Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos

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quem sou eu?
sou o que sinto, as vezes o que penso e o que quase ninguem vê.. sou apenas um ser querendo se achar nesse mundo escuro e traiçoeiro..

Eu sou o encontro de mim comigo dentro de uma farsa quase perfeita. Eu faço que faço de conta o que me faz triste e perdida; eu disfarço o que não tem disfarce numa memória de sonhos desiludida. E crio o que eu não crio recriando o jogo da ilusão, mas não consigo conseguir o que sei que não consigo. O amor está dentro de mim...

Como diriam meus antigos colegas de classe: Eu sou um homem filosoficamente quase correto

Eu sou um tipo de garota quase não existente, me sinto diferente, não confundo sensualidade com vulgaridade, acho que o tamanho da minha roupa não atrairá nenhum principe, sigo conselhos de pais e avós, sou contra a banalidade do seculo XXI. Sou aquela garota que não gosta de bebedeira, de drogas, nem beija por simplismente ficar, gosto sim de batom, roupas, compras, mas não vivo da futilidade, me importo com estudos e tenho metas, não sou submissa a nenhum homem, quero uma amor, mas não necessito disso, sei que tudo que vier é porque Deus permite, coisas boas se vão, mas coisas melhores ainda estão por vir.

Se eu pudesse unir os "quase" dos quais sou feita, talvez eu fosse inteira!

Um sábio amigo me disse que quando paro para pensar o que vou falar sou quase perfeito, porém quando jogo ira a minha fala acabo fazendo o que as pessoas querem, que é tirar minha serenidade, dai de certo passo a errado.

Eu sou! Por vezes fogo, outras vezes um mar calmo. Ás vezes sou uma garota e quase sempre mulher. Por vezes sou impaciente, outras vezes passiva... Outras alturas exigente, mas aceitando as diferenças... Por vezes apressada, querendo do meu jeito, outras vezes nem por isso...
Por vezes sou alegria, outras vezes tristeza....
Mas sei ser esperança e sobretudo respiro música na sinfonia da vida...

Eu não sou nem um pouco diferente de todas essas garotas, faço quase tudo que elas fazem o problema é que eu não penso igual a elas.

Eu não sou bonita, eu não sou inteligente, eu sou um nada… Ou quase nada.. Acho que eu sou um pequeno grão de areia vivendo nesse universo.. Um grão de areia dominado pela dor, tristeza, desespero, que chora a todo momento, que só de respirar sente seus olhos encherem de lágrimas. Estou sem caminho, sem destino, só vagando pelas ruas sem aquele brilho nos olhos, sem aquela vontade de viver, de procurar pelo amor… Eu sou um grão de areia, que a cada dia que passa se sente desfazendo mais, o vento passa é leva mais um pedaço de mim… Daqui a pouco não irei existir, mas isso não faz diferença alguma, afinal, eu sou apenas um pequeno grão de areia ocupando um espaço sem sentido na vida, que não faz parte de nenhum lugar, que nenhum outro grão irá nem ao menos lembrar que um dia existiu.

Ultimamente a falsidade está emanando por todos os lados, eu quase chego a acreditar que sou eu o errado neste mundo-cão

"Sou um bicho quase irracional que vaga com uma flor na mão"

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca... Nasci para poucos e morro por quase ninguém.

cabelos ao vento
e ele quase me carrega
me leva
sou livre
leve e solta
vou com o vento
com o tempo
até aonde eles quiserem
me levar
me trazer
me jogar
pra lá e pra cá
sou o seu brinquedo
preferido
adoro ser rebatida
e é na contrapartida
que eu volto mais forte
mais atenta
mais valente
mais corajosa
a vida me pede força
me perde e me força
a voltar pra lá
de um jeito ou de outro
aqui não é o meu lugar!!!

