Sou Apaixonada pelo meu Namorado
Parede que me sustenta, Pão que me alimente meu amor você é tudo pra mim. Mas eu sou louco, venha e me agarre.
sou um vampiro
o ódio move meu coração,
vivemos em mundo morto,
todos sentimentos são apenas ambições,
delírios infintos de consumismo,
então estou morto para mundo,
a luxuria meu pecado,
então vagarei eternamente,
desejando belos corações,
vivendo cada momento como ultimo,
mesmo assim sou um vampiro,
sinta as janelas do meus coração,
morremos a todos momentos,
mesmo assim ainda estamos vivos.
por celso roberto nadilo
Sou muito mais do que acredito
Sou maior do que os meus sonhos
Minha felicidade depende do meu desejo realizar.
Ando por aí do meu jeito, espalhando sorriso,
porque é disso que eu vivo,
é da felicidade que sou feita.
É a simplicidade que me move.
Se meu coração falasse!
Se meu coração falasse
Diria...Eu amo você,pois você é a terra e eu sou a raiz
Ele pediria...Não me abandone
Ele sentiria,mesmo na distancia
Como o seu coração sente
É importante para ele sentir você
E o encanto se completa em nós dois
Pois dois corações que se amam Não vivem um sem o outro
Como duas almas, eternamente apaixonadas.
__Eliani Borges.
Eu costumo transparecer a verdade que meu coração sente.
Fazer o que se eu sou assim, não consigo disfarçar, muito menos fingir.
Quando eu gosto, transbordo.
Quando não, tchau!
"Uma vez me perguntaram qual era meu estilo, se eu era angola ou regional? Respondi que sou capoeira, e meu estilo é o que o berimbau tocar.
Sou melhor que pareço ser! Sou pior que gostaria de ser! Quando estiver satisfeito com o meu ser, certamente pararei de crescer...
Quando fecho os olhos, enxergo dentro,
A profunda simbologia do meu sonho,
O que sou, o que fui,
Quando fecho os olhos,
Choro a tristeza do que vai embora,
Choro a dor de quem não tem amor,
Quando fecho meus olhos sinto a plenitude chegando,
Como o vento acariciando meu sentido,
Fecho os olhos para ganhar força,
Para descansar a alma,
Fecho os olhos para sentir...
Eu queria participar das manifestações que almejam dias melhores para o povo do meu país mas, sou obrigado a pegar o trem de madrugada para garantir o sustento de minha família.
Meu bem, eu sou uma contradição.
Eu quero ir para a cidade que nunca dorme e deitar na cama ao lado de uma companhia perfumada e disposta a aturar o que se passa em minha mente. Não há problema nisso, a não ser que você não goste de pessoas que mudam fácil de ideia. Você gosta? Não responda.
Eu tenho uma tremenda cisma com quem não sabe aceitar meus erros. Afinal, sou imprevisível. Sei que é uma péssima desculpa, mas é pura verdade. Nunca fiz algo tentando fazer o certo na perspectiva dos outros. O meu certo pode ser o seu errado, acontece. Mas é por isso que não vejo futuro em uma junção de duas pessoas, sendo que suas ideologias de mundo são diferentes. Muitos vasos, pratos e copos quebrariam até fazerem-se as pazes em gestos não tão cavalheiros e não tão de boa moça. As pazes não são ruins, pelo contrário, porém paciência é uma virtude de poucos, por isso não estou incluída, e é essa desavença que deixaria a casa de cabeça para baixo. Não há concordância em nossas noites juntos. Eu te quero por perto, porém de longe pareces melhor e menos estressado. É como se a versão boa sumisse perto de mim, tirando algumas horas entre paredes que guardam bons segredos nossos.
Apesar de seus bons argumentos, meus olhos te encaram de uma forma, tal qual você se perde no seu falatório e ninguém vence. Porque minha chance passa e eu não me pronuncio. Não sou injusta, como o fato de estarmos aqui frente a frente e eu ter pensado em tudo, menos no pedido de desculpas. Desculpas, pois é um erro meu querer mais teu corpo despido do que andar de mãos dadas em ruas cheias de pessoas, mas instintos não se vencem com argumentos de “você é moça comportada”, você sabe. Não há braços que me segurem firme o suficiente a não ser os teus. Essa é a contradição. Por eu te querer tão perto de uma forma afetiva, e imaginar teu corpo deitado por cima do meu. Você me disse que odeia quando coloco esse lado cético a vista, mas eu o pratico muito para deixar essa minha melhor interpretação escondida, querido. É nesse momento em que você pensa duas vezes para não segurar meus ombros e me chacoalhar como quem tenta por uma pessoa em seu estado são. Deixe-me avisar que eu estou sã e continuo olhando para cama numa forma de te fazer entender o que quero e você insiste em expor os sentimentos em um sábado à noite, quando a única coisa certa para ambos seria gastar nossas energias em coisas mais interessantes. Não pense que é uma forma proveitosa de te entreter e deixar o clichê para amanhã, mas eu simplesmente não gosto disso em sábados.
Suspira meu interior, sou teu, não quero ser de mais ninguém,
Tu és meu Deus e não quero outro, plenitude há em ti!
