Sou Complexa Definir
Enfeiticei você
Désolé
Eu sou bruxa, sim
Avec plaisir
O gato preto miou
Comment ça va?
A lua cheia brilhou
À belle soir
O telefone tocou
C'est toi, c'est toi, c'est toi
Quero ser livre, quero ser corajosa, sou altruísta, sou esperançosa e religiosa, só quero ser livre e independente...
Eu sou insuportável, às vezes nem eu mesma aguento ser eu. Eu mudo de humor assim como minhas conhecidas de atuais, e olha que eu daria tudo para ser ao contrário: queria desencanar na mesma velocidade que passo do alegre para o triste ou irritada. Se nem eu mesma me entendo, não me surpreende você não me entender. Eu realmente não sei o que eu quero da minha vida e não posso exigir que você pare a sua por isso. Estar mal realmente não me dá o direito de te tratar mal, concordo com você, mas tente entender que ser eu não é fácil. Tudo isso para mim é um grande desafio. Gostar de novo, me entregar de novo, matar o meu passado e exorcizar os meus fantasmas na velocidade da luz é doloroso, é reviver toda aquela agonia de novo. Seria mais fácil se eu estivesse sozinha para não pensar em simplesmente mais nada além de mim mesma, além do meu próprio bem estar, mas estar com você, muda todo o percurso. Eu sou pequena demais para carregar a responsabilidade de uma vida.
Não sou santa. Nem sou sonsa. Só sou discreta e sensata. A minha vida só diz respeito a mim. Ninguém precisa saber o que faço ou deixo de fazer. O que vivo ou deixo de viver.
Sou uma louca retardada, uma demente apaixonada. Sou uma confusa psicopata, uma mutiladora desalmada.
Camaleão Humano
Não sou isso, nem aquilo, nem talvez e nem
tampouco. Mudo constantemente, aprendo,
evoluo, cresço, me transformo. Evaporo
quando tentam me aprisionar dentro de
suas visões rasas, limitadas, medíocres.
Jamais serei o que você vê e muito menos
o que você quer que eu seja.
Camaleão humano por excelência!
Permito-me, dou a mim mesma o direito
de mudar, seja de humor, opinião ou de cor.
Sou um amante fanático da liberdade, considerando-a como o único espaço onde podem crescer e desenvolver-se a inteligência, a dignidade e a felicidade dos homens; não esta liberdade formal, outorgada e regulamentada pelo Estado, mentira eterna que, em realidade, representa apenas o privilégio de alguns, apoiada na escravidão de todos; (...) só aceito uma única liberdade que possa ser realmente digna desse nome, a liberdade que consiste no pleno desenvolvimento de todas as potencialidades materiais, intelectuais e morais que se encontrem em estado latente em cada um (...)
Tudo o que tenho, tudo o que sou, agradeço ao meu Senhor e libertador, Jesus Cristo que me resgatou do lamaçal do pecado, me lapidou e me deu uma nova vida.
Sou gaúcha! Uma prenda com orgulho! Guardo comigo, carinho e amor pelas minhas raízes.
Tenho sangue campeiro, coração apaixonado por esta cultura, com pouco me sinto feliz. Aquele chimarrão que esquenta a alma, uma longa troteada com o mais belo potro, um churrasco do tipo e pessoas boas para compartilhar os melhores risos.
A porta voou aberta. Jocelyn deu um pequeno grito. “Jesus!”, Luke exclamou. “Realmente, sou só eu”, Simon disse. “Embora eu tenha sido informado que semelhança é surpreendente”.
(Os Instrumentos Mortais 01 - Cidade dos Ossos)
Você é colorida e eu sou preto e branco
Você dá uma corrida e eu dou mais um catranco
Você gosta do caminho do meio, eu chego e fico de canto
Você curtindo o recreio, eu de novo aula matando
Você fazendo oferenda, eu vivo roubando dos santos
Sou feita de gavetas...
lembranças amassadas, vestígios de infância, peças ousadas,
dobradas, perfumadas, bagunçadas, profundas, escuras, trancadas.
Querem dizer que sou louca?
Podem dizer à vontade, eu sou mesmo!
Louca pela vida, louca pra aproveitar o que ela tem de melhor, louca pra ser feliz, louca pelos meus amigos, louca pra amar e ser amada... louca, louca, louca!
