Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
Ao silêncio fica ao silêncio vem... Não importa para quem.
De olhos abertos ou fechados tu sentes...
Perfume ora adocicado ou mesmo sem descrição...
Se fores em um campo será melhor tua formação...
Às vezes vem de tal forma que com simples tocar acalma nossos corações...
É assim o cheiro do mato que cresce ao nascer de repousar de cada estação...
Feche os Olhos e Sinta...
A suavidade e a eloquência da vida
Quanta beleza e perfume...
As almas enamoradas pelo caminho
Por que teus olhos são versos nos meus, porque tua boca é sinfonia aos meus ouvidos. Nas ondas, nas tardes...vejo luzes, danço em cores. Abraço o cheiro do teu sorriso, entrelaço teus gestos, viajo em músicas...em marés de sonhos e paixões.
Os olhos de Hoje não contratariam alguns jogadores de ontem. Exemplos: Garrincha, Zico, Messi,Maradona entre outros. Vamos olhar o futebol com outros olhos?
Quanta pureza de vida há nos olhos dos bichinhos.
.Lei de Crimes Ambientais
“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”
Constituição Federal Brasileira
Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:
VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas;
VII – preservar as florestas, a fauna e a flora;
Art. 225. Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para os presentes e futuras gerações.
§ 1.º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público:
VII – “proteger o Meio Ambiente adotando iniciativas como: proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoque a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade.”
A denúncia pode ser feita nas delegacias comuns ou nas especializadas em meio-ambiente ou animais*. Também se pode denunciar diretamente no Ministério Público ou no IBAMA.
Como proceder nas delegacias
Cumpre à autoridade policial receber a denúncia e fazer o boletim de ocorrência. O policial que se negar a agir estará cometendo crime de prevaricação (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal - art. 319 do Código Penal). Caso isso aconteça, há como queixar-se ao Ministério Público ou à Corregedoria da Polícia Civil.
Assim que o escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Negando-se a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o de que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no Art. 329 do Código Penal Brasileiro (retardar ou deixar de praticar indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei para satisfazer interesse ou sentimento pessoal). (Leve esse artigo por escrito.)
Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).
Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, laudo ou atestado veterinário, nome de testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.
Último pedido.
A terra quase vermelha
os olhos sem confiança
o vento vem em centelha
e o sertanejo se lança
quando ao chão se ajoelha
só lhe resta a esperança.
O que haverá por trás da escuridão dos olhos fechados?
Este pensamento inquiridor dominou-me a mente.
Um imenso clarão de luz manifestou-se instantaneamente em minha visão interior.
Divinas figuras de santos, sentados em postura de meditação em cavernas de montanhas,passavam, como imagens de um filme em miniatura, na grande tela brilhante dentro de minha testa.
- Quem são vocês? -perguntei em voz alta.
-Somos iogues do Himalaia - É difícil descrever a resposta celestial; meu coração vibrava.
-Ah, como anseio ir ao Himalaia e tornar -me um de vocês! -
A visão desapareceu,mas os raios prateados expandiram -se em círculos casa vez maiores, até o infinito.
-Que maravilhoso esplendor é este?
- Eu sou Ishwara (1-árvore da vida).
Eu sou Luz!
- A voz era de nuvens .murmurantes.
-Quero unir-me a Ti!
Do lento desvanecer-se de meu êxtase divino,ficou-me um legado permanente de inspiração para buscar a Deus. "Ele é Alegria eterna, sempre renovada" Está lembrança perdurou muito após o dia do arrebatamento místico.
In Autobiografia de um Iogue -pág 12
Paramahansa Yogananda
As vezes penso que seria melhor não amar você. Fecho os olhos e peço a Deus que me livre dos sentimos que carrego no peito.
Daqui pra frente, sem expectativas...Daqui pra frente, é sonhar, mas de olhos abertos. Ir à luta, encarar de frente seja lá com quem for, ou o que for. É ter a certeza que comigo pra todo o sempre só "Deus"...Com "Ele" e só "Nele" devo confiar sem medo de prosseguir!
Solidão: só lidou com saudade, só lhe dou atenção...Lá estou eu, sonhando, com os olhos embaçados e embasados nos seus.
