Sou Igual a minha Irma
Desabafo
Não sei nada
Mas tenho me questionado
Porque sou escolhido para escrever no Pensador
E no Escrito org .
E tenho lá 17.000 curtidas
E até mesmo no meu blog
E aqui não passo de no máximo de 30
...Deve ser que não peguei no conselho
do meu filho...
Escreva nas suas páginas
E não aqui
E depois envie para cá!
Você tá certo Virgílio Portes...
Eu gosto do reconhecimento, mas estou famoso, não sou famoso. Isso tudo pode acabar em duas piadas.
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Cara gente chata
Sem conteúdo
Cadê a luz desse mundo
Em pleno no século XXI
Não sou ninguém
Só sou mais um
Onde todos os atos
Todos julgais
Onde as expressões
São sexuais
Onde até as bocas
Não são puras mais
Tamparam as faces
Pra trazer a paz
Nesse mundo somos
Todos animais
Ninguém é mais
Ninguém é mais
Adestrados
A vida gira dentro de um quadrado
Mal informados
Só seguem inatos
Só quero ver
Quando a luz descer
Dos céus
E procurar Onde entrar
Rasgue um pedaço
Da caixa de papel
Pra poder olhar pro céu
Sempre fomos
País mães e filhos
De uma mesma nação
Todos nós temos
Mais de uma versão
Versão de mim
Versão do irmão
O que fica deitado
O que é comilão
O que fala muito
E o que não fala não
Nunca estamos só
Só estávamos perdidos
Procurando se encontrar
Pra erguer a nação.
É que quando algo me machuca, sou como aquela flor que se contrai ao toque. É um ato involuntário de sobrevivência.
Hoje, pela primeira vez, me disseram que sou corajoso. (...) Disseram que sou corajoso porque me apaixonei. Porque eu não tinha medo dessa coisa gigantesca que, basicamente, acaba com a sua vida.
O que é certo ficou errado, e o que é errado ficou certo
Meu papo é reto, nem sei mais quem sou, às vezes me sinto que
Estou em um deserto querendo desabafar com tanto glamour .
Meu corpo é o templo sagrado, intocável
Eu sou a fé, fera, bela, espiritual
E o discurso político já não me atinge mais
Sorrio dentes cortantes
E grito o mais alto que posso
Eu sou o traço que emerge e torna possível sonhar
Eu sou o ar
Voltei aos meus pés descalços.
Os saltos já não me cabiam mais.
Sou alma, não preciso de vestimentas.
“Sou o que me tornei”, esta frase ficou em meus pensamentos, fiquei sentado na beira da mesa do escritório, olhando para ele enquanto dormia, refletindo acerca de tal sentença. Quantas questões por trás de tão poucas palavras! Se sou o que me tornei, então faço a mim mesmo. Se faço a mim mesmo,posso continuar fazendo. Se posso continuar fazendo, então para quê aprender a carregar a mim mesmo como se fosse um fardo pesado? Henrique, que ao mesmo tempo dizia fazer a si mesmo e estar insatisfeito, dizia não estar disposto a fazer algo diferente dele mesmo? Terá desistido de si próprio?Será que carrega um cansaço existencial que o faz aceitar ser o que é? Não será isso, também, uma espécie de morte? Fazer a si mesmo, tomar nas próprias mãos a tarefa de se tornar o que se quer ser –será, este também, meu lema"
Nasci feliz, estou feliz e serei sempre feliz.
O infeliz que pensa que eu não sou feliz, pois que se morda!
O mundo é de uma forma, Eu sou de outra forma, para que seja tudo em equilíbrio junte as duas formas e viva com equilíbrio e paz com o mundo
Para quem me julga mal... Sim, eu sou normal... Sinto tristeza, sinto alegria, sinto sede, sinto fome... E não sou perfeita nem nunca serei... Assim como ninguém é, então, não julgue os outros, se julgue...
"Sou meus quadros pintados com o material que deu pra ter, com a coragem de quem teve a arte negada; sou as músicas eruditas que invadem meus ouvidos à contragosto das classes que dizem que estas não são para mim; sou a literatura teimosa de um indigente, que pouco será lido, rejeitado pelo público em geral por não ser gênio e nem poder ser; sou a filosofia raivosa baseada em nada, diante de uma realidade irreflexiva."
KIZOMBEIRA DA RAÇA
Sou afrodescendente. Sou negra! Qual é? Sou negra de sorte!
Meus cabelos revoltos da cor do grafite, beleza da cor.
Já fui renegada. A dor da chibata já marcou demais.
Em lamentos de dor meu povo gemeu derramou muito sangue,
Nunca mais Ku Klux Klan! Vem Luther King lutar pela paz!
Apartheid jamais! Salve Desmond Tutu! Viva Mandela!
Sou livre e capaz! Tenho a força tenaz! Orgulho demais!
Ecoou as kizombadas na festa da raça ao som do tambor.
Eu sou da kizomba e da capoeira jogada que gira o corpo,
Que chuta bem alto com o canto de fé ao som do atabaque.
No ritmo do afoxé, do agogô eu sambo meu samba na ponta do pé.
De saia rodada, penduricalhos nos pulsos e canelas a chocalhar,
De pés descalços na areia da praia vou levar flores pra Dandalunda.
Com meu traje branco no candomblé só peço axé pros meus orixás,
Minha mãe é Oxum e meu pai é Ogum a força da fé.
Eu como abará e acarajé com dendê. Feijoada rapaz! Com pimenta é demais!!
É dia de festa da nossa cultura com sol ou com lua, vale até chuva.
Povo afrodescendente formando um arco-íris bonito demais!
A minha mãe África está bem aqui! Vem pra cá kizombar!
Deixa de dengo! Vem pro batuque ganhar cafuné.
"Muitas vezes sou tomado pelo pensamento de que a poesia e a literatura não me servem de nada, que meus textos são pura insignificância e perda de tempo.
E é logo após tal pensamento que mais me ponho a escrever. Primeiro rejeito a mim mesmo, depois rejeito minha própria rejeição. Sem escrever, não sou. Se não pudesse escrever para fora de mim, o faria dentro de minha própria cabeça."
Amor...
Não importa a distância,
Ainda assim, eu sou sua.
Não importa o lugar,
Você está perto de mim.
Não importa o tempo,
Penso em você a cada minuto.
Não importa o clima, eu sinto o seu calor.
Não importa o som,
Meu coração bate por você.
Não importa o sabor,
Eu sinto o sabor do seu beijo.
Não importa o aroma,
Eu sinto o seu cheiro.
Não importa os sentidos,
Sinto você todo meu
E é assim que deve ser...
Nós dois unidos em um só corpo, num só coração.
Te amo.
