Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Não se engane, eu te tenho na minha mão,
Nos braços de um animal.
Te faço pensar que eu sou toda inocente,
Mas espere até te eu te levar pra casa.
(Se você não sabe, querido, você deveria saber,
Sou eu quem está no controle).
Mais um Pierrot
Não tenho amor próprio.
Sou mais um desgraçado,
não sou mais nem um pouco sóbrio.
Isso poderia ser até engraçado.
Mas não foi, foi uma tragédia,
com direito a total solidão.
Deveria ter sido uma comédia,
sem um pingo de depressão.
Deus sempre se divertiu comigo
Não passo de mais um Pierrot
que não sabe até agora, onde errou
Sofrendo, bebendo no eterno castigo
Colombina jamais o amou...
Ela sempre gostou de Arlequim
E para Pierrot houve um fim...
O fim do amor, ele apenas acabou
Sou vento inalcançável muitos querem sentir, mas são poucos que estão dispostos a sair para me procurar na natureza, são menos ainda as pessoas que cuidam da natureza como nosso lar, pois assim como para que as borboletas se aproximem é necessário um belo jardim, assim se dar com o vento ele precisa de mais natureza menos poluição, somente assim me sentirás de modo pleno, fresco e puro...
Sou um cara tímido e calado,
Me perguntam até se sou mudo,
Mas de que adianta falar várias palavras?
Se meu silêncio ja diz tudo...
sou uma maquina em meus sonhos,
o mundo não passa de informações,
a morte um presente para poucos,
seus beijos são mágicos,
para o céus abrem janelas,
aonde a morte ri de suas lagrimas...
o mundo ganha novas atualizações,
estamos perdidos pelo fruto da morte,
cores ganham seu dever,
com seu coração fechado,
lagrimas escorre de uma alma...
mais um sonho terminou sem sentido.
Réquiem 3
Logo eu que sou tão ambicioso
Fui pego por um mundo de vicio
Mágica do sacrifício
De movimento sinuoso
Pejo em ignorância
Isso só pode ser vingança
De primeira instância
Essa é minha herança
Por ser tolo e arrogante
Vivendo como um
Eterno ignorante
Querendo a vida comum
Ou ate inconstante
Sem ter por mim nenhum
Amor se quer delirante
Maldita Sorte
Eu que sou midas ao avesso
De poderes a contra gosto
Sendo rei imposto
Melancólico e obsesso
Em tudo que expresso
Tocando ou quero
Se comigo não sou sincero
Por ser Louco, confesso
Estar desesperado
E preso em solidão eterna
Ser ter o que me espera
Nem algo almejado
Estando sempre acordado
Com nenhuma felicidade a vera
