéticas,
perdem a veemência
com o caráter de papel do preletor.


A democracia é relativa aos interesses;
E a vergonha se mede pelo tamanho e pelo lucro da barganha.
As casas e os homens da justiça
parecem recicláveis, misturas de tudo.


O poder nas mãos de roedores,
que nada plantam, nada produzem,
só consomem e deixam restos.


Tempos de incertezas, rumos ao caos.
Caminha-se para a ruína
no tempo de tantas informações.
A ganância consome
primeiro a capacidade de projetar um futuro melhor.

A alegria do dinheiro é passageira. Mas a felicidade de ajudar um amigo é quase eterna, dura uma vida inteira.

Mentir é quase colocar uma bomba-relógio em uma ponte que você está passando.

Espiritualizar tudo... ou nada ... é quase a mesma coisa ...

Uma pessoa jovem que entre no mercado de trabalho a partir dos anos 2000... quase não tem qualquer hipótese de trabalhar para a mesma empresa nem uma década. Neste mundo as pessoas têm que tomar a responsabilidade pelos seus próprios futuros. Não podem simplesmente contar com a subida numa escada de carreira.

Nem toda dor grita. Algumas dores são silenciosas, discretas e quase invisíveis. Elas não chamam atenção, não provocam lágrimas constantes e muitas vezes passam despercebidas até mesmo pelas pessoas mais próximas.


Essa é a natureza da anedonia.

Há coisas que faço com grandeza quase ofensiva — levantar ruínas, atravessar vendavais, carregar mundos nas costas. E, no mesmo corpo, existe o sujeito que trava diante do pequeno: lavar a louça, lavar o corpo, lavar a alma — e nada ficar realmente lavado. A pia continua cheia, a pele continua cansada, e a alma… essa sempre deixa um canto por esfregar.

De vez em quando, meus monstros me chamam para a caverna. Eles têm boa dicção, argumentos sedutores, promessa de silêncio. Os pseudo-anjos, esses, são piores: falam em luz, mas deixam tudo enevoado; abrem a boca e não esclarecem nada — só criam sombras com asas brilhantes. Vivo assim: entre o que me salva e o que me consome, entre o que me ilumina e o que me incendeia. Um clarão que, às vezes, vira labareda.

Dentro de mim, a vida e a morte conversam. A morte que pede fôlego, a vida que implora descanso. As dores anunciam sua chegada sem som — e quando finalmente tento dizer, ninguém entende a língua em que sangro. Falo em metáforas, gaguejo verdades, engulo gritos. E sigo juntando frases soltas: as tuas, as minhas, as que se quebram antes de virar sentido. Somos dois que viram quatro, e cada um deles puxa um fio do mesmo corpo.

Muita gente em mim. Tão pouca gente pra mim. Por mim?

Minha voz anda rouca de tanto gritar por dentro. E, no entanto, aqui estou: 30 gotas de Rivotril, uma trégua temporária, mais uma noite sem enlouquecer. Amanhã acordo de novo, inteiro o suficiente para existir, firme o suficiente para não pedir licença, atento o bastante para não pisar nos ovos dos pintinhos que nunca rompem a casca.

Porque, apesar de tudo, ainda escolho viver. Mesmo quando viver parece demais para um dia só.

"Srinivasa Ramanujan, matemático indiano — um gênio que o mundo quase não teve."

"Cada falha é um sussurro do futuro dizendo: ‘Ainda não… mas quase.’"

“As que ainda são doces, femininas e educadas viraram edição limitada. Artigo de luxo, quase relíquia.”

⁠No Brasil tem muita celebração de evangélicos e quase nenhuma celebração do Evangelho!

O Modus operandi de algumas “igrejas” não contribui em quase nada para uma fé fiel às Escrituras, a Sã doutrina e aos pais da igreja até o terceiro século. Pois algumas dessas “igrejas” fazem apologia a conceitos filosóficos, maniqueísmo, gnosticismo e ideologias impregnadas de conceitos pagãos do cristianismo de Constantino. Nele, que nos chamou para pregar o Evangelho do Reino.⁠

⁠Muitas empresas da fé que ainda funcionam hoje não têm mais credito algum na sociedade, estão quase que totalmente descartada pela nova geração, elas ainda se sustentam apenas pela força da propaganda, do entretenimento, dos shows, dos artistas e pelas muletas e escoras de coaches que prometem sucesso e riqueza aos seus frequentadores.

⁠Em tempos de quase nenhuma inteligência intelectual e emocional, quem tem inteligência acima da MÍDIA já deu um salto quântico para não ser manipulado.

⁠A pregação do Evangelho está quase desaparecendo de alguns púlpitos, os mandamentos da mutualidade não existem mais, a espiritualidade está sumindo de algumas comunidades e uma parcela enorme daquilo que se chama “igreja” está funcionando por meio de entretenimento, performance, efeitos especiais e manipulação das massas via redes sociais.

A traição é um dos mistérios morais mais inquietantes da alma humana. Quem trai quase sempre teve diante de si a possibilidade simples e digna de partir.


Ainda assim, escolhe permanecer enquanto corrói silenciosamente a confiança do outro. Talvez porque a verdade exija coragem, e a mentira ofereça abrigo momentâneo.


Talvez porque alguns temam mais a solidão do que o peso de ferir alguém. No entanto, a traição revela algo mais profundo que a quebra de um compromisso: ela expõe o conflito entre aquilo que somos e aquilo que fingimos ser.


No instante em que alguém trai, não rompe apenas um vínculo com o outro, rompe, sobretudo, com a própria honestidade de existir.

A rosa negra é mistério e lenda, um símbolo de renascimento no escuro. Suas pétalas, quase sem cor, são o sopro da noite, um convite à reflexão. Ela não desabrocha como as outras, mas promete força, mistério e eternidade.