Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

Cerca de 391676 frases e pensamentos: Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

"Não posso te culpar por me amar pouco....
Se dentro de mim; de amor quase nada encontro....."

Inserida por MillaLeviny

Agora sim percebi que o amor às vezes nos prega peças e mostra-nos um caminho tortuoso e quase sem volta.
Mas sempre que isso acontece logo aparece alguém e nos surpreende com apenas um sorriso, e nos coloca no rumo certo.

Inserida por sou-denis

O amor é quase que perfeito, porém existe falhas e muitos defeitos.

Inserida por andradizinha

Todo dia morre um amor!

Todo dia morre um amor.
Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina.
Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos.
Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo.
Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos.
Morre da mais completa e letal inanição.
Todo dia morre um amor.
Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir.
Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso.
De saber que, mais uma vez, um amor morreu.
Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa.
E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado.
Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição.
A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia.
Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias.
Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão.
Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de penico os ouvidos de infelizes garçons.
Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso.
Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram.
São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão.
Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana).
Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix.
Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos.
Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência.
Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas.
E é esse amor que eu quero viver com você,
PARA SEMPRE!!!

Alexandre Inagaki

Nota: Versão adaptada do "Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor", de Alexandre Inagaki: Link

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Inserida por Nil12

"A quase morte nos ensina muito. A partir daí... Percebemos a importância de externar o amor àquela pessoa. Damos valor às pequenas coisas. Somos felizes com pouco. Vivemos a vida. Enxergamos o tamanho do minuto. A alegria passa a ser o mapa de nosso caminho. Passamos a amar mais, acreditar mais, sonhar mais... Enfim, nascemos outra pessoa, o coração cresce, a mente enobrece... Onde compartilhar os melhores momentos com outra pessoa é regra."

Inserida por JVRDentista

Uma definição quase completa do que é saudade é que ela e amor são inimigos pois quando amamos alguém que está longe o amor se torna insuportável contudo meu amor por você é tão grande que supero a distância e enfrento a saudade. E eu quero te dizer que eu te amo e que sem você não posso mais viver,assim como o céu está cheio de estrelas meus olhos estão cheios de amor por você!

Inserida por Vanessaoh

Sempre escrever sobre amor quer dizer que é quase impossível, é improvável, seria revolucionário se eu pudesse falar do amor na sua forma mais simples, quando existe afeto dos dois lados, quando eu pudesse escrever "amor, seus beijos são os melhores", pois apesar de estar sempre escrevendo sobre amor, não provo de beijos. Provo de torturas e desejos, provo de desavenças e de dias solitários, sem pássaros, sem vôos, sem ligações noturnas, sem cafunés e sem cafés.

Inserida por apenasopiloto

Acreditamos em um amor que e quase impossível de se acontecer, mais mesmo assim acreditamos e confiamos nesse falso amor.
Amamos pessoas que não nos amam e assim nos fazem sofrer.Nos ligamos a falsas esperanças de um dia poderemos viver esse amor.

Inserida por biaerubinho

Não permita que o orgulho tire um grande e verdadeiro amor, quase sempre é melhor engolir o orgulho e voltar atrás. Permitir que um amor se vá por conta de orgulho, só nos trará tristezas, jamais tal situação nos provará que estamos certos ou errado, e, ainda que estejamos certos, do que vale a razão, quando queremos tão somente amar, o Amor é tão irracional quanto a razão é sentimental.
No final, a única consideração que devemos ter se resume a respeito.

Inserida por betoinfo

É nesse andamento em que o amor agradável quase não funciona mais na deficiência do útil, que pessoas se apegam a Deus, para confiarem em alguém, às vezes por acreditarem que é o único modo – e não infalível – de não se decepcionarem.

Inserida por nanisoares

O coração dói quando temos um amor não correspondido. Mas, o coração quase pára de bater quando alguma pessoa o parte.

Inserida por leticianogara

Nunca é uma palavra muito longa,quase é uma palavra incompleta e amor,bom é o que eu sinto por você !!!

