Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Eu sou orgulhosa mesmo, se alguém falar que me shipa com vc, eu nego até a morte, mas no fundo não me importo de te amar até o último estante, de fazer vc rir por bobeiras, pq no meio de todo mundo eu sou uma ogra e não minto, mas com vc eu me sinto, garota meia mulher com criança, pq vc me faz sentir esse misto de sentimentos.
Eu sou o poema que entra... Eu sou a lagrima que sai... Eu sou o amor que perdestes e que jamais terás outro igual.
Proseador...
Proseador e narrador confesso
Poeta não sou.
Cascateiro e amante das letras sim
Eterno admirador das guerreiras poetisas,
Talentosas e majestosas escrevinhadoras,
Encantadoras, me cativam sem querer,
Dia e noite acarinhando, escravizando.
Belas, somam vassalos mil,
Eternos garotos
Ardorosos amantes platônicos,
Tímidos transamazônicos.
Antes inseguros astronautas,
Agora arrojados internautas
Agitam reluzentes espadas digitais
Elogios sempre em lautas pautas...
(JM Jardim - Santo André - São Paulo)
DIZEM QUE SOU BOBO
Sou tachado de bobo,
E assim o sou.
Não o bobo besta, o bobo inútil.
Aquele que não é levado em consideração.
Muito diferente do bobo que não entende nada,
Não tem nenhum limite,
Ou ainda, aquele que não se encaixa na multidão.
Sou livre de qualquer comparação.
Sou o bobo que luta com fantasmas para te proteger.
Sou o bobo que invade a janela do seu quarto para te ver.
Sou aquele que faz tudo para te ver sorrir.
Um bobo que te manda desenhos de coração...
Sou livre de qualquer comparação.
Tachem-me de bobo, pois assim o sou.
Um idiota sonhador que só pensa no amor.
Sou eu que abrirei a porta do carro,
Sou eu, que nas pedras, em meu colo, tirarei seus sapatos,
Sou eu que lhe darei uma flor,
E ainda pedirei um beijo de pagamento.
Farei humor só para que possas rir.
Farei do seu tédio o melhor momento.
Sou livre de qualquer comparação.
Prazer...
Sou o bobo que quer conquistar seu coração.
Sou o bobo que mata os medos para te proteger.
Sou o bobo que invade o seu trabalho para te ver.
Sou aquele que faz tudo para te ver sorrir.
Um bobo que busca apenas uma linda paixão.
Sou livre de qualquer comparação.
Eu sempre sou grata a meu Deus pois ele tem cuidado de mim nos momentos mas dificio é a ele que recorro, somente a ele?
Voces querem mesmo saber ? eu sinto medo do que sinto e do que vejo eu não sou covarde mas se pudesse fugia da realidade as coisas que aprendi se torna como nada diante de minha solidão mas eu tenho temor a Deus e isso pra mim tambem é amor porque acredito num Deus vivo
Não sou do mundo, não pertenço a esse lugar, vou fundo, pois no raso não sei ficar.
O mundo é um lugar, pessoas são caminhos, estradas que almejam chegar.
No meu eu profundo, quero festejar o dom da vida e a felicidade que insiste em chegar.
Nada mede o meu caráter, nada define a totalidade do que sou, minha personalidade não se limita a traços obrigatoriamente definidos, mudo quantas vezes quiser, não por egoísmo, sofro do excesso de vontade própria, de desejos únicos, mudo sem olhar para o lado, sem pensar se causei uma boa impressão;
Se fui unânime ou minoria não importa, sou o que dita o meu coração, não caibo em versos, sou extensão, sem limites, sou minha mais fértil imaginação, sou ação, não ando pela contramão, sou canção, tanto que represento suaves sons de amor no coração.
Miligrama de verso XVII
Não mais o pranto
Não mais o espanto.
Sou Ser de Luz
Tudo Reluz
Alto é o meu canto
Estou num processo de Desencanto...
Sou muito emocional, sou muito coração gosto de sentir sangue correndo na veia , isto faz me sentir que estou viva!
A cada derrota em minha #vida
me deixa mais forte! pois eu sei que sem #Deus
eu não sou ninguém.
Sou a distância de mim...
Sou a distância de mim a um tempo inteiro.
A distância distanciada da mulher edificada
à menina singela que habitava a minha infância.
Sugo o vento em compasso, neste travo que sorvo,
sugando líquido, o ar corrosivo do espaço.
Sou o verde rejuvenescido no segredo
e o negro opinado do teu indómito medo.
Serei a erva pegajosa onde a ofídia acasala,
onde a cigarra se expande no canto anfíbio de rala.
O zumbido intrigante do mosquito e do besouro.
Sou talvez a obscuridade da própria sombra,
vestida de galhos, de desgostos, no viço intrínseco
projectado na íris dos teus olhos.
Planta carnívora abocanhada em púrpura exótica.
Sou miragem.
Ilusão de óptica.
Serei por ti seara dizimada na fome ávida da praga.
E por ti e para ti, tesouro a refulgir
nos círios do meu olhar, verde-esmeralda,
em sangues escaldantes de rubis,
nos néctares densos dos outeiros e cabeços.
Sou esta e sou a outra, a que absorta,
se pesquisa no trilho de uma vida revolta,
na senda do caminho da nossa raiz comum.
Sim, sou a distância de mim a um tempo inteiro,
habitante deste tempo e de tempo nenhum...
