Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
Lute pelos seus objetivos até derramar o último pingo de suor, até esgotar o último ponto de sua bateria, até atingir o limite máximo, até que seus sonhos seja realizado...
Assim nos Amamos
Ama-se alguém, a convivência traz seus
contratempos, mas enfim a esse alguém amamos.
Dia a dia tudo se renova, a cada minuto surge
uma ideia nova.
Passeios, distração, e neles às vezes surge o
ciúme, só porque para alguém olhamos.
Mas assim vamos nos amando.
Novidades surgem, trabalho em feriados,
viagens, despedidas, tempo ausente mais
demorado.
Sempre ao partirmos quando a porta fecha,
vemos que um pedaço de madeira, nos separa
de quem queremos, avaliamos ali o tamanho do
nosso amor.
A falta é grande, o coração pela boca quase salta,
ai vem a vontade de voltar, e sem pensar
meia volta damos, e a quem se quer do lado de lá,
buscamos.
Precisamos dela, o pedaço maior que nos faz inteiro.
Nós sempre assim fazemos.
Por que?
Porque nos amamos.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Encontro
Mal saíra do Hotel Meridien, onde seus amigos paulistas o convidaram para uma caipirinha. Quase uma da tarde. Nada demais, apenas o fato de ele não tomar caipirinha. Mas era uma amizade que vinha de longe, e não seriam algumas doses que iriam separá-los. Deglutira galhardamente três doses com alguns salgados e, após ouvir as indefectíveis piadas cuja validade havia expirado, despediu-se dos casais amigos e decidiu andar um pouco.
Colhido pelo bafo quente, olhou para a direita e viu o mar indecentemente azul, que em algum ponto lon¬gínquo engolia um céu de um azul mais claro, apenas manchado de algumas nuvens esparsas de algodão de um branco duvidoso. Andar um pouco pela Avenida Atlântica e olhar as beldades em uniformes de conquista não eram o ideal naquele momento. Tinha dei¬xado trabalho no escritório e, apesar de o celular não reclamar nenhuma atenção, no momento, sabia dis¬por de menos de meia hora antes de enfrentar o mundo além túnel.
Além do túnel, acaba a Cidade Maravilhosa, era o seu bordão predileto. As malditas doses haviam tor¬nado seu andar ligeiramente menos decidido que de costume. Na verdade, não sabia como matar a meia hora. Lá longe o Posto Seis e o Forte pareciam chamá-lo. Resistiu ao apelo e, muito a contragosto, decidiu andar um pouco pela Gustavo Sampaio. Um pouco de sombra, já que os prédios projetavam suas silhuetas no asfalto e lá também havia gente, muita gente andando sem muita pressa, com o ar tranquilo e um “xacomigo” zombeteiro estampado no rosto.
Relembrou a sessão de piadas. Achava que deveria haver algum dispositivo legal, ou pelo menos um acordo, que determinasse prazos além dos quais as anedotas seriam arquivadas e frequentariam somente as páginas das coletâneas ditas humorísticas. Ter de dar risadas ao ouvir pela centésima vez a mesma piada, ou variações sobre o mesmo tema, poderia ser perigoso para a paciência dos ouvintes, ou reverter em agressão física em detrimento de um contador desatualizado. Até que seria uma boa ideia colocar avisos nesse sentido. Ou, então, seguindo o exemplo das churrascarias rodízio, introduzir o cartão de dupla face, a verde autorizando a continuação e a vermelha decretando o final da sessão. Muito compli¬cado. Como fazer no caso de divergência? Decidir por maioria simples. Ou, devido à importância do assun¬to, haveria de ter a concordância de pelo menos dois terços dos ouvintes? Os desempates seriam decididos pelo voto de Minerva do criminoso, isto é, do conta¬dor. E se houvesse daltônicos na platéia?
Será que há exame médico para garçons de rodízio, eliminando os daltônicos?
Mas, na falta de regulamentação, como resistir à sanha do contador de “causos”? Não dar risada? Interromper? Contar a sua versão? Esses expedientes eram ainda piores. Olhar a paisagem do terraço, sim, e acompanhar a gargalhada dos outros foi a solução encontrada. Providencialmente. A regulamentação ficaria adiada, procrastinada, decidiu com uma risa¬dinha interior.
