Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Sou a lua, teimosa em clarear as trevas na noite mais escura.
Vagando por entre a escuridão busco seu sorriso maldoso .
Mas já não me ouves...
Não me esperas...
E eu sigo vagando na escuridão...
Teimosa como a lua...
Sou apenas um poeta....
Um versejador...
Escrevendo poemas...
Sentindo um temor...
Sou pequeno escritor....
E mais que um pecador
Vivo á pescar sonhos
E sigo voando sem asas
Vou pairando no ar....
Subindo no meu viver
Buscando estrelas e astros
Num navegar sem fim...
E muitas vezes sem barco...
Purificando os mares...
Em corações amorosos....
Tentando ser um ponto de apoio...
Nas grafadas linhas da vida...
E como criança...
Vivo na esperança...
Olhando a vida....
E observando o mundo...
Sem paradeiro....
Não levando máculas....
Sendo mais um ser vivo....
Nesse mundo poético....
Sempre buscando uma luz....
No texto profético...
Dentro de mim...
Existe uma linha....
De extrema sanidade...
E com muita loucura....
Sou apenas mais um....
Entre tantos seres vivos...
Seguindo e desbravando mares e ares..
Entre os céus e a terra...
Com olhar aguçado....
Dentro ou fora....
Da atmósfera....
Autor:José Ricardo
Eu sou um rio.
Eu sou um rio calmo e ao mesmo tempo agitado.
Eu sou um rio e tenho margem esquerda e margem direita.
Nós todos somos rios.
Somos rios e nossos leitos de rio se misturam e nos purificamos uns nos outros.
Toda a noite, eu visito a casa da minha mãe
Eu falo baixinho:
- Mãe, eu estou aqui! Sou seu filho, prometo que vou cuidar de você! Eu te amo muito...
Sou um anjo que não tenho cor
Sou passaro cantador....
Poeta e escritor...
Canto alto...
Canto baixo....
Mas não me rebaixo....
Sigo vagando...
Ando cantando...
Escrevendo poemas...
Em meu canto...
Minha origem...
Sem igual....
Amamentado...
Por uma mãe genial
Vejo o mundo...
Tão belo...
Ando calçado....
Ou de chinelo.....
A certeza....
Das certezas...
Sigo a vida....
Com clareza....
Nesse mundo poético....
Sou apenas aprendiz....
Risco tudo....
Usando o giz....
Com direito....
Me respeito....
Parando por aqui...
Com direção....
Ao meu leito.....
E volto amanhã....
Tentando fazer direito...
Autor:José Ricardo
Sou eu...
Sendo apenas eu....
Um homem peregrino....
Sou a voz que grita...
Sou o devasto deserto...
Sou um universo...
Entre versos.....
Sou gente...
Gente decente...
Sou a minha própria vontade...
Sou diferente....
Sou a chama que arde...
Sou a rocha da fortaleza....
De toda beleza e leveza....
Sou o Rei do meu Reinado...
Sou o rumo do certo...
E incerto....
O rio fluente...
De águas frias e quentes...
Sou a pedra bruta a ser lapidada...
O diamante cru.....
De forma natural...
Tentando ter brilho no astral....
A pepita do ouro....
Esperando se a jóia que reluz....
Apenas eu....
Somente eu.....
Autor :José Ricardo
O poeta e o poema
Vida....
Bendita vida....
Obrigado vida....
Salve a vida....
Sou "poeta"....
Com meu "poema''
Vou no alto....
Com profundo sentimento.....
Sou o poema a deriva....
Esperando.....
O festejar das letras....
Tenho consentimento....
De escrever o que penso....
Movido pelo vento....
Comprometido com que faço...
Uso o tempo...
Me envolvendo com a paz...
Nessa intimidade....
Eu....
Como poeta....
E minha poesia....
Suportamos dores....
E levamos sorrisos.....
Num frenético movimento...
Nesse vira e mexe....
