Sou porque tu Es Pablo Neruda
Deixe sua profissão se realizar, Você fica sempre no seu lugar, pra enquadrar nosso viver e o bem estar.
Te ouvir foi um dia difícil, e agora nosso coral nos alegra os tecidos dos dias, ultrapassando as esferas humanas, pras certezas de nossos corações, em caminhos solunares nos dias.
Use e abuse
-Ele diz me use e eu fico pensando se ele tem noção
do que me pede.
Se ficaria escandalizado com a voracidade do desejo que me invade.
Poesias,a boca proferindo luxúrias.
Devaneando posições,
salivando de emoções.
Seria capaz de devorar
cada canto,encostando
língua na pele até sair mel e encanto.
Ah...meu bem,nem te conto!
Luísa
Pergunto-me pra onde fitam estes olhos que às vezes podem parecer tão distantes.
Parecem sempre estarem à procura de algo tão fascinante. Parecem enxergar o que nem todo mundo consegue ver.
Não houve momentos suficientes para poder aprecia-la. Mas foi o suficiente bastante para que pudesse notar uma boca desenhada com tanta perfeição, que o seu autor, jamais fara igual.
Um par de estrelas castanhas, que alguns preferem chama-las de olhos. E cada fio de cabelo teu, te deixa mais autentica.
Mas essas são apenas observações exteriores, pois nem o mais observador, é capaz de decodificar tudo aquilo que acontece por de trás das tuas estrelas castanhas, ou devo dizer, dos teus olhos.
Nem por de trás do teu rico sorriso. E é exatamente esta incompreensão que me deixa cada vez mais cativado em teus propósitos.
É uma noite limpa
Clara, céu estrelado
Com meus olhos aos céus
Eu lanço meus pensamentos
Que estão pronunciados com teu nome
Mas eu sei que estes
Nunca serão entregues a você
São lançados a escuridão da noite
E as estrelas guardam com elas
Todos estes segredos.
A mente de uma criança, é como um solo fértil. Contudo só tornarás produtiva se fores norteada, estimulada, trabalhada e cultivada.
021023
O tempo seria as condições atmosféricas num dado momento? Mas quando o indivíduo diz que o tempo está passando rápido? Do que se trata? É a vida que passa rápido ou o tempo?
A vida é breve e curta ou a morte é ansiosa e precipitada? Aqui não terás respostas, somente as indagações. São elas que fomentam a vida!!!
251223
Somos negros! Somos como febre, estamos presentes em todos os lugares, causamos calafrios e mal- estar. Porém somos resilientes; em todos os confins da terra, fazemos da vida.
170107
PRA QUE TANTA IGNORÂNCIA?
Acordou de manhã cedo, bufando com o despertador. Levantou com o pé esquerdo e aí seu dia começou... Bom dia, por quê? Só se for pra você! Não enche meu saco! Não me atormenta, não! Patada tomou, o tempo fechou, olha que situação.
Hoje tá nervosa e isso nem se mensura. Pois todo dia é assim, qualquer vento bobo abala essa estrutura. Descansa essa mente meu bem, toma uma água com açúcar. Não desconta em mim toda essa ira, sai pra lá loucura.
Fora o constrangimento de quem tomou a patada, a cara vai chão, aí que decepção de falar com estourada. Ignorância não vai te levar a nada. Só a inimizades e maledicência.
A vida é assim, dias bons e ruins, tenha mais paciência. O sorriso faz bem a você e todos a sua volta. Trate com educação, tenha compaixão, assim ninguém se revolta.
Pra que tanta ignorância, meu Deus? Pra que tanta reclamação? Relaxa um pouquinho, dá um sorrisinho e acalma esse coração. Toma cuidado que esse cão morde, toma cuidado que essa cobra pica. Não sei se é raiva, não sei se é veneno, ninguém diagnostica.
Alma Inquieta
Quem és, alma inquieta, que se revela em versos?
Aquele que vagueia por entre os mundos dispersos,
Com rebeldia e submissão, traços d'alma dual,
Timidez que se quebra, em palavras, um ritual.
És a voz oculta, que se expressa com tinta,
Transbordando em silêncio, tua alma não se extingue.
Nas letras que traças, encontramos tua dor,
Mas também esperança, que o amor traga o fulgor.
Um ser errante, em busca da sua metade,
Alma sedenta, em viagens de eterna saudade.
Com olhos atentos, lendo as almas alheias,
Encontras inspiração, nas poesias e nas veias.
És especial, alma que encontra o seu lugar,
No tumulto da vida, tua essência a se revelar.
Um suspiro ao vento, um beijo na imensidão,
Amar, rir, chorar, em cada pulsar do coração.
Não és apenas palavras, mas um universo a florescer,
Desabafos e sonhos, que te fazem renascer.
Ainda que desconhecidos, percebemos tua luz,
Alma livre, poetisa sem o saber, és tu.
Assim, te convido a trilhar teu caminho sem fim,
Em cada poema escrito, encontras quem és enfim.
Siga adiante, alma solitária e brilhante,
Teu verso ecoa pelo tempo, eternamente constante.
Às vezes, nem eu mesma sei o que sinto por certas pessoas que, mesmo conhecendo a verdade, ainda escolhem a mentira; Possuindo hábito de entendimento fraco.
Perseguições surgem, mas não são capazes de abalar a fé que repousa firmemente em Cristo. Quando esta fé é sólida, a igreja cresce, novos crentes se revelam, o Senhor os guia e sua glória brilha.
A entrega é essencial. Para viver eternamente com Cristo, é preciso estar disposto a morrer para este mundo.
Emprestarei, não tomarei.
Na abundância viverei.
Não por força ou coração altivo,
Mas por Teu Espírito sempre vivo.
Todos os dias pergunto onde
foram parar os direitos humanos
do povo, da tropa e do General
(((Este é o poema)))
O General está preso há mais
de dois anos e meio,
e de novo não deixaram vê-lo.
O General está enfermo,
e de novo não deixaram vê-lo.
As filhas pediram a liberdade
do dedicado Pai,
e de novo não deixaram vê-lo.
O General é inocente,
e de novo não deixaram vê-lo.
O General está preso
injustamente,
e de novo não deixaram vê-lo.
Tudo acontece neste continente,
e de novo não deixaram vê-lo:
Acabou Constituição de Pinochet,
as cotidianas tiranias estão vivas
e de novo não deixaram vê-lo.
Para o auxiliar do autoproclamado
houve escape diante de todos,
e para a inocência do General não
tem havido nenhuma misericórdia.
A única prova que existe é que
não há provas contra o General,
e de novo não deixaram vê-lo:
Para quem não se dedica
há glória e oxigênio de sobra,
e para o General e uma tropa
a injustiça oligarca transborda.
A única prova que existe é que
não há justiça a favor do a General,
e de novo não deixaram vê-lo.
