Sou Besta com a Falsidade de uns
Vivo
radiante
quero amar
me jogar
sem pensar
vou além
sou da terra
sou vislumbre
sou do mar
quero amar
viajar
sem pensar
me deitar
sou espaço
sou o todo
sou do ar
quero amar
imaginar
sem pensar
Fica fácil entender a situação, digamos que sou um herege na idade média, todas as torturas voltadas a mim.
Fico bolado com algumas atitudes
Dizendo que me ama e isso me iludi
Eu sou cara fraco coração apaixonado
Voce não me intende so olha pro seu lado
Porquê sou assim ?
Bom,eu não pedi pra ser assim
Eu não pedi pra ser quem sou
Eu não pedi pra ter tudo
Eu não pedi pra ter depressão
Eu não pedi pra ter tristeza e decepções
Eu não pedi pra ter nada
Assim como eu não pedi pra nascer !
Isso que me dói ...
E por isso sou assim !
Sou uma mulher
guerreira,
como tantas outras,
mas ao mesmo tempo
há uma guerra dentro
de mim. É, sinto-me assim!
Eu sou assim, mesclada,
cheia de amor e temor.
Mas tenho imperfeições...
Busco me aperfeiçoar!
Sou sujeita às paixões,
mas estou sempre a me policiar.
Não perco o meu jeito de amar
muito menos o de ser e sonhar
Sempre tentando melhorar,
mas há quem só me enxergue
com os olhos da carne, pela metade!
Queria te chamar para dançar
Mas já aviso de antemão que não sou bom dançarino
Tampouco bom companheiro
Mas posso aprender com teus passos
Se me permitir que sejam meus
Dancemos
Vivemos
Juntos
Nessa pista vazia
Sem muitas perspectivas
Só precisamos de um ao outro
Para eternizar esses valores já tão ocos
Agora
Você me concederia esta dança?
Admito que não sou divino, por isso não sou perfeito! No entanto quero afirmar que acidentes acontecem!
Eu sou ruim no amor
Mas você não pode me culpar por tentar
Você sabe que eu estaria mentindo e dissesse que
Você era o tal
Que poderia finalmente me consertar
Olhando no meu histórico
Eu sou ruim no amor
As vezes acho que afirmar que sou fotógrafo, artista plástico, escritor, percussionista, instrutor de boxe e técnico em informatica soa estranho, com presunção, arrogância...mas eu sou, mesmo que não um dos melhores.
- Eu sou o meu maior desafio, o meu maior problema e a minha própria frustração. Eu sou o meu amigo e o meu inimigo, vou de mocinho a vilão a base de pecados , tristezas , dúvidas e alucinação .
Sou um homem fragmentado, silencioso. Somente a escrita constrói pontes entre os meus abismos, somente ela dá voz e eco à solidão dos meus penhascos.
Eu sou a charada por poucos decifrada
Por vós amada por todos desejada
A cara encriptada, coroa do reino fantochada
Por todos disputada, por todos procurada
O dilema a malícia a felicidade fictícia
A corrupção do polícia a censura da notícia
Matéria palpável desejada em abundância
Mal inevitável o prólogo da ganância
Sou o pseudónimo do ser anónimo
Corpo de lúcifer é meu sinónimo
Fui a razão da fúria de cristo
Sou desde então o advogado do ministro
Sou a razão das solidárias ajudas
Fui a razão dos chicotes dos tugas
Sou a causa da fama do judas
Sou e serei o ser que tu não mudas.
Sou a máscara do vosso baile
O tecido do vosso xaile
O defeito insuperável pela qualidade
Plumas no leito que trazem infelicidade
Eu sou o mal mas por ti necessário
Ser decimal, sinal vital binário
Na minha ausência a presença do precário
Na abundante existência o sorriso do proprietário
Sou debatido na igreja, no ministério
No político partido no Vaticano em mistério
Sou o vício do ambicioso sem critério
Ser maligno que ninguém leva a sério
O meu pacto com o homem só vai até o cemitério
Quando vivo garanto-lhe um império
Sou o incentivo das maldades do hemisfério
Motivo do debate bélico no Iraque.
Quem sou realmente para criticar o outro ente?
Julgar suas acções e rotular a sua mente
Dizer o que fazer, como deve proceder
Aconselhar a escolher, o que plantar, o que colher
Sou um Teórico aprendiz do discípulo sem mestre
Acredito no que ele diz e visto o que ele veste
Sentimentos superficiais robotizados por sua escrita
Acções artificias consoante o que ele acredita
Tenho preguiça em pensar, em reflectir até no espelho
Fico horas a meditar em frente a um aparelho
Música suave a tocar, «scroll» do rato a rodar
Dicionário para consultar e água para hidratar
Conheço a vida na teoria, na visão do escritor
Como viver com alegria, como amenizar a dor
Sei os passos para o sucesso, as etapas e o processo
Sei teorias em excesso, da criação do universo
Conceitos do amor e ódio, da paixão, da obsessão
Do caminho ao pódio, à primeira classificação
Técnicas de expressão vocal perante uma multidão
Da linguagem corporal de um bom anfitrião
Muita coisa sei que aprendi do livro
Mas nada pratiquei pois da fobia não me livro
Apenas li e memorizei para ser activo nas conversas
No princípio se empolguei, até lia as pressas
Agora eis-me aqui com teorias na cabeça
Pareço um manequim que não age mas pensa
A vida é mesmo assim (Sempre falta-te uma peça)
Não é diferente para mim, estamos juntos nessa.
