Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem

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RETOQUE
Poderia começar dizendo que sou um romântico,
Tudo que você sabe de mim ou de ouvir falar...
Na verdade eu vivo de retoques, só que as vezes dou cores demais
ao que era apenas preto e branco...
mas quando eu amo... pelo menos quando eu amo eu sou sincero...

bem, acho que não sou um bom partido
hoje em dia, as pessoas precisam mais de status do que de sonhos
e se você tivesse de escolher entre queijo e amor...
sem querer dizer que você é um rato,
acho que você escolheria queijo.

Isso não lhe deve deixar constrangida,
O que você pensa ser monólogo pode ser uma ratoeira,
Mas se você saiu ilesa, se você saiu inteira
Você realmente é um roedor...
Claro que isso é só mais um retoque...
Desculpe o mau jeito de um semeador de sonhos
Desta desvirtude você não sabia nem ouviu falar
Mas quem pode saber tudo de um romântico?
As vezes ele se confunde com suas fantasias e coisas tão abstratas...
As pessoas precisam apalpar, as pessoas precisam de chão como apoio...



Os céticos aproveitam as coisas até onde terminam
E nos românticos sabemos que, onde termina para eles
Para nós apenas começa e tem o infinito como limite...
É como voar como uma gaivota, não se debater como morcegos,
Desculpe a insistência, voltando aos ratos...

Fica esse devaneio em forma de verso,
O verso em forma de beijo,
O resto é o que você não pode saber do sonhador;
Fantasias... coisas tão abstratas...

Inserida por tadeumemoria

Contatos imediatos
Fragmentado, eu canto
E sorrio, eu sou um verso
Em cada esquina das minhas emoções,
Sangria madrugada a fio,
Teus dentes me trituram
Num sorriso irônico,
Anseio a insanidade
Para te ver varrendo a lua,
Sonhar e desejar contatos imediatos
Num beco da tua rua,
Mas, o que me resta é o atlântico,
Sou pirata de barcos de papel ,
Em batalhas memoráveis
Contra um capitão gancho,
Naufrago derrotado sem nem poder dizer- te amo
Mas as esmeraldas, as pérolas esse tesouro
Teus olhos e teu sorriso
Prometem batalhas inesquecíveis
Numa aventura eterna
Por mares nunca dantes navegados...

Inserida por tadeumemoria

Escrever agora é um hábito
É como tomar café com pão pela manhã...
eu sou metódico, sistemático...
talvez umpouco enigmático...
mas o que fazer com tanta sensibilidade
o que fazer com tantas possibilidades
o que fazer com a cidade
na palma de minha mão
o que fazer com o deserto
no olhar da mulher
eu bebo o meu café
e como o meu pão...

Inserida por tadeumemoria

latifundiário
Não tente entender o que sou
O mar é o mar e quem vai entender
Tanta profundidade, tanta imensidão..
A solidão tem seus próprios motivos
apenas navegue, navegue e assim mistérios
deixarão de ser mistérios...


navegar é preciso o poeta falou,
não tente entender as flores
por mais belas que sejam, os espinhos lá estão

não tente entender o que sou
o tempo é o tempo, a história o provém
o fato é a história feita no tempo
mas tempo eu não tenho
não sou escravo nem senhor de engenho

não tente entender o que sou
o verbo amar no gerúndio
se querer é quintal, amar é latifúndio
não queira entender o que sou
não sou malandro nem otário
sou latifundiário...

Inserida por tadeumemoria

Talvez: define exatamente o que não sou...

Inserida por tadeumemoria

ela se deita e diz que a vida é bela
e que a beleza de tudo é
por ser bela
se eu sou poeta ela é a poesia
poesia é a criação,
poeta é o criador, ou não?
ou pra ser venerada
a poesia criou o poeta
e o poeta apaixonado inventou o amor?

Inserida por tadeumemoria

FRONTEIRAS
Então eu olho no espelho do ontem e do hoje
Sem ter certeza de qual dos dois sou eu
A minha identidade usa fraldas ou próteses
Há um reflexo, um vulto, outras possibilidades
Um rio, uma terceira margem
A gente vai se multiplicando
Com o tempo sentimento e idade
E essa multidão passeia nas praças
Povoa as esquinas enche o coração
O coração da multidão
É movido pelos mesmos prazeres carências e fantasias
Com as mesmas incertezas
Rios margens e fronteiras
Elas conversam nas praças
Se pintam nos shoppings,
Se deliciam nas sorveterias
Imaginando o que suas almas escondem,
E o meu desejo diz que elas
Estão todas prenhes desse prazer
Mas tudo se dissolve num jogo de espelho,
Em margem de rios e fronteiras do tempo
Ontem, hoje, amanhã, todas prenhes deste meu desejo...
Prazeres órfãos porque o tempo dilui
Com a constante inconstância do que se abstrai na emoção...

