Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Chega um momento da vida em que tudo muda de lugar dentro de nós.
O passado deixa de ser um lugar para onde eu retorno em busca de respostas, e passa a ser exatamente o que ele sempre foi: memória. Algo que existiu, que me formou, que me atravessou, mas que não me prende mais.
E isso não acontece de forma brusca.
Acontece em silêncio.
Acontece quando eu percebo que já não sinto necessidade de revisitar certas dores para me entender. Quando eu não preciso mais reabrir capítulos antigos para justificar quem eu sou hoje. Quando aquilo que um dia foi tão intenso já não tem mais força para me desorganizar por dentro.
O passado vira memória.
E a memória, quando amadurece dentro de nós, perde o peso e ganha compreensão.
Mas o mais bonito disso tudo é o que acontece depois.
O presente deixa de ser apenas uma passagem entre o que foi e o que virá, e se transforma em construção.
Construção de identidade.
Construção de escolhas.
Construção de um amor que não depende mais de idealizações, nem de expectativas irreais, nem de versões antigas de mim mesma tentando sobreviver dentro de novas realidades.
Hoje eu entendo que o que eu vivo não é repetição do que eu já senti. É algo completamente novo. Porque eu já não sou a mesma pessoa que viveu aquele passado.
Eu mudei.
Eu amadureci.
Eu aprendi.
E isso muda tudo.
O amor que eu vivo hoje não nasce da confusão, mas da clareza. Não nasce da falta, mas da presença. Não nasce da busca, mas da escolha.
E é por isso que ele me traz paz.
Porque quando o passado se organiza como memória e o presente se sustenta como construção, a vida deixa de ser um campo de repetição e passa a ser um espaço de evolução.
Hoje eu não vivo mais presa ao que fui.
Eu vivo consciente do que estou me tornando.
E isso, para mim, é liberdade.
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Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, fique até o final.
Durante muito tempo, ouvi dizer que o amor começa no olhar. Que duas pessoas se reconhecem antes mesmo de dizerem uma única palavra. Que os olhos revelam tudo aquilo que a boca não consegue explicar. E, por muitos anos, eu acreditei que talvez tivesse perdido essa experiência.
Meu marido nunca conseguiu sustentar um olhar profundo comigo. Não por alguns minutos. Nem por um minuto. Os olhos dele sempre encontravam outro lugar para repousar. Enquanto eu desejava aquele silêncio cheio de significado que existe quando duas almas se encontram através do olhar, ele parecia escapar desse instante.
Confesso que, às vezes, isso me entristecia. Eu me perguntava se havia faltado alguma coisa no começo da nossa história. Será que não vivemos aquele amor que nasce à primeira vista? Será que a nossa conexão começou incompleta?
Então percebi algo que transformou completamente a maneira como eu enxergava o nosso relacionamento.
Nós não começamos pelo olhar. Nós começamos pelo diálogo. Pela convivência. Pela afinidade. Pela confiança construída aos poucos. Enquanto muitos relacionamentos nasceram de um impacto visual e morreram quando a realidade apareceu, o nosso cresceu em meio às conversas, aos desafios, às escolhas diárias e ao compromisso de permanecer.
Depois de dezessete anos juntos, comecei a me fazer uma pergunta diferente. E se eu estivesse procurando o amor no lugar errado?
Talvez eu estivesse esperando encontrá-lo apenas nos olhos, quando ele sempre esteve escondido nas atitudes.
Porque o homem que não consegue me olhar fixamente é o mesmo homem que esteve ao meu lado nos dias difíceis. É o mesmo homem que me respeita, me apoia, me faz rir, me acolhe e me completa em tantas áreas da vida. Será que um minuto de contato visual teria mais valor do que dezessete anos de presença?
Quantas vezes idealizamos uma demonstração de amor e deixamos de perceber as centenas de demonstrações silenciosas que já recebemos todos os dias?
Talvez cada pessoa tenha um idioma diferente para amar. Algumas falam através dos olhos. Outras falam através do cuidado. Algumas emocionam com palavras. Outras emocionam permanecendo quando tudo convida a ir embora.
Percebi também que, muitas vezes, não sentimos falta exatamente do gesto. Sentimos falta do significado que atribuímos a ele. Eu não queria apenas um olhar. Eu queria sentir que existia uma conexão profunda. E, quando parei para observar a nossa história, descobri que essa conexão sempre esteve ali. Apenas escolheu outra forma de existir.
