Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Entre a vida e a morte, há uma biblioteca. E, dentro dessa biblioteca, as prateleiras não têm fim. Cada livro oferece uma oportunidade de experimentar outra vida que você poderia ter vivido. De ver como as coisas seriam se tivesse feito outras escolhas... Você teria feito algo diferente, se houvesse a chance de desfazer tudo de que se arrepende?
Descobrir novas perspectivas é um sinal de resiliência e uma forma de refletir sobre a essência da vida.
A vida não é feita de regras idiotas. Faça valer a pena no que se passa em seu coração e na sua mente. Não permita que os outros estraguem este prazer que você tem de se expressar. E também não deixe que ninguém atrapalhe seu caminho nem seus pensamentos e sentimentos.
Na educação há muito a se fazer, nós educadores temos obrigação de trabalhar com nossos alunos a realidade e o novo, temos por obrigação e amor formar seres pensantes, pesquisadores que não tenham medo de enfrentar a vida e conquistar seu espaço.
De que adianta fazer milhões de coisas boas e no final jogar tudo por água abaixo e deixar um péssima impressão.
Quem dera se os nossos corações fossem dóceis todos os dias – se sempre soubéssemos estar em equilíbrio – quem dera se todo mundo sorrisse ao mesmo tempo – que todo mundo compreendesse os anseios alheios – que o ódio não existisse – que o amor sempre fosse lembrado e usado. Quem dera…
Aprendi com a dor (nada) mais é o amor que o encontro das águas... Em um conflito, vence o qual optar por não inquirir dele.