Inserida por Isabellas213

Eu tive um quase amor mais cedo que você, e ele quase me deixou entrar por completo, quando tudo parecia finalmente dar certo, pronto, ele se tranca e eu saí. Tchau, quase amor. E veio você, que tem um jeito desse antigo menino, que vai e volta, que eu nunca sei como você está e eu tento adivinhar tudo que acontece aos poucos. Eu sempre acreditei em todos os meninos que eu pudesse um dia gostar, acreditar que finalmente, graças a Deus, eu iria ter a chance de ser feliz realmente. Não teria sorrisos pelas metades nem abraços superficiais.

Inserida por LaylaPeres

Fiz um amor evoluir. Eu. Sozinha. Me banquei com o coração batendo a quase três mil por horas. Me banco até hoje. Com o coração vazio que vê um amor ali. Um amor estranho pra lá. Um amor platônico me olhando. Mas eu sei que a mente é acostumada. Eu sei. Mas o que pode se fazer? Nada. Não se pode fazer nada. Eu vejo uma coisa... E aí eu penso. Vou falar: Por que não pode me amar também? Só por que eu não sei amar? Por favor. Mas não. Não seria natural. Então, esquece. Sou um tanto quanto individual. E isso não faz mal para ninguém. Mas faz mal para mim.

Inserida por LaylaPeres

QUASE SUBLIME

Eu queria falar do amor
De uma forma diferente
De uma forma abrangente
De uma forma espontânea
Não quero falar das mesmas coisas:
- O drama, a perfeição, a intensidade
Às vezes sentindo saudade
Às vezes sentindo medo

Mesmo sem tocá-lo
Sabemos que ele existe
Pois sempre há alguem que insiste
Em cutucar o coração

Não posso dizer que amo
Pois tudo está sem métrica, sem rima
Porém só o amor nos ensina
Transmitir o sentimento
Os olhos chorosos
Choram quando as bocas se tocam
E as metades dos corações se deslocam
e voltam para o lugar que os transforma
num só

Estou falando das mesmas coisas:
-Do drama, da perfeição, da intensidade
E cá estou sentindo saudade
E cá estou sentindo medo

Mas vou falar um segredo:
Fui tentar ser abrangente e por tentar
Falar do amor de tal forma,
Descobri humildemente que estava apaixonado.

E este amor é teu , mesmo sem métrica e sem perfeição
Mas só tu tens a senha do meu coração
Que contém todos os segredos meus
Que enchem de amor os olhos teus
Mostrando gradativamente, espontaneamente
O que sinto e o que sou!!

Inserida por AndersonBrito

O tempo é capaz de apagar quase tudo, menos as feridas relacionadas ao amor e ao coração.

Inserida por SrKatto

Foi quando quase morri de amor.. que descobri o quanto de amor ainda há pra se viver!

Inserida por freitasanacarolina23

Saudade...
Sinto da tua boca,
Daquele amor tão grande
Que quase me deixa louca!

Saudade...
Daquele imenso amor
De promessas e mentiras
Que tão cedo se acabou!

Saudade...
Daquele beijo
Que tanto me fez sonhar
Saudades de um grande amor
Que jamais voltará!

Saudade...
Daquele beijo
Dado com tanta emoção
Meu amor não volta mais
Deixa-me em paz com a solidão!

Inserida por DaniMonte

Durante toda a nossa vida nos venderam o chamado “amor romântico” quase que de forma constante. Lemos sobre ele em vários livros, nos rendemos a ele em mil e um filmes, nas centenas de séries de televisão e, inclusive, através da moda e da publicidade.

Poderíamos dizer, então, que o “amor romântico” é uma espécie de fraude? Talvez não tanto, ou talvez sim… A despeito disso, poderíamos defini-lo mais como um “amor inconsciente”, já que de certo modo, não é mais que uma idealização das relações afetivas. É aí que estabelecemos um apego muito intenso e uma dependência mútua que quase nunca termina bem.

Não é bom idealizar o amor, nem fantasiar sobre como deve ser nosso par ideal. Possivelmente, nunca conseguiremos encontrá-lo se vivermos de acordo com esse padrão perfeito que sonhamos para nós mesmos. Às vezes, costuma-se dizer que “o amor verdadeiro não vem de repente para alguém, ele parte do nosso próprio interior”.

