Sono
Hó logradouro sem cheiro
E sem nuance não tu ver
Que desperta do meu sono
Porque tu debulha teus versos
Como se canta o hino nacional
Vem cantar comigo uma canção
Já que dizes que perturbo o teu sono
Quando em alta noite te procuro
Para o encontro que um dia foi adiado
Se reconhece a voz do meu silencio
Porque então se assusta ao me ver
Por ventura não percebes a distancia
Dos longos anos de astucia e teimosia
As de ver que as volta que o mundo deu
Me evolui numa doce criatura
Ou talvez eu precisasse desse tempo
Pra me igualá contigo nos teus versos
A diferencia é que o tempo só passou
Mas me deixou-me viver um grande amor
Um amor maior que minha voz
Que silencio para da lugar a ele
Que as estrela continue iluminando
Para que brilhe até o fim dos tempo
E se um dia por acaso eu não chegar
De todo jeito estarás sempre comigo
Pois onde for te levarei sempre comigo
Se na rua se na chuva se no sol
Nos cantaremos sempre nossa canção
Pois é assim que vou te amar pra sempre
maria
Atrapalhar a chegada do sono, esse porto paradisíaco, ao qual nós, os insones, tanto desejamos adentrar e somos ferozmente barrados por uma etapa, talvez a mais temida: a hora de pensar na vida - Um pouco de incômodo com as indefinições do momento presente, milhares de planos ambiciosos e utópicos para o tempo que há de vir e aquela parada interminável no limbo do já vivido.
Tô sem sono mas vou dormir mesmo sem sono será que dá certo. Vou tentar e só vou saber se consegui dormir quando acordar.
Paz e Esperança........
Que toda paz traga ao nosso sono a esperança de um amanhã melhor,Que o amor,a fé,a solidariedade e o respeito,Seja o caminho das nossas conquistas.......
Coloque-me em teus pensamentos pois tenho sono,a dor de nunca ter tido, a esperança abstrata que ganha forma no coração dos loucos, falidos pela esperança, apagados pela dor, o olhar que via os céus hoje vê o chão.
E rara a compaixão da quela que arrisca seu coração.
São lembranças do passado
O sono já chegou
O tempo encerrado
De um sonho que já terminou
A obra já acabou
Foram anos vivendo assim
No coração sem ter amor
Agonia sem fim
Aconteceu em um dia qualquer
Sou a trombeta de repente
Foi embora mesmo sem fé
Na alma momento ausente
É preciso sempre se preparar
Ninguém sabe o que vai acontecer
Aprenda ao Divino respeitar
E ao seu semelhante compreender.
Compreenda
Que quanto melhor for o sonho
Que se tem...
Mais leve e doce se tornam o sono
Em que dormes...
E mais belo é o despertar da vida
No amanhecer que DEUS te preparou...
Olha a hr o sono me abandonou agr sou só eu e meus mostro q estão lutando para sair foi em bora e levou oq eu mais precisava os sonhos cm ele mais vou tentando qm sabe um dia desses ele retorna pra mim
N jugo ele pq se fosse eu tbm me abandonaria ele só fez oq eu sempre kis faze e nunca tive coragem
Mais como se diz um bom filho a cs torno qm sabe se um dia retorna eu estaria esperando como sempre como todas as noites
adoro quando a noite cai
fica bem tarde
e você sente o sono chegando
é impossível não sorrir
você diz
''Amor, vamos dormir?''
e mesmo que eu esteja sem um pingo de sono
sempre vou dormir contigo
mesmo que não sendo mesmo com você
eu sinto como se pudêssemos
ao menos estar mais próximos nesse momento
e eu caio no sono
com um sorriso aberto escondido no travesseiro
Por vezes o que vemos e sentimos por detrás de um sono é muito melhor e fascinante do que aquilo que vemos diariamente.