Sou uma espécie estranha e rara, que às vezes se encolhe de medo da vida até quase sumir. Mas, quando resolvo me reerguer, sou capaz de me tornar grande, bem grande... Na verdade, enorme em minha infinda capacidade de auto recomposição.
Sou como uma velha águia, que se esquiva e se esconde... Envergonhada, se isola do mundo á sua volta, esperando pelo fim e prepara-se para morrer. Solitariamente, entra em um processo de auto flagelo, rogando apenas para que ninguém chegue tão perto, a ponto de perceber as suas fragilidades.
Ás vezes, me mutilo emocionalmente e arranco as minhas vontades e expectativas a unha. E, quando penso que já vivi tudo e que vou morrer, brota em meu ser uma força descomunal. Subo ao topo da montanha da vida, levanto voo, e recomeço novamente.

Poema do solito.


Sou assim, tenho muy pouco,
por sinal, quase nada;
me basta uma payada
num galpão ao anoitecer,
vendo uma estrela se perder,
quase se apagar na coxilha.
Eu, deitado na encilha,
com cheiro do colorado,
o candeeiro enfumaçado,
pendurado no travessão,
que sustenta a velha quincha,
apertada como sincha
na coberta do galpão.


Minha cama é um catre,
pelego é o meu colchão;
e nas noites de invernada
tenho a alma abrigada
e amadrinhada no xergão.
Por vezes, no imaginário,
nessa coisa de solidão,
penso em outros tempos
enquanto sopra o vento,
assoviando no oitão.


Nesse silêncio velado
de campo e alambrado,
quase no fim da pampa,
donde o gaúcho é estampa
que mantém a tradição.
Quis assim o destino:
que eu, paisano e fronteiriço,
índio, guasca mestiço,
fosse guardião destas terras.
A tropilha, o gado que berra,
o tarrã no banhado,
o quero-quero entonado
no ofício de posteiro,
desconfiado do orneiro
que segue barreando o ninho,
pra não terminar sozinho
igual este rude peão.


Não quis china nem cria,
mas me contento solito:
companheiro, o mate, o pito
e o colorado que fiz pra mim.
Enfrenei, domei e, por fim,
vivo nele enfurquilhado.
Às vezes vou ao povoado
ou no bolicho da ramada,
onde se junta a indiada
pra carpeta, algum bichinho…
E o meu pingo, ao relincho,
me espera na madrugada.


Renato Jaguarão

⁠ ¨ Quase todos os dias sou entrevistado
pelo meu próprio coração ¨

Sinto ciúme, faço fofoca, falo palavrão e tenho dias azedos. Sou quase normal e quase louca. Não sei muita coisa, mas procuro estar com os olhos e ouvidos abertos para absorver tudo que a vida me dá. Adoro viver, a ideia de um dia morrer me assusta. E eu amo, amo demais. Tenho um amor imenso pelas pessoas que são importantes na minha vida. Hoje, consigo separar e saber quem é meu amigo, quem é colega, quem é conhecido. Apesar disso, convivo bem com todos. Pouca gente sabe a fundo da minha vida e de mim, eu disfarço. Não gosto de me expor.

Sou como um livro, as vezes estou fechado, muitos me julgam só pela capa, quase poucos observam meu conteúdo, outros só riem da metade, e só uma tem coragem de ir comigo até o final.

Sou um redemoinho de emoções e sensações que muitas vezes quase vira furacão.

Sou feita do que vivi
E do que quase me quebrou.
De amores que ficaram,
E de dores que o tempo curou.
Carrego marcas invisíveis,
Cicatrizes que não gritam mais.
Aprendi que cair ensina
O valor de levantar em paz.
Já chorei silêncios inteiros,
Já sorri com o peito em nó,
Mas transformei minhas sombras
Em abrigo, não em pó.
Não é que eu não tenha sofrido,
É que eu não deixei a dor vencer.
Escolhi ser luz no escuro
Pra lembrar que até na dor é possível florescer. 💛