Do meu poetizar...
Tudo fica mexido...
Por tudo que temos vividos....
Sou apenas um pequeno ser
Com uma mente tão cheia,
Turbulenta perspicaz
Transborda palavras em versos
Aqui o presente jaz
Padece e resplandece, escuro
Faz e desfaz, futuro
Mas o que você pode esperar de mim? Eu aprendi a viver só. não sou capaz de te manter emocionalmente suprida, não me arrisco mais com tal responsabilidade. Espere minha amizade e paixão, momentâneas e errôneas, porém sinceras.
Não tenho mais medo, as sombras me conhecem, dentro do escuro, eu não preciso da luz, já sou parte das sombras!
O Vazio...
Eu contemplo o vazio...
Intuitivamente...
Sou um viajante...
Do vazio...
Nada se encaixa...
Não estou na caixa...
A calça não me cai bem...
O sapato não calça bem...
Contemplo as árvores...
Pássaros...Céu...
A natureza se integra...
O ser humano desagrega...
Concreto...Cimento...
Cinza...
Sonhos...Onde tudo é...
Possível...
Corpo...
Não existe...
O abstrato...
Concreto...
Cores...Cheiros...Sensações...
Mente Calma...
Acalma a alma...
Máquina do tempo...
Vida...
Vários portos...
Idas...Vindas...
Eu sempre tento me colocar no lugar do outro, sou o tipo de pessoa que sempre esteve disposta a entender todos ao meu redor, nunca aceitei perder seja uma amizade ou qualquer coisa.
Mas tem situações que fogem do nosso controle, que a partir de um momento já não condizem mais com a realidade da sua vida e oque você busca interiormente para si mesmo.
Me dói profundamente ter que seguir em frente, ter que deixar muitas coisas para trás, grande parte que fizeram ser quem eu sou e quem eu queria ser.
Mas não podemos ignorar os fatos, não podemos voltar atrás de uma situação que já havia sido pré definida.
Tão pouco podemos abrir mão de nós mesmos para manter sempre as outras pessoas felizes.
Espero que essas minhas decisões reflitam apenas de maneira positiva na minha vida eu sei oque estou fazendo e assumo os meus erros.
Apenas temos que aprender a buscar uma evolução interna, acima de qualquer coisa.
Avisei antes que eu não vou parar, sou ambulante
Latina, repeira y las chicas tão adelante
Aperta o passo ou vai ficar no bloco dos infante
Acerta o ângulo e foca no que é relevante
Versejando comigo mesmo.
Não sou poeta pioneiro...
Mas sou poeta cancioneiro...
Não sou muito de falar...
Mas sou de versejar...
Não sou escritor por inteiro....
Mas sou uma metade de um verso...
Não sou a poesia completa...
Mas sou de alma sincera...
Sou um pedaço de poema fragmentado...
Sou uma frase que começou e ficou inacabada...
Sou uma ave voadora...
Humilde sem maldade...
Que tem prazo de validade...
Não sou muito faceiro...
Mas sou do ar e do nevoeiro...
Sou o campo...
Sou de onde não chove...
E lá o mato é sempre verde...
Sou índio...
Sou brasileiro....
Sou da folia...
Mas não sou da avenida...
O céu azul pra mim é o limite...
Sou do sul...
Sou de família simplificada que não foge da enxada....
Sou Paranaense do pé vermelho...
Sou da região do café e algodão...
Canaviais ,soja e gado leiteiro...
Sou descendente de mineiros...
Sou o som que ecoa dentro de mim...
Sou eu...
Sou assim...
Sou a canção sem violão...
Toco viola e acordeon...
Gaita de pan e tamborim...
Piano não faz meu tipo...
Prefiro andar sozinho e sem apito...
Estou em paz....
Sou como um vulcão adormecido...
Que a qualquer momento...
Pode entrar em erupção....
E explodir...
Com um único grito...
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa..
