Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar
Fecho meus olhos começo a sonhar ,
Abro eles vejo o mundo real...
Mas não quer dizer que não posso sonhar,
Quando meus olhos estão abertos
VIDA.
Estamos no caminho do abismo
a cegueira em tantos olhos refletida
nesse mundo tão carente de heroísmo
pouco importa o tamanho da ferida
enquanto cresce as razões do egoísmo
jogam no lixo o valor da própria vida.
Minha livre e leve insonia
que me mantem acordado
Me faz pensar na vida
mesmo com os olhos fechados
Tira meu sono
mas nunca tinha minha paz
buscando um lugar no trono
Dos sonhos que me mantêm nessa insonia
Idéias confusas até altas horas
não abalam minha mente
em busca das minhas honras
de forma infalível
Nas noites acordados
só penso no impossível
pensamentos focados
em uma insonia invisivel
Deitada a beira da pedra gelada
A beira da pedra gelada, deitada
Vestida apenas de anágua
Olhos acesos, como lamparinas
Velando a dor que a aniquila
Encolhendo-se em seu centro
Precisando da saudade
Dor na pele já não há mais
Só a alma que aos poucos se desfaz
Deitada a beira da pedra gelada
Do corpo já esquiva o calor
Em repouso o mundo deixou
Distanciando de si definhou.
Enide Santos 04/12/15
Hoje meus olhos fixaram o horizonte
Me veio aquela casinha
Bem ao lado do monte
Muito simplesinha
Mas aconchegante.
Ali quase em noite congelante
Buscava a namoradinha
Com seu perfume enebriante
Colonia "agua de cheiro"
Mas nada entediante
Que saudade da inocência
Hoje tão distante
De minha insipiência
Meus momentos de infancia
Da casinha, quase sapê
Da cuia de beber
Hoje no horizonte.
Agradeça a Deus por mais difícil que seja, agradeça porque as lágrimas limpam os teus olhos e ampliam a tua visão.
Tenho silêncios selados em segredos.
Áfonos silêncios embrulhados que se lê nos olhos meus.
Cúmplices silêncios compartilhados.
Amizade igual a sua é difícil encontrar.
Traz no rosto, sempre um sorriso Verdadeiro!
E nos olhos, a pura sinceridade!
Sabe ser carinhosa, mas também sabe ser dura, quando precisa.
Mas eu sei, que tudo é para o meu bem e para meu bom desempenho na vida!
Amizade igual a nossa tem que ser Preservada e cuidada!
E com carinho, para sempre eternizada e Valorizada!
Os olhos ardidos de sono avistam o movimento percorrido pelo vento matinal. Tenho desejo de cama diz o corpo, de coberta, de ser coberto por sua cálida pele.
Sigo sinuoso e veloz. Desejo muito ver os teus olhos de perto se você deixar, vai, tira os óculos. Por vezes sinto-me torto, isto é estranho. Tenho pausas constantemente. O tempo ajuda-me a entender um pouco os atravessamentos que sofre o corpo. As vezes me calo quando quero te dizer alguma coisa. Não costumo calar. É "tempo de pipa". Existe uma canção com este título. Lembra das mãos? Ei, você não pode esquecer. Meus olhos estão fechados, minha garganta seca, meus pés na cabeça... Vixe! alguém caiu depois de tropeçar no beija-flor. A chuva quando desce do céu pela manhã é transparente - sinto-me invisível. Invento muito sobre nós dois, sobre o castor e a tartaruga. Ouvi falar que as tartarugas duram muito tempo. Tenho medo do tempo - ouço o piscar dos teus olhos. O tempo ajuda-me a entender os atravessamentos que sofre o corpo. Ops! acho que já mencionei isto. Antes de dormir penso em lugares fora de todos os lugares - estou contigo neles. Acho que devaneio quase sempre. Cadê a nuvem? Poxa! acho que alguém a bebeu.
[...] Querem ser autônomos os olhos e não determinados no que diz respeito ao enxergar. O que sabe o homem para ensinar os olhos? Nada sabe! O que sabe se desabe, o vento leva; assim como ele que semelhante é a uma folha que seca e logo se desfaz no tempo. Os olhos querem voar e contemplar talvez o mar, fixar sua visão ali nas ondas que estão a dançar a música do mar. Os olhos precisam ver outros olhos como os seus, desvinculados dos homens, donos de si. A noite passa, os olhos fecham e por um instante se calam.
Na dúvida, recolhe os olhos, aquieta a respiração, segura com a mão o coração; molhe os lábios com a língua - certamente eles estão secos, um pouco rachados - talvez mordidos pelos dentes que não cessam de tremer.
Outrora fui abraçado pelo vento, ele nada disse, nem a sua respiração eu ouvia, apenas sentia os seus braços aconchegar o meu corpo. O vento não tinha cor, porém tinha cheiro de orvalho no início, depois de morangos, amoras, e quase no final de limão.
Sua pele pálida e gélida traçavam o que os simplórios determinariam como perfeição,teus olhos eram contas de um escuro rosário no qual eu me agarrava em desespero..clamando tua presença.. tua boca se abria dedilhando e beijando fios de poesia pelo vento, e eu permanecia imóvel. medusa se entristeceria em saber que possui uma personificação masculina
Fecho os olhos e magino cada momento feliz que tivemos juntos, e enquanto eu lembrar disso você sempre estará viva dentro de mim
Olhos brilhando assim ela me olhava já se enchendo de lagrimas, mas não eram lagrimas de tristeza muito menos de amor, era apena uma despedida, pra quem seu coração machucou.
Amor e tempo são unidos por algo divino que é inexplicável ao olhos de quem nunca sentiu na pele a união dos dois.
Venda
Com os olhos fechados pela ira na boca, vocifera o homem seu desagrado, alheio ao destino que destina e a si mesmo que criou sua realidade
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