Ou seja, a relação perfeita deve ser construida de modo “consciente”, com esforço, dedicação e maturidade emocional.

O amor “consciente” que teme a solidão
Falemos do amor “consciente”. Se você nunca ouviu esta expressão vale a pena aprofundar-se nela através de umas pinceladas que, imediatamente, encenarão como são essas relações afetivas que queremos descrever para você:

– Os casais que se amam de modo “consciente” não se veem como metades um do outro, como a metade da laranja com a qual precisam se unir para serem uma só pessoa. Absolutamente. São pessoas completas, que não temem a solidão, são laranjas inteiras que oferecem sua plenitude e sua maturidade emocional livremente para seu par, para serem mutuamente felizes.

– As pessoas que estabelecem relações “inconscientes” são, geralmente, imaturas. Procuram outras pessoas para preencher seus vazios emocionais, para encontrar um equilíbrio em seus problemas e estabelecer, por sua vez, um tipo de apego geralmente tóxico. Para isso, não têm dúvidas quando à manipulação, estabelecem chantagens sutis, pois, antes de tudo, temem ficar sozinhos novamente nessa imaturidade com a qual ainda não puderam aprender a lidar.
No entanto, as pessoas que veem a si mesmas como completas e que têm a sorte de encontrar, por sua vez, pares igualmente maduros emocionalmente, são capazes de criar esse amor “consciente”, onde tudo flui com normalidade. Não há exigências, não há vazios a serem preenchidos, há apenas uma confiança mútua e um entendimento onde, diariamente, será construído o amor verdadeiro. Não um ideal. O autêntico.
Como estabeler um relacionamento consciente
É possível estabelecer vínculos afetivos que realmente funcionem? Naturalmente, sim. Estabelecer uma relação baseada em um amor consciente, em primeiro lugar, não deve partir de uma necessidade de preencher um vazio emocional, já que não se trata de procurar, pois no momento em que usamos essa palavra, evidenciamos uma falta, uma necessidade.

Trata-se de esperar, de nos deixar levar pelo caminho onde o mais importante somos nós em primeiro lugar. Aprecie mais você mesmo, suas experiências, seu dia a dia, onde você pode aprender de tudo, onde pode se enriquecer como pessoa para amadurecer por dentro. O amor chegará quando tiver que aparecer, mas não se esforce para criar um ideal na busca da pessoa perfeita.

Para entender melhor, tome nota dos seguintes conselhos:

1. O melhor é que você não tente encontrar a pessoa perfeita. Comece por você mesmo, crie, em primeiro lugar, a pessoa que você quer ser.

2. Construa seu equilíbrio emocional, reforce sua autoestima, defenda seus valores.

3. É importante que você aprenda a estar só; entenda que a solidão não é prejudicial nem perigosa. Não se esforce a estar com ninguém só por ter medo.

4. Nunca perca a imaginação e a inocência ao iniciar novos relacionamentos. Não tenha medo de cometer os mesmos erros do passado; você aprendeu muita coisa com estes erros e sabe muito bem do que precisa agora.

5. Nós sabemos que, de certo modo, temos um ideal de como queremos que seja nosso par perfeito. É algo que ninguém pode evitar. Entretanto, se estiver tão claro assim,, seja você mesmo a pessoa que você quer ter ao seu lado… Afinal de contas, a pessoa adequada se refletirá em você.

6. Finalmente, tenha sempre em conta um aspecto: você merece ser amado(a) plenamente. Nunca duvide disso.

Inserida por CarlosRFCosta

O amor é como uma fonte que nasce entre as pedras, quase não se percebe quando nasce, pois vem como gotas, bem pouquinho, bem devagarinho, quando menos se vê virou um riachinho, quando menos se espera se transformou em um rio, e então se percebe que é a melhor forma de matar a sede diária, um pouquinho todo dia, mantém tudo vivo, mesmo entre todas as situações da vida, é a fonte que te dá prazer de seguir por mais um dia.

Inserida por MarcoBrito