Sorria Mesmo
As verdades mais auto-evidentes e mais preciosas são as mais impossíveis de provar e, por isso mesmo, as que a dúvida sepulta mais facilmente.
Qualquer idiota pode jogar fora o sentido da vida só pela vaidade de criar objeções.
Nunca entregue seus segredos e sentimentos a ninguém estranho ou mesmo àqueles que se dizem seus amigos (as). Eles vão usar, um dia, isso contra você. São pessoas que de forma maldosa e obtusa, não tem uma vida para viver e acham que podem viver alguma coisa através dos outros. Já passei por isso, ainda passo, por confiar em pessoas. Não vale a pena. E por falar em pena, é somente este sentimento que sinto por isso. As coisas poderiam ser mais leves, com mais amor, mas os interesses de outrem, por mais capciosos que sejam, sempre falam mais alto na cabeça e boca (suja) deles. Aprendi uma lição para sempre: nunca mais vou falar a meu respeito com ninguém, pois esse ninguém pode ser mesmo um ninguém, quando comparamos. Nada como tempo e o karma (sem dharma) para ajustar as coisas desses que são assim.
Coincidência mesmo é se deixar levar por essa brisa que nos faz sonhar e almejar imensos castelos de areia. Vento que te sopre como um sussurro e lapida os teus vértices em pentágonos e hexágonos. Vento que te grite e quebre em mil pedaços nefastos. Segredos gastos constroem meu castelo casto.
Nada é para sempre. Há quem diga o contrário. Há quem tente. Mente para si mesmo num soliloquio de como quem sente aquela sutil dor de dente.
Não tarda a chuva para desmanchar o castelo. Primeiro vão-se as torres e seus vitrais. Depois vão-se os muros e os minerais.
Mas a base fica. Ela é rica. A base conta histórias fenomenais. Viscerais. Morais. Liberais. Nada mais.
Nada mais, me sussurra o monte de areia.
Nada mais, me grita pra que creia.
Nada mais, me eleva e me norteia.
Nada mais me sussurra.
Nada mais me eleva.
Nada mais me norteia.
Tu és belo, castelo de areia.
Somos feitos do mesmo pó. Somos poeiras vagando em um mundo impuro. Somos partículas dessa sujeira toda em que vivemos. Não temos o porque de julgarmos uns aos outros. No final, o pó se desmancha, transformando-se no nada. Nascemos com uma única certeza, e não preciso citar aqui qual seja ela.
Então devemos deixar o leitor responder a esta pergunta por si mesmo: quem é o homem mais feliz, aquele que enfrentou a tempestade da vida e viveu ou aquele que permaneceu com segurança em terra e apenas existiu?
Lhe parecia aquilo que era: uma armadilha da felicidade que o entediava e atraía ao mesmo tempo, mas da qual era impossível escapar.
Viva o que você quizer viver na verdade ou na mentira todos nós chegaremos ao mesmo lugar...edione silva da paixão
O meu problema de verdade, de verdade mesmo, é que eu amo demais, amo muito mesmo,e talvez isso não seja um problemamas isso me afeta no final, por isso que eu quero mudar, não quero amar demais quem chega na minha vida assim do nada, por isso que eu quero fechar essa porta, e a chave pra fechar é o ódio, não quero ser mais desse jeito, é bom amar, é muito bom, mas se for pra amar e se decepcionar no final eu não quero mais isso, então que o ódio me fortifique.
“Me dê um beijo de boa noite como um bom amigo faria. Eu vou fazer o mesmo mas sem intenção porque o amor é uma jaula e estas palavras em uma página, carregam a dor ao invés de libertá-la. Em outra vida eu não precisaria consolar-me enquanto eu me conformo em deixá-lo partir. De novo eu te deixo ir.”
Recomendar à um pobre que economize, é o mesmo que aconselhar um homem que está a morrer de fome a comer menos.
AH!
Que graça teria o desvendar dos mistérios da mulher?
Tão misteriosa graça que nem mesmo ela sabe o que é!
Prefiro o universo feminino incompreendido.
Tamanho o fascínio sobre mim exerce o mundo perdido.
Sucesso mesmo é ser elogiado e reconhecido por pessoas melhores do que nós. O resto é fama passageira que o vento leva.