Porque nem todos os dias eram felizes... Ela só precisava abrir os olhos e constatar que a casa estava inteira, que seus amores e amigos sobreviveram e que a vida ainda brincava com seu corpo e fazia pulsar seu espírito. Quando a violência e a barbárie dominavam as ações humanas, despertar do sono era uma dádiva. Viver estava ficando, a cada dia, mais raro.
Os velhos olhos negros voltaram
Os velhos olhos frios e gelidos
Os velhos olhos distantes
Os velhos olhos negros voltaram..
Olho para você e vejo os desenhos de teu corpo ganhar vida sob os cristais de teus olhos, ver o renascer de uma fênix em cada canto de seu sorriso a confundir com o brilho estrelado do céu a noite. Tão meiga quanto o desabrochar de uma flor, capaz de descongelar o mais frio dos corações, és chama que queima e não arde, ar que sopra e não se vê, és tu joia rara de ver.
Eu abri os olhos e pensei “estou com ele”. Nunca tinha parado para pensar sobre o quanto isso importa: estar. É, no presente, meu Deus! E espero que se estenda até o futuro. Mesmo que, de vez em quando, a gente canse de correr, canse de tentar e canse de se importar, a gente não cansa de estar. Nunca, nunquinha me peguei querendo-o distante. Ás vezes me bate um cansaço, uma preguiça danada de continuar, mas eu penso que não posso ser sem ele. Não posso. Ele é o meu ser, meu estar, meu querer, bem-querer. Eu poderia percorrer o mundo e, ainda assim, ele seria meu amar. Ele é todo o meu verbo conjugado no passado, no presente e no futuro. Meu sonhar, meu viver, meu sorrir. Às vezes meu chorar, meu doer e meu cair. Mas, depois, ele chega sem palavra alguma, verbo algum, sem pausas e acentos, só no silêncio… e me ganha inteira com o olhar. Num instante vira o meu perdoar. Ele é o meu viver quando me pega pela mão, meu morrer quando me tira o fôlego, meu calar quando me fala baixinho ao pé do ouvido, meu gritar quando me puxa pela cintura de repente. Ele é a minha vida…e olha que isso nem é verbo hein.
Eu abri os olhos e pensei “estou com ele”. Nunca tinha parado para pensar sobre o quanto isso importa: estar. É, no presente, meu Deus! E espero que se estenda até o futuro. Mesmo que, de vez em quando, a gente canse de correr, canse de tentar e canse de se importar, a gente não cansa de estar. Nunca, nunquinha me peguei querendo-o distante. Ás vezes me bate um cansaço, uma preguiça danada de continuar, mas eu penso que não posso ser sem ele. Não posso. Ele é o meu ser, meu estar, meu querer, bem-querer. Eu poderia percorrer o mundo e, ainda assim, ele seria meu amar. Ele é todo o meu verbo conjugado no passado, no presente e no futuro. Meu sonhar, meu viver, meu sorrir. Às vezes meu chorar, meu doer e meu cair. Mas, depois, ele chega sem palavra alguma, verbo algum, sem pausas e acentos, só no silêncio… e me ganha inteira com o olhar. Num instante vira o meu perdoar. Ele é o meu viver quando me pega pela mão, meu morrer quando me tira o fôlego, meu calar quando me fala baixinho ao pé do ouvido, meu gritar quando me puxa pela cintura de repente. Ele é a minha vida…e olha que isso nem é verbo hein.
Releitura de Nariz, Nariz,e Nariz - BOCAGE
Olhos, olhos e olhos
Olhos, olhos e olhos,
Olhos, que sempre me encantam;
Olhos, que caso eles sumam,
Fará meu mundo uma trágica ode;
Olhos, que a Óptica não pode
Descrever-lhes o brilho,
Olhos que fazem perder o trilho,
O mais distraído dos amantes.
O desespero da malignidade
Eu peso e imploro para meus olhos me enganarem mas eles me traem eles me fazem ver a verdade e gritam em mim pedindo socorro, mas peso aos meus pensamentos por favor me enganem mas eles tentam fazer isso não conseguem pois também são fracos e me permitem ver que tudo mudou e nada é igual e que a tendência é piorar mas gosto da ilusão e do conforto que tenho ao não acreditar me sinto segura na fantasia da ilusão por que sei que meus olhos e pensamentos não foram feitos para ver a malignidade.
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