Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes

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Ser homem é ser responsável. É conhecer a humilhação diante de uma miséria que não parecia depender de nós. É orgulhar-se de uma vitória obtida pelos companheiros. É sentir, ao colocar nossa pedra, que contribuímos para a construção do mundo.

Mas a tristeza é necessária à vida...

Quanto mais nos aproximamos dos grandes homens, tanto mais percebemos que são apenas homens.

A vontade e a ambição, quando verdadeiramente dominam, podem lutar com outros sentimentos, mas hão de sempre vencer, porque elas são as armas do forte, e a vitória é dos fortes.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

A dissimulação é um dever quando a sinceridade é um perigo.

Machado de Assis
Helena (1876).

Nota: Citação um pouco modificada do trecho original, que diz "A reflexão corrigiu a espontaneidade, e o padre reassumiu o gesto usual com essa dissimulação que é um dever, quando a sinceridade é um perigo."

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Quem não sabe governar a si próprio, como saberá governar os outros?

Miguel de Cervantes
Dom Quixote de la Mancha

O destino é uma dádiva. Nunca se esqueça de que o medo é aquilo que precede a coragem, de resistir e triunfar diante do medo é o que significa ser um herói. Não pense se transforme!

Ainda que eu vivesse mil vezes, te amaria a cada reencarnação.

Cada homem vê as coisas com os olhos da sua idade.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

O Mestre aponta o caminho; o discípulo segue sozinho até encontrar novamente o Mestre, mas, desta vez, dentro de si mesmo.

Quem já amou tem uma cicatriz.

Histeria não tem nada a ver com ter chiliques e dar gritinhos, embora essas coisas às vezes aconteçam. Histeria basicamente é mentir para si mesmo, é autopersuasão forçada, é criar um falso personagem e acreditar nele.

O sol não impede a noite de chegar, mas seduz a lua para por vezes ter luar.

Uma porção de solidão, uma noite simples e um violão, e então foi fácil me pegar olhando para o luar, procurando seu sorriso nele encontrar.

Só os loucos têm o privilégio de dizer a verdade que não ofende.

Erasmo de Roterdã
ERASMUS, D. The Praise of Folly. London: Hamilton, Adams & Company, 1887.

O coração de todos nós está na mira dos atiradores. Mas o verdadeiro medo surge não quando a bala atinge você, mas sim alguém que você ama.

Para quem vive exclusivamente entre o metal, no cuidado do metal, e que por isso se metalizou, a perda do metal é a única dor verdadeira.

Eu não caminho para o fim, eu caminho para as origens.

Cair e levantar, chorar e sorrir, quebrar as regras, vencer o impossível, surpreender a todos. Essa é a minha vida, esse é meu tudo.

Reconhecemos uma paixão pela facilidade com que, por ela, nos privamos do resto.