E tem aquela do português que chega em casa... E aquela outra da freira que... Ah, a melhor de todas, acabaram de me contar: o Joãozinho pergunta para a professora...
Afinal, era um bom passatempo, com a vantagem de observar fisionomias alegres. As reações eram muitas vezes mais engraçadas que as piadas.
Será que eles também conheciam TODAS aquelas anedotas, ou somente algumas?
Esbarrou num transeunte, balbuciou uma desculpa qualquer e teve direito a um bem humorado:
– Ô meu, olha só, estou na preferencial!
O peso pesado já estava se afastando e as ideias voltando a se agrupar depois da desordem causada pelo baque.
A ligeira dor de cabeça pedia uma parada numa farmácia. E farmácia era o que não faltava na rua.
Entrou e aguardou que a balconista o notasse. Entre ser notado e a pergunta:
– O que deseja? se passaram alguns intermináveis segundos.
– Duas passagens para Paris em classe executiva. E ante o misto de espanto e divertimento da moça, completou:
– Bom, já que não tem, qualquer coisa para a dor de cabeça. Poderia tomar aqui mesmo? Tomou o analgésico, agradeceu e, instantes mais tarde, estava de volta à calçada esburacada.
Olhou para o Leme Palace e resolveu voltar cami-nhando pela Atlântica.
Evitou o segundo esbarrão da meia hora de folga.
Em frações de segundos, os olhares se cruzaram. Era uma beldade, outonal, mas, apreciador de Vivaldi, as quatro estações são arrebatadoras, pensou.
O andar sinuoso, os pequenos sulcos rodeando os olhos, carimbos ainda piedosos no passaporte da vida, cabelos cortados Chanel, ombros e decote plena¬mente apresentáveis e não apenas um tributo pago ao calor daquele verão, pernas bonitas, e medidas ten¬dendo à exuberância. O rosto comum, tinha o olhar faiscante a valorizá-lo.
Naquele instante, o tempo parou, não o suficiente, porém, para que, da extrema timidez dele, brotasse algo mais inteligente do que um sorriso vagamente encorajador. “Pergunte algo, as horas, o caminho para algum lugar, o nome da rua, qualquer coisa”, rebelou-se dentro dele uma voz indignada por jamais ter sido ouvida no passado.
Continuou, como que petrificado, enquanto, sem deixar de olhá-lo, ela passou por ele longe o suficiente para não tocá-lo, e perto o bastante para deixa-lo sentir o perfume discreto que a envolvia.
Ele continuou imóvel e virou a cabeça, contemplando a desconhecida, que continuava andando, afastando-se aos poucos. Alguns passos depois, ela virou a cabeça e o olhar, mesmo àquela distância, lançou um convite mudo ou, pelo menos, assim pa-recia.
Sem reação, ele a acompanhou com o olhar. Ela deu mais alguns passos e novamente olhou para trás. A voz interior estava se desesperando. Ele mesmo não entendia o porquê da sua imobilidade. A desconhe¬cida estava se afastando cada vez mais, confundia-se no oceano de cabeças e, mesmo assim, pareceu-lhe que lá longe uma cabeça estava se virando uma última vez para trás.
Era um adeus. Sentiu que o que se afastava não era uma desconhecida. Era um pedaço de si mesmo, de uma juventude da qual não havia sabido desfrutar e agora lhe acenava de longe, mergulhada num misto de lembranças e saudade.
Estabeleça seus princípios de acordo com a sua moral de espelho, adeque as suas limitações e concilie-os com os seus desejos, procure evoluir e ajudar aos outros, pense e não faça de cabeça quente, lembre-se do plano, as prioridades você vai conhecer no caminho, olhe bem para sua base e se lembre dela quando estiver no alto. Misture tudo em um copo e beba isso todas as manhã antes de sair de casa.
Frase do dia 19/08
Procure resolver seus problemas de acordo com seu alcance e prioridade. Fora isso tropeçará nas próprias pernas.