ANDARILHO
era segunda
era noite
juntava as moedas
catava as migalhas
tinha fome
tinha sono
mente cansada
alta madrugada
deixei a barba crescer
pura preguiça
abandonei o espelho
pra não me ver adoecer
e assim adormeci
sem ver,
nem sentir
sem ser eu
SONO
No meu sono há quem sonhe
Quem chore, quem ame
Quem sofra encostados à dor
Mutilados na lavanda em flor
No murmúrio das águas das fontes
Nas carícias das giestas em amor
Núpcias de tamanho desejo teu
No meu sono entras tu totalmente
Nu, descalço no quarto num abraço
Ardosia escrita por mim, por ti
Alquimia feita pelas cinzas da noite
Quando beijas com ternura a minha alma.
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Me perdoa, por cada bom dia não respondido por olhar o celular morrendo de sono e voltar a dormir.
Me perdoa, por cada desperdício de palavras que só te fizeram mal.
Me perdoa, por ser não quem você queria que eu fosse.
Me perdoa por cada, você é muito chata em um momento de raiva.
Me perdoa, por não te mostrar tudo o que eu estava sentindo e te deixar no escuro.
Me perdoa, por cada vez que desliguei o celular e disse que a ligação tinha caído.
Me perdoa, por cada vez que eu gritei que preferia te ver morta.
Me perdoa, todas às vezes que eu perdi de dizer o quanto eu te amo.
Me perdoa, por não agradecer todos os dias tudo de bom que você me proporcionou.
Me perdoa, por não ser a melhor pessoa que esteve em seu caminho.
Me perdoa, por nunca ter te perdoado.
Me perdoa por nunca dizer ter te amado.
Me perdoa, por cada vexame que eu te fiz passar.
Me perdoa ,por cada momento que eu te fiz faltar.
Me perdoa, por cada ver que fiz você de envergonhar.
Me perdoa, por cada vez que eu disse não te amar.
Me perdoa, por não ser quem você sempre esteve a esperar, mas eu eu sei, que um dia, isso vai mudar.
Apenas me perdoa, juro que eu vou mudar!
Não tome nenhuma decisão antes de uma boa noite de sono, um bom banho e um café feito na hora, o pensar ainda é o melhor conselheiro.
Quando a escuridão chega
Quando o sono não vem
Quando personagens se embolam em sua mente
Quando o escritor se acha um ser estranho e inadequado aos padrões.
Quando as palavras cessam, se engasgam e uma voz grita por dentro despertando os instintos.
Escritores não devem pertencer a este planeta.
Mais um dia onde sonhos, esperanças e surpresas já não me acompanham o imortal sono e frustrado despertar. Nada mais excita, surpreende os humanos são, apesar dos séculos os mesmos que desfilavam outrora: vaidades, torpezas, frivolidades e crueldade! Sempre foi divertido caçá-los e extinguir vidas tão desnecessárias; absorver o doce licor de suas pulsantes veias, saborear o apagar do brilho de seus olhos... Porém, assim como seco suas veias e descarto o corruptível corpo, os séculos drenaram minha ansiedade e a sede já não se satisfaz! A insatisfação e monotonia de todo esse tempo passado e, àqueles que sucederão, me enchem de tédio e anorexia. Nada, ninguém que valha o esforço, a atenção, o cuidado... a chamar atenção real, para saborear aquele rubro e quente derramar de vida! Então, um riso meigo e olhar gentil aguça meu desejo e arde minha sede... alvíssima pele em roliço e macio pescoço de jovem vendedora de flores, Em seus longos e ruivos cabelos resquícios de minúsculas flores brancas qual grinalda de prometida noiva... nas veias o sangue em rápida e enlouquecedora marcha! Enfim sinto a ânsia retornar e crescer a tal ponto de não suportar perdê-la. Preciso de sua essência dentro de mim revigorando-me, alimentando-me! Alguém compra-lhe as flores enquanto eu aguardo nas sombras aquele instante perfeito onde a caça cai nas garras do caçador, um momento único de união perpétua. Ao findar seu estoque retira-se satisfeita à caminho de casa. Acompanho seus movimentos sinuosos ardendo em chamas de loucura! Num instante arrebato-a para afastado jardim e entre os arbustos sugo o sangue tão avidamente desejado e necessário ao refazimento de minha personalidade carcomida. Seu macio e perfumado cabelo ruivo tinge-se do rubro de seu sangue enquanto viajo no sabor único de sua vitalidade enchendo-me à luz de indefinível luar.
Ariadne
