Soneto Amor Impossivel
Matemática da Virtude
Soma o amor, subtrai a sensibilidade , dividi o carinho, multiplica a felicidade.
Eu consigo amar até seus pensamentos conflitantes sobre mim. Loucura? Mas o que é o amor mesmo?
Lívia Cândida
E fantasiados com as cores do amor da folia chegamos ao fim,
De mais um suspiro profundo que antecede o sono de quem está com a quebreira do dia,
Difícil de encarar mas sempre fácil de sorrir,
o meu amor é tão intenso
que o chamam de exagerado
porém o mesmo,não tem culpa
de ser recebido por pessoas fracas
o amor de uma paixão verdadeira é assim
exagerado.
para que medir amor?
basta ser forte para sentir,
e finalmente se entregar.
Passa um dia,
passa um mês,
passa qualquer data.
E meu amor por você,
nunca se acaba.
Me pergunto porquê disso,
se eu sei que é um amor impossível.
Mesmo assim eu preciso,
porque vai,
que um dia eu consigo.
Eu não entendo o amor,
ele te traz alegria,
mais também te trás dor.
Do que adianta amar,
se quando o amor acaba,
o que sobra é odiar.
Do que adianta valorizar,
se na primeira oportunidade,
vão te desprezar.
a dor passa, sim
a esperança,se perde
os traumas ficam, sim
o amor, não prossegue
o sentimento de decadência
incendeia até o fim..
Lugar que o fogo esquenta o coração,
A panela é beijada pela mão,
O tempero do amor é o dessegredo,
A ignorância do amor !
Eu não podia te prender a mim ,por mais que eu quisesse que você nunca tivesse partido ,mais se hoje está feliz em novos caminhos me sinto privilegiado em um dia poder ter sido ao menos uma pequena calçada,por onde seus pés pisaram.
Medo, susto ou amor
Divinas são essas tuas montagens
As tuas aldrabices que o céu nem sequer viu
E essas palavras que viraram paisagem
E esses olhos de quem nada viveu, nem amou, nem nunca riu
Assustam-me as tuas intenções
Assustam-me os teus apertos,
afetos e os olhos perfeitos
Tenho medo das tuas rejeições
Tenho medo do que o teu mau amor exalta
E de onde tua boa maldade emana
Tenho medo do sabor que a tua dor deixa
Mas admito que amo estes medos
Que amo estes sustos
Admito que amo, e amo muito e nada mais interessa
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Seja sonho, seja alma, seja amor, seja vida, seja liberdade, seja alegria, seja sucesso, seja bondade. E seja o que for, seja VOCÊ!
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Lamúrias
Deste amor que dilacera minh’alma
Pouco vivido, que de tão vívido, não traz calma.
Tanto fez sofrer e que nem o tempo o deixa morrer.
Quantos, porquês!
Que chega a sangrar e doer, sem convalescer.
Da lamúria intermitente, que inquieta a alma vivente.
Mesmo assim, como uma sobrevivente, deste sofrimento persistente, que deixa a alma doente e insuficiente.
Que nunca a permitirá em paz viver.
E que ainda assim, o viveria, de tudo e todo. Pois prisioneira sou, e sem nenhum esforço, me afogo nesse poço. Onde me perco pouco a pouco.
Por Léla Dias