Se qualquer profissional tem que estudar, investir seus recursos, trabalhar e desenvolver com criatividade suas carreiras, por que o político, para conquistar seus projetos pessoais de poder, precisa de financiamento público? Por que, se querem ser eleitos, não buscam apenas o apoio financeiro dos que os admiram e o próprio patrimônio? Por que temos que tirar recursos da saúde, educação e segurança para patrocinar as carreiras políticas de indivíduos que, em grande parte, são suspeitos de corrupção e na sua maioria são improdutivos e ineficientes?
Tem mais rímel no seu rosto que nos seus cílios, não adianta negar, você passou a noite inteira chorando. Mas está tudo bem menina, você não precisa ter vergonha de transbordar vez ou outra, a gente tem que deixar os sentimentos ruins saírem para vagar espaço para as coisas boas. Não adianta tentar negar toda a sua dor, está escrito em sua testa, está exposta naquela foto com legenda de superação que você postou semana passada tentando parecer bem. Você não precisa provar para ninguém que seguiu em frente, apenas para você mesma, não precisa se forçar a ficar bem, se na verdade você não estiver, porque é preciso respeitar o próprio luto para poder sobreviver a morte de um amor, não adianta ir pra balada, encher a cara e ficar se lamentando no cantinho enquanto a madrugada passa e você lembra como era bom estar com ele, como era bom quando vocês riam e dançavam no meio da pista de dança, eu sei que você quer provar pro mundo e principalmente, pra ele que as coisas andam boas, mas pra isso, você tem de deixar que elas fiquem de verdade, precisa permitir que a dor evacue dai de dentro pra poder estar livre dessas amarras que te prendem ao passado e isso a gente só consegue quando sente tudo o que precisa sentir. Não adianta tentar enganar os outros quando não enganamos a nós mesmos, ninguém vai cair nesse seu sorrisinho falso e no papo de que já enterrou o passado, o mundo todo percebe que no fundo você só quer que ele volte atrás, que ele te ligue dizendo que está com saudade e que quer te ver, mas olha só, ele não vai vir, nem hoje, nem amanhã e nem quando perceber que te perdeu e quer saber? Melhor assim! Melhor porque ele nunca quis somar contigo, nunca quis acrescentar. Ele só sabia te sugar, te sugar e te sugar e nós precisamos de alguém que nos ajude a transbordar, então desabe de uma vez, desabe sem medo do que vão pensar, achar ou até comentar, porque não temos obrigação nenhuma de fingir que está tudo bem. Não há nada de errado em recusar o convite pra festa e passar a sexta-feira vendo filme romântico na televisão e chorando com um pote de sorvete de creme, no fundo isso é menos patético que borrar a maquiagem no banheiro da balada. Ninguém é feito rocha pra precisar parecer inquebrável!
"Descanse sua alma no Deus do impossível, pois seus problemas terão forças mediante ao tamanho do seu medo."
sinta a morte em meus lábios...
grite se puder
vou beber suas lagrimas,
e vou sentir seus últimos pensamentos.
O Diabo que também é conhecido por Satanás, adora pais que não tem diálogos com seus filhos. Agindo assim, eles dialogarão com os traficantes.
Faça de seus objetivos um sonho,um sonho que possa ser realizado,uma meta que possa ser comprida,uma ideia que pode sair do papel,um exemplo de superação...
A todo momento, mesmo sozinho, existem pessoas observando e rindo dos seus erros, é nessa hora que você tem que mostrar quem é você de verdade. Mostre quem manda.
Não deixe que as críticas alheias façam você desanimar ou deixar de correr atrás de seus sonhos. Se for preciso chorar, chore; se for preciso ficar triste e angustiado, fique. Mas que isso não perdure. Porque só você sabe o quanto dói abrir mão de certas coisas para seguir adiante. Fortaleça seus pensamentos, mantenha sua fé em Deus e em você, e siga sempre em frente.
E neste amanhecer acrescente sorriso ao seu dia, fé aos seus sonhos, confiança aos seus planos, força as suas lutas, esperança em suas ações e acima de tudo, Deus, muito Deus em sua vida. Assim a sua vida não será perfeita, mas será abençoada, e isso já basta para sermos felizes.
- Relacionados
- 153 frases de reflexão para ampliar os seus horizontes
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
