Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
"A humildade é para as virtudes o que o fio é para os rosários; tire-se o fio e todas as contas se perdem; tire-se a humildade e todas as virtudes desaparecem."
Tem pessoas que, aos sábados, vão dançar. Eu não danço. Acho bobagem ficar rodando pra aqui, pra ali. Eu já rodo tanto para arranjar dinheiro para comer.
Os grandes pensadores sempre foram tratados como loucos, quando deveriam ser recebidos com gênios(...)
Sabe aquela coisa gostosa, aquele desejo secreto, que se você viver uma única vez vai valer a pena, será legal? Que será motivo de tantas lembranças boas, de uma saudade bonita, de uma vontade de viver tudo outra vez.
Se a minha felicidade te incomoda, é melhor se mudar, porque, se depender de mim, a tristeza nunca vai me encontrar.
O caminho de cada um é feito pelos próprios passos, mas a beleza da caminhada depende de quem vão conosco.
Futebol se joga no estádio? Futebol se joga na praia, futebol se joga na rua, futebol se joga na alma.
Melhor é uma mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com trabalho e aflição de espírito.
Uns dizem que casam por inclinação e por amor, isto é, casam porque não tem motivos, e por isso são obrigados a inventar este pretexto.
Não sou demais, pois tudo que é demais sobra. Sou apenas o suficiente, o suficiente para nunca se esquecer que pela sua vida um dia já passei.
Mantém-se equilibrado a qualquer preço, para que não pagues o preço da culpa. Não sejas aquele que se faz o mal exemplo. Sê discreto e aprende a superar-te. Vence os pequenos problemas e percalços com dignidade, a fim de superares os grandes desafios da vida com honradez. Podes o que queres. Resolve-te em definitivo, por ser cristão, não te permitindo o que nos outros censuras, sem desculpismos nem uso de medidas infelizes com as quais esperas do próximo aquilo que ainda não podes ser.
A alma modela a face, como o sopro do antigo oleiro modelava o vaso fino.
O discernimento estético é parte integrante da cultura espiritual. A música, as artes plásticas, o cinema e o teatro são armas letais usadas na desumanização das massas, e isto menos pelo conteúdo propagandístico explícito (uma exceção) do que pelo simples fato de dissolverem o senso estético das multidões pela exposição repetida ao feio e disforme apresentado como normal.