A maturidade nos ensina uma lição que a juventude dificilmente compreende. O amor verdadeiro nem sempre parece com o amor que imaginamos. Às vezes, ele é muito mais silencioso, muito mais simples e muito mais real.
Talvez o maior erro seja comparar a nossa história com as histórias que inventaram para nós. Filmes, livros e redes sociais nos ensinaram a procurar o extraordinário. Mas a vida, quase sempre, nos entrega o extraordinário disfarçado de cotidiano.
Hoje, continuo achando lindo quando duas pessoas conseguem se perder no olhar uma da outra. Mas aprendi que existem casais que se encontram de outras maneiras. Alguns se encontram nas conversas que atravessam a madrugada. Outros nas mãos que nunca se soltam diante das dificuldades. Outros no abraço que chega exatamente quando o mundo parece desabar.
O amor não é menor porque escolheu outra linguagem.
No fim das contas, talvez a pergunta mais importante não seja: "Ele olha profundamente nos meus olhos?"
Talvez a verdadeira pergunta seja: "Quando olho para a nossa história, consigo enxergar tudo aquilo que os olhos dele nunca conseguiram dizer?"
Se essa reflexão fez sentido para você, siga o meu perfil, curta, compartilhe, deixe nos comentários o que achou e conheça a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E agora eu deixo uma última pergunta: quantas demonstrações de amor você deixou de reconhecer porque estava esperando que elas chegassem exatamente da forma que imaginava?
Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.
Se eu sou tio-avô de minha sobrinha e minha sobrinha é minha nora,
o que minha sobrinha é minha:
Prima do meu filho?
Mãe do meu neto?
Filha de minha sobrinha?
Prima do meu neto ou minha netinha?
Vá pensando enquanto vou à cozinha,
mas quando voltar quero resposta para minha charadinha.
Sou um homem que me inspiro e me encanto pelos detalhes, as pessoas que me fascinam são as que são de verdade sem máscara sem filtros, é na essência das pessoas é onde mora a verdadeira beleza.
Eu hoje sou um ser humano em processo de evolução, compreender as minhas falhas e erros, corrigir com dignidade e maturidade me faz um homem mais abençoado, hoje estou encontrando caminhos para ser a cada dia uma ser humano melhor. Tenho muito a aprender, mas aprendi a usar o tempo ao meu favor, e por onde eu passar vou sempre deixar o melhor de mim.
Eu queria ser um anjo
E não passo apenas do que sou
Te daria um par de estrelas
E o que tenho é o meu amor...
Quem sou?
Quem sou quando não sou meus bens materiais?
Quem sou quando não sou minha profissão?
Quem sou quando não sou minhas opiniões?
Quem sou quando não estou sendo observado?
Quem sou quando não estou feliz?
Quem sou quando não tenho as respostas?
Quem sou quando não correspondo às expectativas alheias?
Quem sou quando não tenho dinheiro?
Quem sou quando não estou nas redes sociais?
Quem sou quando não estou julgando os outros?
Quem sou sou quando não tenho propósito?
Quem sou quando não tenho uma agenda de atividades?
Quem sou quando não estou na moda?
Coisas de Vovô!
Eu sou aquele tipo de avô, que esquece do mundo, não dimensiona bem as suas responsabilidades e que fica totalmente surdo às broncas dos filhos e da esposa.
Interajo as minhas emoções, e raciocino como se tivesse a mesma idade minhas netas.
Aprendi que para ser feliz, a gente precisa sair do lugar. E hoje,o meu melhor lugar é aonde estão as minhas netas.
( Nino Carneiro)
Entre o Barulho e Deus
Pareço igual a todos, mas minha alma sempre soube: sou diferente. Carrego um silêncio pesado, uma mente que grita verdades que não posso dizer.
E foi nesse barulho secreto que Deus me encontrou.Ele ouve o que ninguém ouviu, cura o que ninguém vê e fez da minha diferença o meu chamado.
Por quê?
Porque onde o mundo vê estranheza,
Deus enxerga destino. Porque aquilo que me doeu era exatamente o que Deus usaria para curar outros.
Porque minha voz nasceu para alcançar
quem sofre no silêncio.
Por isso.
