Sou Besta com a Falsidade de uns
Lutei pra defender a mulher que hoje sou!
Chorei, perdi, ganhei,
desequilibrei do alto e cai na vida.
Soltei amarras
me engrandeci na fala.
Morri por dentro
e renasci de situações desastrosas.
Tanta coisa me desdobrando
e eu ali resistindo,
protegendo minha essência.
Gente sem consciência
tentando me encolher
e eu me obrigando a resistir.
Nada foi capaz de me reduzir,
equivalho aos meus sonhos.
Reconheço o meu tamanho e visto-me
de uma roupagem sem apertos.
Se por algo me perco,
nas minhas profundezas me acho.
Num piscar me refaço, aceito o destino,
me agradam os recomeços.
Sou pássaro
Sou água
Sou rio e mar
Sou vento
Sou força pálida e constante
Sou luz
Sou escuro
Sou e não sou
Sou rato
Sou cão
Sou víbora
Sou o que quero
O que sonho ser
Sou um mundo
Um lado e o outro
Vice e versa
Sou Buscar e achar
Sou enquanto puder ser
Pois esse poder não tenho
Se quer o de ser algo
Mas algo eu tenho
É meu, minha palavra
Meu laço
Minha armadilha
Nela caio e me amarro
Sempre volto a ela
Refúgio a céu aberto
Esconderijo na esquina
Fechando os olhos eu sumo
Desde que um menino pequeno
Sempre aqui e lá
Esse sorriso malicioso..
Esse olhar que hipnotiza...
Prazer sou eu, fogo ...
Louca..sedutora ...autêntica..
Vc conhece o paraíso? Prazer meu nome é sagitariana.. sou música pros teus ouvidos..aventure-se ..perca -se ..lembra meu nome..sou inesquecível...quente ,fervendo , sou puro adrenalina... só me prova se tiver certeza que me aguenta... se não dá conta aí fora... eu amo ser livre... leve..solta... não sou pra qualquer pessoa... minha alma e voadora..amo a liberdade ... amo a vida...
E madrugada cobrar, sou eu, sou eu
Porque a areia insistir em cair
Escapa entre os dedos, a vida é isso aí
Tem que crer, tem que rir
Um homem na estrada da ilusão
Vai na fé, vai na razão, vai na precisão, vai na luz
O senhor destino conduz
Uns chamam de missão; outros, de cruz
De qualquer forma, sou incapaz de manter um emprego em qualquer lugar, a menos que me paguem para ficar com raiva do mundo.
Sou o pássaro com uma das asas quebrada, no meio da rua, ao meio dia, tentando voar sozinho.
Você é o caminhão a 250km/h, carregado de pensamentos e pilotado de aparências, que corre rapidamente em minha direção.
Qual a probabilidade que o pássaro tem de conseguir mudar a velocidade do caminhão, para que o mesmo venha mais lento e o deixe passa?
Sofrendo apenas a consequência de ter passado pela rua quente, o pássaro, que por 2 meses conseguiu manter o caminhão distante, encontra-se decepcionado, do outro lado da rua.
Agora com a asa ainda mais quebrada que antes, me sinto cansado e decepcionado. O caminhão nem ao menos chegou a se aproximar do pequeno pássaro.Virou a esquina, desviando o caminho e as histórias.
Na sombra de algum lugar da rua, o pássaro, agora descansa de uma grande corrida. Que só lhe fez perder o tempo.
Descansa e recupera, para o grande recomeço.
Depois que recompor-te as assas voará o mundo livre e sujeito.
Pássaro que voa só é pássaro esquisito, pássaro que não se padroniza no senso comum de viver e procriar. Pássaro que só pensa em se conhecer e transformar o mundo. Começando por si mesmo.
Deus nos criou para recriarmos e continuarmos o que ele começou, se vivermos nossa totalidade como pessoa, utilizando as capacidades que por ele foi nos dada, conseguiremos mudar o mundo mudando nos mesmo.
Mesmo que sejamos apenas um pequeno pássaro!
Pétalas a florir...
Sou brisa sou perfume
Pétalas a florir que encanto
Tal como um amor perfeito
Não sinto mais aquele pranto
De tristeza na minha alma
Sinto uma alegria no peito
Uma primavera a sorrir
Um rio a transbordar
Porque tu me deste motivos
Para voltar a amar...
Quem sou eu ?
Procuro por coisas que ressignifique quem eu sou
Procuro citações, canções, fotografias
Procuro em todos os lugares
Procuro um lugar onde eu possa me encontrar.
No fim da noite as pessoas só esperam ter um lar
No fim da noite as pessoas só procuram se encontrar.
Procuro encontrar aconchego nos meus braços
Procuro olhar as artes abstratas
Daquelas que a gente não entende
Mas que trazem um significado,
Talvez seja assim que eu me enxergue.
Procurando por lugares, por bares e igrejas
Procurando por aí
Tentando achar
Quem eu sou ?
