Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Por que eu não sou equilibrista, longe de mim, manter os meus pés colados numa superfície.
Prefiro pular cordas e roubar bandeiras: Eu sou teimosa!
Sou bem mais do que qualquer frase, letra ou texto que fale sobre mim. Sou bem mais que uma foto que mostra o que fiz ou deixei de fazer. Sou bem mais do que o "meu eu" que você pensa conhecer. Sou minhas atitudes, minhas idéias sou meus sentimentos! Na verdade, não sou nada do que você leu aqui... Esqueça essa história de querer entender as pessoas se nem mesmo algumas conseguem se entender. Em vez disso, viva, em vez disso, divirta-se! Não procure saber, apenas viva!
Tenho que parar de me importar com a opinião dos outros sobre mim. Eu sou feliz com a minha opinião sobre mim mesmo, afinal gosto não se discute.
Confesso
A foto, o som, uma particular luminosidade, me desviam em suas qualidades. Assim eu sou bobo. E creio em Deus e no sol.
O pensamento me fala de outro tempo, outro espaço. Por vezes não entendo e se pertencer a mim, também às vezes parece não pertencer; como se em buscas próprias trouxesse coisas de fora, alheias a minhas ordens, de maneiras invisíveis.
Nele guardo o passo dado e a esperança. Guardo a mim e me encontro lá sozinho quando me chamo.
Enquanto vou, minha busca chega e correndo logo à frente estão minhas intenções.
A minha cautela tem freqüência errática, igual vôo de borboleta; anda trêmula de braços dados com a dúvida que balança meu equilíbrio.
Minha maldade sem forças pra resistir, vive de persistência.
Meu desejo de às vezes não estar aqui pode ser o meu mais profundo, mas sempre que olho pra ele, sinto meus pés pisando no raso.
Escrevo e gosto de palavras, saber dizê-las, entendê-las mesmo que dentro de minha própria sanidade. Falam sempre de perto como se tivessem do lado. Me sinto acompanhado.
Assim nascem meus fracassos: acredito poder mudar o mundo. Me vejo destacado e essencial. Eu, o primeiro convencido. E único. Assim falo por minhas ideias. Precisam sair e só saem se ditas. É inquietação.
De compreensão ao alcance; polidas e prontas para serem absorvidas; me contam que em minhas medidas tem algo que pode caber no mundo.
Me defendo achando graça e coleciono mais um fracasso até que eu veja em alguém qualquer delas e já sou muito mais feliz que triste.
Minha cara não muda se perco. Eu disfarço.
Minha cara muda quando saio do pensamento e esqueço do brilho, da cor e das palavras.
Se não me encontro, poderia ser qualquer coisa. Até ser triste.
E tristeza é ruim como preguiça de levantar, indisposição de explicar. Uma doença que deixa de cama, mas que em poucos dias vai passar. Como impaciência.
Sou bobo; outro dia inútil; outro dia, inofensivo e feio; outros sou falso, ou chato. Sou vários. Todos os dias sou eu. Mesmo os que sou menos eu. Nestes, com um “mas” e algo mais, me ressuscito e volto pra perto de mim, culpando meu coração por desmentir quem sou justo quando me pensava sabendo.
Não é drama, é dor. Não é ciúme, é medo. Não são palavras, são sentimentos. Não sou eu, é você. Não é poder, é querer. Não é nada, é tudo.
Eu sou de câncer e não consigo deixar de ser libriano.
Flutuar e entrelaçar-me em seus longos olhos,
Eu sou o roberto com ascendente em sagitário.
Delirar-me com seu beijo e adormecer junto aos seus cabelos.
Eu sou um pouco de tudo, um pouco de um nada com descentente em gemêos.
Por pouco e um tanto quanto de sorte, termino a noite de mãos dadas,
suusurrando entre suas coxas.
Sobre tudo eu sou de longe muito longe,
do brilho do horizonte e do azul eterno.
Sobre tudo eu sou de perto muito perto,
da certeza da claridade da manhã.
E...sobretudo eu estou aqui.
Sabe,
sou um cara qualquer, emoção e tentação.
Dúbio, insensato, morrendo por e pela vida,
eu preciso é a aprenderer a lhe olhar
nós nascemos e vivemos cada um do seu jeito.
Embalado pelo seu ardor, o arfar
me desespero;
beijo-lhe a face, despeço-me.
Cada qual para o seu lado...
É o momento que oro para não enlouquecer.
Sou metade inteira de mim mesma
Mas o que vejo no espelho é parte
Vasculho por dentro do meu próprio entendimento
E tento me encontrar...
É que no meu desencontro
Corro o risco do encontro
Decido então abrir minha própria alma
Descortino meus próprios olhos e deixo...
A brisa suave da vida tocar com suavidade
Deixo as águas da vida fluirem...
Mudando o curso e o percurso do meu próprio destino
Percebo toda a generosidade e empenho
Que ela,a vida,demonstra ter por mim
E então eu aprendo
Que na verdade
Não sou metade
Sou inteira...
Mas que não posso viver só
Que a outra metade de mim
Também vive
E tem que ser feita de amor...
Cortês sorte, onde menos se procura está
A constatar o quão afortunado sou,
Não mui preciso atentar,
Pois sua ternura o destino mo reservou
Cara amiga minha,
É adverso o fato
De não abraçar-te poder e dizer-te
O quanto estimo-te, exprimir tento,
Portanto, por meio destes versos ornatos
Se para meu bem, seus dizeres ouço
Se para meu bem, tão bem parecer
Porque meu bem é de sua existência saber
Atalhar não poderes, ó amarga distância,
Nossa doce invejável amizade
Modo deste que digo-te, ‘amo-te”
Eu sou o anjo negro dos sonhos de todas as mulheres... Basta um pedido... e todos os seus prazeres serao realizados!!!
Se não falo muito não significa que não tenho muito a dizer. Se pareço feliz não significa que sou e que está tudo bem. Só porque perdoei não significa que esqueci. Só porque não mostro meus sentimentos não significa que eu não tenha. Só porque não digo eu te amo com frequência não significa que eu não ame.