Diferente de poucos, igual a muitos
Concordo com os outros em vários assuntos
Ente activo na prática, arrisco, por vezes petisco
Mentalidade eufórica (se respiro, logo existo)
Confesso que odeio folhear até uma revista
Livros pouco leio, cansam-me logo a vista
Sou vulgar, sou normal, sou anti-perfecionista
Mas o meu maior mal é ser um seguidista
Sou objecto de monopólio sem opinião formalizada
Como poços de petróleo (sou uma alma explorada)
Até que ando informado, embora não seja nada
O que me deixa preocupado é ter a vida automatizada
Apesar das minhas acções reflectirem as decisões
Fruto de reflexões, ainda colho desilusões
São estas situações que servem-me de licções
E despertam-me visões para ver a três dimensões
Eu insisto e persisto em tudo que cismo
Sem resultados não desisto, meu «ísmo» é o «Continuísmo»
Passivo a leitura, prático sem metodologia
Com garras e bravura enfrento a luta dia-a-dia
Não tenho cabeça dura, só não sou de teoria
Vivo a vida dura e supero-a sem anestesia
Pode até parecer loucura mas é a minha filosofia
(Da cama à sepultura, serei meu próprio guia)
Não será a literatura do Oriente, do Ocidente
Nem a sua cultura que fará a minha mente
Embora pareça miniatura perante a essa gente
Minha autonomia e envergadura
É que tornam-me excelente.
Eu sou um, ser humano comum
Nascido em um ano, em um parto cesariana
Obra sem um plano, fruto de um engano
Sou apenas um humano e por destino Africano
Vestido e alimentado apesar de ser um dano
Criado e educado por um casal Moçambicano
Onde a Mãe é maltratada por um marido insano
E ele é humilhado pelo patrão tirano
Mas meu Pai se esforçava pelo meu futuro
Enquanto a Mãe chorava naquele quarto escuro
Eu apenas observava que ser adulto é duro
Nada que vivi almejava por muito que fosse burro
Todos anos matriculava em uma classe diferente
Nunca reprovava era simplesmente inteligente
Não copiava, sabia naturalmente
Dedicava-se, encarava os estudos seriamente
Do pouco que tinha, da carência dos parentes
Firme se mantinha, até mostrava os dentes
Morávamos numa casinha, daquelas indecentes
Sala, sanitário, cozinha e quartos insuficientes
De bens materiais sempre fomos carentes
O amor dos meus Pais valia mais que mil presentes
Nunca pedi demais, apenas que fossem pacientes
Com os sonhos triviais que pareciam indiferentes.
Mas o tempo provou que a luta não foi em vão
O escuro apagou-se no findar da tribulação
Meu Pai alegrou-se e saltitou de emoção
A Mãe abraçou-me e chamou-me; Campeão
É assim que acontece, quando o sonho não esmorece
O espírito se enaltece e a força aparece
E quando o medo padece o caminho livre, logo vê-se
E tudo que você merece, com o tempo te pertence
Difícil é acreditar, é mais fácil imaginar
Não sou eu a afirmar, apenas estou a contar
O que muitos estão a vivenciar, outros por começar
Sem motivos para continuar, desistem de tentar
Qual a razão de respirar, beber e se alimentar?
Se não for para se esforçar, por uma causa lutar
Ficar aí a lamentar de nada te vai adiantar
Irmão tenta se animar que o mundo está a girar
Viver não é sonhar põe-te já a acordar
Com este modo de pensar não vais a nenhum lugar
Não sou quem vai ditar como deves-te comportar
A escolha é peculiar e o tempo está a passar
A vida é um mar, vive quem sabe nadar
Morrer é se afogar, apoia-te em algo para boiar
E se a vida for um pomar, devemos sempre cuidar
Constantemente regar para nunca deixar murchar.
Existo e sou real não me descrimine
Acelero a morte de quem não se previne
Sou mortífera, criação da ciência
Carnívora, tiro-te a existência
Não tenho estrutura, não tenho aparência
Não tenho moldura, não tenho clemência
A escala decimal, reduzo sinais vitais
Responsável desse mal
Transforma vidas em restos mortais.
Existo e sou real não me descrimine
Sou mais penal que qualquer crime
Te agrado, sou o pior veneno
Se propago e ganho mais terreno.
Existo e sou real não me descrimine
Sou mais penal que qualquer crime.
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