Sou Igual a minha Irma

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Quando o vi dançar, fiquei fascinado. Descobri o que eu queria fazer pelo resto da minha vida. (sobre James Brown)

Nunca se esqueça de segurar a minha mão quando precisar se levantar, pois estarei de seu lado sempre.

A minha taça ergo

A minha taça ergo, em louvor
daquela em que tudo é belo
e para todas as mulheres
serve, parece, de modelo.
A ela, um brinde, E se na terra
outras houvesse a elas iguais,
Seria a vida só poesia
e o tédio um nome e nada mais.

Há Vida na Morte.

Uma rosa, uma oração.
A paz no meu silêncio.
Minha profunda gratidão.

Um adeus, uma ida sem volta.
A permanência da ausência.
O estar longe dos olhos,
Mas tão dentro de mim.

Uma vida, na morte.
Uma partida, um choque.
Lágrimas que se vão... Solidão.
Imagens que se dão,
Memórias... Amplidão.

Saudades que fica.
Relembra vidas, libera emoção.
Silêncio!
Há vida na morte.
Vagueia, toca e chega,
Beija e se vai.

Agradeço por tua existência,
Mesmo que da morte te espreita,
Tu em mim,
Tens grande certeza,
Não morrerás jamais.

Lembrar de Deus?

Senhor,
Sempre lhe agradeci pelas boas conquistas em minha vida,
Sempre orei pedindo coisas boas,
Hoje Senhor,
Venho dizer-te que apesar de ter me ajudado em todas minhas dificuldades, quero que o senhor jamais tire as dificuldades de minha vida,
pois é através das dificuldades que eu consegui me tornar uma pessoa melhor,
Aprender as coisas,
E eu quero senhor aprender muito mais,
que venha o pior, pois farei o que eu puder!
Amém \o/

Se você me possuir e fôr dono da minha vida, eu serei seu escravo. O escravo não pensa, não tem vontade própria, muito menos brilho no olhar. Ele simplesmente obedece e segue a seu dono. Se eu fôr um ser sem vida, será que você continuará a me amar?

Desde que você partiu a minha alma se dividiu em duas partes: onde eu estou e onde está você agora.

Jogue as cartas, leia minha sorte, tanto faz a vida como a morte. O pior de tudo já passei.

Minha vida aqui ficou melhor, muito melhor. Deus não me abandonou, e nunca abandonará.

Ser melhor do que fui ontem, é o plano que minha alma escreveu

Acho que é melhor nos separarmos e eu ir tocar a minha música em outro lugar, com todos os meus preconceitos burgueses de fidelidade.

Não entendo,
gosto tanto de você, mas você parece me ignorar,
me dá asas para voar em minha imaginação, me enche de ilusões,
me dá um chão, porém, quando menos espero me tira-o,
dependo de uma ação sua para ter uma reação,
será que ainda não notou?
não me contento apenas com seu desprezo,
quero mais que isso,
se não pode me dar,
deixe que eu sofra em paz, viva sua vida,
tentando achar o seu amor, de pessoa em pessoa,
já que é isso que faz todos os dias,
viver apenas momentos que passam e se vão.

Cansei de ficar sentido pena da minha situação, agora estou dando a cara a tapa pro que vier, pois já fracassei tanto que não tenho mais medo de me ferrar.

Orações escritas




Deus, seja bálsamo para as minhas dores,
alívio para a minha angústia,
sustento para a minha alma.


Socorra-me de mim mesma quando eu não perceber mais os sinais,
quando tudo dentro de mim parecer ruído,
quando minhas escolhas começarem a me afastar do que o Senhor sonhou para mim.
Me ajude a fortalecer o meu espírito,
a reencontrar a coragem que um dia habitei
e que hoje parece adormecida dentro de mim.


Me faça voltar a sonhar.
Me ajude a realizar.
Porque eu sei — o Senhor não planta sonhos para que sequem,
não entrega sementes para que apodreçam,
não desperta desejos para que eu os assista morrer.


Se o Senhor colocou algo em mim,
é porque também colocou tudo o que preciso para fazê-lo florescer.
Eu não sei como, eu não sei quando,
mas eu sei que o Senhor me capacita,
mesmo quando minhas forças não dão conta,
mesmo quando meus olhos não conseguem ver saída alguma.


E enquanto eu lavo essa louça,
tentando organizar o que está fora
e o que está dentro,
eu deixo escapar essa oração entre meus dedos trêmulos.
Porque às vezes, Deus,
a gente ora assim mesmo:
de pé, cansada, exausta, com a mente pesada e o corpo pedindo descanso,
mas com o coração ainda segurando um fio —
um fio de fé que insiste em não romper.


Então, cuide de mim.
Recolha o que está sobrando,
suture o que está ferido,
acenda o que está apagando.
Me devolva a mim mesma.
Me devolva à vida.
E que, quando esse ciclo passar — porque sei que vai passar —
eu olhe para trás e veja que não sobrevivi sozinha…
que foi o Senhor me carregando, passo a passo,
gota a gota,
oração por oração.


Amém.

Para minha rede de apoio,

Eu queria dizer tudo de forma simples, mas aprendi que o que não é dito não pode ser compreendido. Então deixo que essas palavras saiam do lugar mais profundo de mim — daquele canto silencioso onde a dor se recolhe, mas também onde nasce a gratidão.

Hoje, eu reconheço que transbordei. Transbordei porque consegui captar, acolher e cultivar a amizade de vocês. E isso, para mim, é raro. É precioso.

Eu espero um dia conseguir retribuir minimamente — mesmo que seja com pequenas demonstrações, pequenos gestos, algum resultado que mostre que o cuidado de vocês encontrou abrigo em mim.

Eu agradeço a cada um de forma individual, porque cada pessoa aqui teve um papel único na minha trajetória.
E por mais que eu busque, não existem palavras capazes de traduzir o tamanho da minha gratidão.

Eu também peço desculpas por ainda não conseguir expressar alegria do jeito que gostaria.
Ela existe — ela vive aqui dentro —
mas está contida, presa em uma parte de mim que ainda está tentando despertar.

Um dia, eu já transbordei sorrisos pelos olhos, pelos abraços, pelo jeito de falar.
Hoje, meu corpo está anestesiado, cansado, tentando se recompor.
Mas quero que saibam: mesmo no silêncio, mesmo na ausência do brilho que eu já tive,
aqui dentro ainda existe um coração profundamente agradecido.

Obrigada por não desistirem de mim. Obrigada por ficarem.

Por mais que minha vida seja desprovida de cor, posso lhe dar as rosas mais vermelhas.

A imagem de Capitu ia comigo, e a minha imaginação, assim como lhe atribuíra lágrimas, há pouco, assim lhe encheu a boca de riso agora: vi-a escrever no muro, falar-me, andar à volta, com os braços no ar; ouvi distintamente o meu nome, de uma doçura que me embriagou.

Machado de Assis
Dom Casmurro

Enquanto minha mente se dissipa em sonhos, minha galáxia interior se dissipa em eras...

Devocional



Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.


Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.


Sou eu.


Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?


Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.


Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.


Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.


Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.


13 de Janeiro 2026

Há dias que a minha alma,dança...dança...dança! É difícil controlá-la.