Onde eu fui parar ?
Qual é o meu lugar ?
Como eu chego lá ?
Na angústia de ser
Me torno quem sou
Sem ao menos saber
Enxergando a arte abstrata que é ser você .
...Viver; sim eu vivo. E eu vivo cada dia que Deus me dá. O que eu tenho a dizer? Digo que sou grata, que vou continuar, que vou seguir até quando"Ele" "Deus" me permitir. Agradeço por tudo o que até agora o Senhor me permitiu viver!
Enquanto minha alma necessita de liberdade o meu um coração anseia por dominação.
Sou um ser que encontra na dualidade a sua melhor versão.
SONHO DETALHADO
Sou o prognóstico do teu sorriso,
a leve agulha da tua tatuagem,
tua doce versão selvagem.
Te eternizo no pensamento
do meu amanhecer,
apalpo em sonho teus detalhes
sem uma palavra te dizer.
Tua saia emana
o maná da minha fome,
a energia do teu olhar me consome.
Duas eternidades
não me compram a paz do teu abraço,
tua voz nos meus ouvidos
ecoa como a luz que corta o espaço.
Quero nascer a cada dia
nos lençóis da tua companhia,
mergulhar na tua essência de calmaria,
que avermelha o meu desejo e me irradia.
Poema de amor
As vezes finjo qu’eu sou fingidor.
Finjo tanto que te amo!
Que de tanto fingir
Chego a pensar que é amor.
Grita e me chama
Roda moinhos, ventos ventanias
Ventanas...
É você quem me ama.
Estrelas riscam os céus!
Enfileiradas, feito rajadas de amor
Que mais lindo véu
Se finjo fingir...o amor.
Não sei fingir amor
Se amor fingido
Não é amor.
Obra expiatória do Criador
O ESPELHO E O VIDRO
Sou uma simples lâmina, refletindo a realidade. Mostro-lhe coisas boas e ruins, o frio e o calor, a luz e a escuridão. Você ver em mim toda a sua história e eu prostro-me diante de te, acompanhando cada momento que me enche de brilho e perfeição. Cada dia me torno um espelho mais bonito. Todos correm para me ver, para saber como estou, para saber quem é o seu amor. Um dia, fui abandonado, perdendo todo o meu reflexo, escurecendo junto a escuridão do quarto do porão. Manchas aparecem no meu coração, que espalham-se por toda a moldura que não me segura tornando-se um simples vidro, que aos poucos se quebra e cai ao chão.
Não Sou do Niilismo! Nem desse movimento.
Está totalmente errado, esse sentimento.
Eu sou antes de tudo, um sofredor...
Mas sei em quem creio, apesar da dor!!!
EU CREIO EM DEUS, EM DEUS, EM DEUS...
NÃO ESTOU NO VÁCUO, COMO ESSES.
APENAS SOFRO, SOFRO... PESARES MEUS.
E NÃO, COMO AQUELES, DELES...
Estou mal , em baixo, sem força...
Mas tenho esperança, ainda...
Ainda... Contudo, carrego una pesada trouxa.
Mas espero em Deus, em Deus,,,
E na sua nova, aqui vinda!...
Por isso canto, cânticos, estes seus!
Sou sujeito, sou direito! Sou humano!
Hu- mano? Ah, mano!
Mano indígena, mano afro
Mano cigano, mano ribeirinha e quilombola, mano refugiado.
Minha diáspora, minha ancestralidade, minha huma-idade
Não extermine minha cor, meu gênero., minha humanidade. Meu chão, meu pão, tanta inflação, sem condição...
Crianças, infâncias, órfãos, velhices, se tenho ou não necessidades que o normal chama de “especial”. Sou humanidade!
Minhas crenças, minha descendência, não há inocência, existem carências....
Respeite, respeito!
Todos os direitos, os empregos, dos ordenados, os tratados.
Minha moradia, a saúde que se via, todavia, só morria...
A criança que sorria, só o ECA não bastaria...
Direitos, respeitos, humanos...Precisaria?
Humanos, falhamos, erramos...
Nos endireitamos... o Ser singular, Ser plural, Ser igual, Ser único. Ser direito e Direitos para ampliar o meu e o seu estágio, HU-MANO!
Sou um pecador aos pés da cruz , confessando cada pensamento profano e cada loucura que cometi , cada desejo oprimido que tive em silêncio sem poder me manifestar , e cada pensamento ardente que tive com você no decorrer dessa minha infame vida .”
Os Cisnes
O que sou?!...
Já que só estou.
Sou eu...
Só, neste ser meu.
E este eu...
É ainda amigo, teu.
Estando nesta solidão,
Se deixares, te darei a mão...
Para ânimo, darmos,
Aos brancos cisnes...
Para com eles, juntos nadarmos...
Em lago este. E às aves, cantarmos.
Novos cânticos rítmicos...
Para que nadem firmes, os cisnes!
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