Sou Besta com a Falsidade de uns
Acontece que sou tão ávida da vida, tanto quero dela e aproveito-a tanto e tudo é tanto – que me torno imoral. Isso mesmo: sou imoral.
Eu sou a solidão!
O breu que circunda a alma.
A guerra que nunca acaba.
O futuro que nunca acontece.
A dor que rouba a alegria.
"Dias nublados"
Dias nublados em mim...
Já não sou o mesmo de alguns anos atrás.
Um conflito dentro de mim que me tira a paz;
Uma solidão sem fim...
Já não tenho mais inspiração.
Um sentimento de angústia...
Você foi embora enquanto eu apenas assistia...
Deixando uma grande dor em meu coração.
Meu coração se partiu de tanto chorar.
Você partiu tão de repente;
Me sentir impotente.
Sem poder fazer nada para você ficar.
Tantos planos e sonhos que ficaram no passado.
Sei que tem um deles que você quer muito realizar...
Vai está linda com aquele vestido que tanto sonhou em casar!
Pena não ser eu o cara que estará ao seu lado.
Em frases clichês muitos não acreditam.
Mas não erraram quando disseram...
"Alguns amores foram feitos apenas para serem sentidos...
E não vividos".
Sou ansioso e quem não é? Rogo pelos momentos especiais, porém não me incomodo pelos momentos atraentes e sedutores!
Sem necessidade eu provo o doce animal ainda cansado, sou um caçador correndo amedrontado, só quero ter você nos meus braços.
eu olhei as flores e elas me lembraram do quão superficial eu sou por admirar a rosa e odiar a erva daninha
Na vastidão da solidão, sou uma estrela solitária, sem constelação que me abrace. O coração é um jardim sem flores, onde o eco do silêncio dança ao vento. Meus passos, como notas sem melodia, vagam pelo vazio, sem compasso a guiar. As cores da paixão se apagaram, transformando o mundo em um esboço pálido de sombras.
O tempo é um rio estagnado, suas águas quietas, sem rumo a seguir. Sou um marinheiro sem bússola, à deriva em um oceano sem estrelas para me guiar. Minha alma é uma partitura em branco, sem notas a entoar. Os sentimentos, outrora como sinfonias vibrantes, agora são murmúrios abafados, como um suspiro preso no peito. Neste universo particular, sou uma estátua de mármore, imóvel e sem vida. O sentido da existência escapa entre meus dedos, como grãos de areia levados pelo vento. Oh, como é amargo viver nesta névoa de desolação, onde o horizonte se estende para além do olhar, sem promessas de auroras douradas.
Caminhando pelos meus próprios passos, tento decifrar quem diabos eu sou. Escrevo tanto, mas às vezes parece que tô só dando voltas, sem chegar a lugar nenhum. Será que perdi o fio da meada ou nunca soube mesmo qual era? Às vezes, parece que tô flutuando entre querer e ser, como se tivesse esquecido onde me encaixo nessa bagunça toda. Talvez tenha me perdido no meio do caminho, ou quem sabe tenha percebido que não tem um destino certo pra tudo isso. Eu sou tipo uma sombra, só dando uns passinhos na beirada do meu próprio ser. Às vezes, me sinto um rascunho mal acabado, uma música que não consegui compor. As páginas em branco parecem pedir um desvendar, um jeito de desembrulhar o mistério que me habita.
Sou como uma sinfonia, uma arte multifacetada, uma canção que se reinventa a cada acorde, um amanhecer de cores diversas. Posso ser a brisa suave ou o mar agitado, ou o calor do verão que aquece a alma.
Sinto-me como um quebra-cabeça incompleto, peças soltas na busca de sentido. Sou uma melodia sem partitura definida, uma tela em branco aguardando pinceladas do destino. Às vezes, questiono se há uma definição concreta para o que sou ou se sou apenas um eco perdido no universo, uma nota sem compasso.
Sou um amálgama de possibilidades, um caleidoscópio de emoções, e no fundo, talvez seja essa a minha verdade: a incerteza, a melancolia de nunca estar completamente certo de quem sou.
Sou um eco de notas dispersas, uma tela sem contornos definidos, um verso sem rima certa. Como uma sinfonia sem partitura, me desfaço e me refaço em cada acorde da vida, perdido na melancolia da minha própria complexidade.
Que eu não esqueça de ver quem eu sou.
Que a vida não passe tão rápido por mim, apenas fazendo rabiscos.
Que eu possa caminhar tão suave ao som de uma música ritmada
E que o rumor dos tambores soe bem alto para que eu lembre quem sou.
Se sou assim é porque me permiti tantas vezes ser assim.
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