Sorriso
Água e vinho
Você recostava a cabeça ao meu peito,
Sorria das bobagens que dizia
Bebia de meu copo
Arrotava alegria
Não media palavras ao dizer o quanto era especial
Sentia-se bem ao sentir-se mal
Fazia meu dia, cabal
Ríamos dos outros, como quem não faz parte desse mundo
Éramos um do outro, como se não houvesse outros
Dava ouvidos aos meus sonhos imundos
Deu música aos meus ouvidos insossos
Você tomou minha distração e fez dela emoção.
Me fez por noites, fazer planos pro futuro
Você se deu como quem quer meus filhos
Se disse minha estando sozinha
Mas não contente, fez seus dias vazios
E assim se perdeu,
se esvaiu
Nos conduziu ao ponto de partida de qualquer vida vivida
Onde a mesmice de sempre acalenta a nostalgia.
Ela entrou porta adentro com um grande objeto nas mãos, vinha de sua sala. O sorriso estampado em seu rosto indicava felicidade. O objeto que trazia nas mãos era, na verdade, uma maquete feita por uma de suas turmas: a turma do 2º ano do ensino médio. Ansiosa em mostrar o trabalho a seus colegas professores, ela anunciou: - veja como ficou linda a maquete de vertebrados e invertebrados - era um trabalho de biologia.
Seus colegas se aproximaram e viram que de fato estava linda a maquete. O sorriso dela crescia a cada elogio tecido por algum dos professores – de fato, está lindo. Veja, é possível ver os invertebrados no mar e os vertebrados na terra – o outro acrescentava – e os detalhes, está realmente bem feito – e ela mais feliz, e mais feliz...
E a maldição do erre? O que é isso? Uma de suas colegas se aproximou e gritou para toda a sala ouvir – “Invetebrados”? – ninguém entendeu, mas mesmo assim todos lhe deram atenção e ela completou – o nome “invertebrados” está errado, falta um erre – alguns a olharam com reprovação. E a pobre da professora perdeu todo o brilho do sorriso e se queixou para o colega ao lado – ela não precisava ter feito isso – o colega concordou.
Um erre?
O que se faz com um erre? Vale mais que um sorriso?
Congelei os momentos em fotografias,
Congelei teu sorriso, teu olhar, você.
Te aprisionei em um vídeo cheio de alegria,
Só para ter o gostinho de te ver sempre feliz.
Mesmo que não seja você a me devolver, envie por Deus aquele meu sorriso que se foi há um certo tempo... Não é justo esconder atrás de um breve movimento risonho a vontade de pará-lo imediatamente pois não me sinto bem para demonstrar, mas ninguém precisa ver uma face triste todos os dias, ninguém saberia o que dizer quando isso é frequente, então apenas espero recuperar meu sorriso de volta, aquele que se foi, o puro e leve, honesto e meu... mas hoje, novamente ele desapareceu por completo mais uma vez, quando não tenho que forçar um pouco, eu simplesmente não sinto nada, a não ser vazio, e isso tem me preenchido em uma velocidade maior que o movimento de um sorriso; Apenas devolva-o, deixe que substitua as lágrimas que me acompanham, deixe mesmo sem você que eu volte a sorrir, mas aquele sorriso, não aquela expressão, o sorriso que acompanha a paz e a alegria... apenas devolva!
A noite está chegando ao fim.
O dia passou,
O sol se guardou,
A lua surgiu,
E meu rosto sorriu.,
Pois mesmo distante,
Em meio ao caos dançante,
Minha mente viaja
Naquele mesmo instante :
'Teus olhos eu vi
E meu ar perdi
Quando teus lábios encontrei.'
Minha mente viaja,
Naquele mesmo instante :
"Teu rosto toquei
E em meus lábios sorri,
Pois a simplicidade que vi,
Era o que queria para mim.".
Minha mente viaja,
Mesmo em meio a isso,
E com um bobo sorriso,
Finalizo o poema,
Com a esperança de ter
Novos instantes viver.
Hoje te convidaria para um café
Sentados a mesa, degustaria teu sorriso
Como quem degusta os primeiros sabores do amanhecer
Leria teu silêncio
Teus movimentos
Traçando cada ritmo sem pressa
Os aromas vindo da mesa posta
Confundiram meus sentidos ao juntarem-se com os teus
Teu cheiro
Teu respirar
O sol, ao entrar pela janela
Não ofuscaria em nada tua presença
Dela surge os raios de luz que vivem a me aquecer
Com um toque suave te convidaria para um novo dia
E doces suspiros lhe revelariam toda minha alegria
O jeito de me refazer diante de você.
Yara Alves
19 de fevereiro de 2017.
HISTÓRIA DE AMOR.
Márcio Souza.
Quando a mim deste o primeiro sorriso,
A ti, meu coração sorriu também,
Talvez sentindo a premonição ou o aviso,
Do amor que o teu coração sentia por mim também.
Quando trocamos de jeito meigo nossos olhares,
Senti pulsar meu coração quase em festa,
Senti também, tu por mim apaixonares,
Senti da vida, tudo de bom que a mim me resta.
A vez primeira que toquei em tuas mãos,
Te confesso, sem mentira ou exagero
Ao sentir na alma a gostosa sensação,
Da suavidade da tua pele e o teu cheiro.
Toquei com carinho suavemente o teu rosto,
E levemente minhas mãos nos teus cabelos,
Senti de perto os segredos do teu corpo,
Ao abraçá-lo com ternura por inteiro.
E no abraço , ao tocar os corações,
Teu coração tocou no meu o teu calor,
E no silêncio entre nossas emoções,
Nasceu a nossa bela história de amor.
E todo aquele sentimento que era festa,
Hoje, ficou apenas na lembrança e recordação,
Pois tu partiste, mas com certeza ainda me resta,
Toda a saudade do teu amor no coração.
Márcio Souza.
Enquanto o ser humano não cultivar dentro de si a ternura do seu próprio sorriso e se tornar capaz de se refazer a si mesmo, os abraços continuarão a saber a frio e os bons dias soarão à mornidão sussurrada. A vida caminha pelos trilhos da alma, colocando um brilho no olhar e uma tranquila emoção no coração. Murmura levezas que se pronunciam sem palavras, capta o próprio segredo e revela o simples sentido… Hoje é um bom dia para recomeçar. Como todos que o são. Viva. Ame. Perdoe. Sinta. E seja imensamente feliz.
CORES DA ALMA
Qual será a cor da alma?
Qual será o brilho colorido que emana o sorriso?
Cores quentes, frias ou fluorescentes?
A alma tem cor! E reluz.
E mesmo em dias com sol a gritar
A alma entristecida pode a cor não mostrar
E em noites escuras, no frio e na solidão
A alma apaixonada, reluz cores, em forma de emoção.
A alma tem uma cor ou pode ser colorida
Cor de mistério, natureza, cor de flor, cor de mar, do ar, cor de amor, cor entristecida.
Seja como for
A alma vai reluzir sempre,
a sua cor interior.
Eu creio nos olhos que sorriem, no bom dia sem medida, na coragem e na timidez, no abraço de graça, no olá disparado do outro lado da rua, nos sentimentos grandes que adoram as coisas simples, que adoram olhar a lua e respirar os sons do céu.
Eu creio na paixão pela vida, no momento, no agora, no hoje – e na sua eternidade repleta disto - mas, sobretudo, eu creio na magia que há em mim, no sussurrar da minha alma e na impetuosidade da minha fé.
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