Sou porque tu Es Pablo Neruda
Abril
Àguas mil
E que se Vá
Este abril invernoso
Porque é Maio
Mês de minha reinação
Recebo muito presentão
E disse Me Meu besoirão
Tens a chegar o camiäo....
Com outro leão....
EstA sem juba, e te vai levar ao tapetão....
Somos todos imãs humanos. Sabendo disso, entendemos porque somos os únicos responsáveis pela nossa vida e pela realidade ao nosso redor.
Isso porque, temos um imã interno. Nosso campo vibracional funciona como um imã, atraindo tudo o que estiver na mesma frequência e vibração dos nossos pensamentos, sentimentos e emoções.
Se você pensa, fala, sente e tem emoções de escassez e falta de dinheiro, por exemplo, você criou um campo vibracional com essas informações. Assim, o seu imã interno irá grudar na escassez e na falta de dinheiro, trazendo exatamente isso para a sua vida, caso essa vibração seja constante no seu campo de energia.
Uma pessoa fútil dispõe de adjetivos ignóbeis no intuito de preterir a outra, simplesmente porque não consegue retratar argumentos plausíveis para tal objetivo. Consequentemente ocasionando um ato frustrado.
Não conseguimos ver a verdade nem com ela sendo jogada na nossa cara,porque sempre pensamos na melhor opção que nos favorecerá.
Não desista dos seus dias difíceis,mas peça força,saúde, coragem e determinação, a Deus.Porque a vida é pra ser vivida.
Mantenha a mente tranquila e calma, porque, se perder o controle, poderá botar tudo a perder ou piorar ainda mais a situação.
Tá me querendo agora?
Então volta pro passado.
Porque foi lá que eu
te quis,foi por aquele
homem que me apaixonei!
Metade de mim é gelo..
A outra metade arde!!!
As palavras podem expressar as nossas angústias ou apenas compor os nossos silêncios, porque ainda cremos que, como na natureza, todas as coisas são passageiras e tudo se renova diariamente, até as nossas esperanças.
Seja um semeador da semente do bem,porque na separação do joio do trigo:Você será recompensado pelos bons frutos.
‘Escrevo porque as minhas palavras falam mais alto que a minha voz’.
E eu escrevo um parágrafo, e evito um corte;
E eu escrevo uma linha, e evito uma lágrima;
E eu não escrevo nada, e me sufoca, essa angústia, esses pensamentos todos;
Pensamentos pelos quais ressurgem e se simplificam em versos;
Nada do que eu diga faria diferença, assim, escrevo, desabafo, transbordo!
E é exatamente por isso;
Porque os meus segredos não mudam nada;
E as minhas verdades não são suficientes para que minha voz ganhe força;
Então mergulho em minhas linhas, parágrafos e versos;
Me revigoro, me liberto, me alegro!
De pequeno lembro-me destas terras,
porque ainda pequeno braços abertos me acolhia.
Lembranças muitas que começavam e terminavam
nos caminhos percorridos e distantes,
de Belo Horizonte a Montes Claros,
de Montes Claros a Belo Horizonte.
Por duas vezes ao ano, fazíamos essa viagem.
Ao aproximarmo-nos da Princesa do Norte,
ao final da noite ou nascer da madrugada,
e, ainda, do alto dos montes, avistávamos a cidade em luz, tal qual céu estrelado.
Céu esse que me era possível aqui,
pois a capital há muito o tinha esquecido.
Dindinha (minha avó) acordava para nos receber e acomodar.
Eu ia dormir, aguardando, ansiosamente, o dia seguinte chegar.
Já de manhã, à grande mesa posta para o café,
percebia a presença forte de meu avô Gabriel Borges
que me chamava, carinhosamente, de Pedrinho.
Abraçávamo-nos e rápidas palavras trocávamos.
Depois, eu ia me divertir. Passar, saudavelmente, pelo tempo.
Experimentava e sorvia Montes Claros na fase ingênua
que cada um, uma época, também vivenciou.
E tudo era novo: do cheiro da cidade, do gosto da culinária local,
incluindo o do pequi que não me adaptei, às
pessoas que eu não tinha, habitualmente, contato.
Os pontos de referência eram o meu avô e a minha avó.
O amor que os unia nos impede falar de um sem do outro falar.
Deles, guardo um carinho muito especial.
Volto no tempo, nas lembranças de minha infância, nas memórias de um passado
que se distancia, à medida que envelheço, para fazer esta singela homenagem àquele
que se estivesse, fisicamente, conosco, completaria 100 anos de vida.
Das estripulias do menino que aqui brincava,
levarei, para sempre, a alegria do pertencimento
e a segurança pelo acolhimento propiciados por
Nenzinha, Gabriel Borges e pelo o que esses tinham de mais nobre: o amor.
Para vocês, o meu agradecimento:
- Muito obrigado Dindinha, muito obrigado Vô!
Pra você falar que todos os homens são iguais,
Você tem que ser um exemplo de mulher,
Porque quando a mulher vale a pena,
Um homem pode sim mudar por ela.
Ah o amor!
Esse sentimento que invade minha alma.
Como dizia Drumond
Eu te amo..porque te amo!
E como eu amo!!!!
Invadiste meus pensamentos,meu pobre coração que esqueci desavisado,se encheu de amores por ti
E agora depois de me conquistar me abandonas
Já conseguiste o que desejava
Seu ego foi suprido
Seu orgulho de macho está satisfeito
E eu aqui sofrendo de dores
E amores por ti
Mas estou apreendendo
Mesmo sofrendo na pele
E daqui um tempo já posso explicar com riqueza de detalhes
Como se esquece um amor
Sua indiferença faz toda diferença!
Pior que ainda sinto sua falta, choro todas as noites..fico me perguntado porque é assim !?
Eu não tenho mas forças para suporta tudo isso.
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