Inserida por tadeumemoria

AUTOBIOGRAFIA

Uns me chamam de vagabundo...
Outros me chamam de anjo...
Não sou isso nem aquilo
Pelas esquinas do mundo
Eu vivo tocando banjo
Fingindo que estou tranquilo...

Inserida por tadeumemoria

⁠Tenho medo de ter medo,
eu com medo sou um perigo...

Inserida por tadeumemoria

Eu sozinho, sou eu mesmo mais 99

Inserida por tadeumemoria

⁠as vezes penso que sou triste,
as vezes não penso em nada,
as vezes tenho saudade do que nunca tive,
mas era tudo o que eu tinha
quando eu não tinha nada...
agora nem tenho essa ilusão...

Inserida por tadeumemoria

⁠Sou triste, sou tão triste, tão triste, tão triste...
Sabe esses dias chuvosos...
esses dias cinzentos, esses dias escuros
quando a natureza derrama todas as dores
e as vidraças choram as lágrimas de todas as angústias
sabe esta saudade que dói, de uma lembrança de um grande amor, de algo inesquecível...
sabe a infância de manhãs ensolaradas em jardins floridos por borboletas, pássaros e libélulas...
eu não sei...
eu sou triste, triste, tão triste...
um deserto povoa os dias, esfria as noites
nessa imensidão onde olhares não se alcançam
nem mãos se tocam, nem se ouvem as palavras
que eu diria, que eu escreveria se eu pudesse escrever
toda emoção, todo prazer, todo desejo de ser assim
de escrever esses dias chuvosos, esse deserto, essas lembranças de grandes amores e coisas inesquecíveis
que eu não vivi...

Inserida por tadeumemoria

eu nem sou triste assim, eu só sou triste, e nem sou tão sozinho
eu só sou só...
⁠e as vezes, só as vezes, as vezes olho pelas venezianas procurando... ainda não sei o quê
as paredes do condomínio me impedem o horizonte e os pirilampos que brincavam nas copas das árvores de corpos celestes e me inspiravam agora é só uma lembrança das boas recordações que eu ainda tenho...
acho que gostaria de dizer isso pra alguém, mas não sei pra quem... quem entenderia um olhar pela veneziana buscando vagalumes, quem ainda entende de horizontes? O condomínio não me permite estrelas como as madrugadas do sertão, mas acho que não posso falar isso, acho que não posso falar muito; é melhor escrever...

Inserida por tadeumemoria

Todos vocês me mataram pouco a pouco, dia após dia, e agora me perguntam porque eu sou tão fria.⁠

Inserida por Blueeh

Uma atitude errada é sempre uma atitude errada, mesmo se quem a pratica sou eu.

Inserida por demetriosena

Sou do tipo que escuta os atos... Meu coração dispensa discursos.

Inserida por demetriosena

FEIOSO DE BRIO

Queira tudo que trago;
não se faça de lua,
que não sou lago,
só a quero se for
pra ter mais que o perfume;
o fruto e a flor...

Jamais fui abstrasto,
afinal tenho corpo,
não só extrato;
sua voz não me acalma
no discurso profundo
sobre minh´alma...

Nunca mais enalteça
minha musculatura
da cabeça
nem me dê de presente
afirmar que sou belo...
mas "diferente".

Inserida por demetriosena

Sou um homem muito ambicioso... quanto mais tenho sossego, mais quero ter.

Inserida por demetriosena

CARÊNCIA DE PAI

Quando saio de nós não vejo vida;
sou a duna que o vento varre ao léu;
é um tombo do céu, do sonho bom
que me abriga dos velhos temporais...
Há um caos que me aguarda feito bonde
para onde não sei nem faço caso,
toda vez que as desato e me desprendo
rumo ao nada, no rastro da saudade...
Reconheço a carência deste afeto;
muitas vezes deploro a transparência
que lhes cobra respostas viscerais...
A minh´alma desaba, tem vertigens,
falta fundo, esta queda não tem fim;
quando volto pra mim acaba o mundo...

Inserida por demetriosena

RIO DE JANEIRO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Bem humorado.
Sou brasileiro.
Podia chorar,
mas Rio
de Janeiro.

Inserida por demetriosena