És Deus, perfeito, suficiente, terno e bondoso, não necessito de outro!
Envolve-me no amor, cura-me da dor, com tua mão arranca-me da prisão!
Tens a palavra da vida, És a vida e me faz viver!
Para onde iria eu? A quem mais desejaria como Senhor?
Ou quem mais poderia me Salvar? Nem mesmo eu poderia salvar-me, não posso salvar-me nem de mim mesmo, pois sou pecador. Tua graça já basta, só tu és o meu Salvador!
Sou teu e minha alma não deseja nem um outro... Tu és o meu Deus!
Quero deixar a mim, por ti, seguir a ti e não a mim, renunciar a mim e ganhar a ti, sair de mim e viver em ti, deixar minha casa e morar na tua, contigo, ó Deus para sempre!
“Ou o meu amor morre ou quem morre sou eu e as duas alternativas moço serão por falta de cuidados seus, por falta do seu amor.”
— Fernanda Arievilo
“Descobri por entre todos os meus receios que sou o meu pior inimigo, que não sou nada além de antecipações.
Era como se a chuva fosse do chão de encontro ao céu num avesso majestoso. Era ver tudo invertido e se adaptar nesse compasso de tristeza bonita de se sentir. Saudade não é mais um sentimento, é uma veia colocada no lugar errado, dor de cabeça por tentar se transportar para onde o tambor do pulsar grita. Mas nunca dá. Porque você se tatuou em mim e eu me costurei em nós, desate um fio e o meu todo se esvai em desatinos. Já que não almejo encanto, separo então um canto para me reinventar. Mostro-me distraída com as paredes descascadas, perguntando-me se as paredes do ego também dispunham do mesmo formato concreto, impedindo as guerras emocionais de escapulirem pelos poros feito um inundar de amargura. Só queria esculpir o teu nu em estátuas, emoldurar os sorrisos para que nunca se dissipem do brilho dos olhos. Compreender que a nudez mesmo está escondida nos detalhes que só percebo depois dos seis lances de escada e um vinho barato. Confusa, talvez. Sentindo o incenso da tua presença, antes mesmo de sentir o afago do teu corpo. Ainda confusa, desvendando a incógnita de quão o mar sabe ser tão claro quanto teus olhos, que cerram atados diante de um fecho de luz. Tua serenidade não cobiçara os meus raios solares. Mudava de opinião como quem sucumbia às fases da lua, exibia a tristeza como quem rega flores artificiais, era pesaroso gostar do colorido de algo sem vida. Era desafiador despir as palavras para que fossem aceitas sem o desconfiar de um Cavalo de Troia. Eu me entreguei de coração aberto e alma limpa para virar apenas mais uma vítima corriqueira do “não era pra ser”. Esquece o roteiro, amor. Nem o aroma do teu perfume sabe a rota da saudade, mas mesmo assim sempre volta para me assombrar. Mais forte e incomum. Um recital fresco e perigoso como a madrugada, sem ecos e sem carnaval. Paralisa os meus sentidos e me faz perceber que comum mesmo são as outras pessoas que copiam o teu cheiro. Porque eu vejo poesia a cada esquina e a brisa me presenteia com o amargo da lembrança de um afeto bom. Eu sinto o murro na cara e encaro a fragrância insípida com lágrimas nos olhos e braços abertos. Tentando, ao menos, juntar as partes do perfume que há muito não me visita e comprimi-las no coração até transformá-las num cobertor de nostalgia bonita de se apreciar. Eu vou esquecer o teu nome, inventarei um bocado de outros pseudônimos que me façam cair na tapeação de caber em um amor do tamanho de um alfinete. Que não me faça sentir o pesar da despedida ou a melancolia de uma noite mal dormida. Eu vou esquecer a tua voz, e todas as palavras um dia proferidas irão caminhar para longe junto ao vento. Vou quitar qualquer compromisso com as manhãs nubladas e esquecer os teus vestígios escritos entre as nuvens. Eu quero uma passagem só de ida, bilhete de trem sem reembolso. Quero viver da sorte e não das possibilidades que prendem meus pés no chão.”
Mas pra quê a pressa, amor?
A eternidade é na rua de baixo, logo ali virando a esquina.
Sou de todos os lugares,
moro em todos eles,
mas não pertenço a nenhum deles.
do meu poema - Moro em minha liberdade
Eu aconteço pra fora, meu corpo é pequeno demais pra festa que acontece aqui dentro, sou mais extensa do que se vê, tem é que me sentir, tem que me ter, e quando me tem não existe metade, sou inteira, completa e não aceito ser de outra maneira, não aceito o menos, o pouco, o nada, tudo tem que ser demais, sem limites, sem meio termos.
O manual do meu Criador responde as seguintes questoês: quem eu sou, o que eu sou, donde venho, por quê estou quí, o que tenho, para onde é que eu vou e o que vou fazer e me afirma que não hä depois de la.
Nada sei nem sou
Vivo cada passo sem urgência
Nada programado, nem previsto
Meu tamanho é tempo começo meio e infinito...
