Somos Passaros de uma Asamario Quintana

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⁠O problema que você enfrenta hoje não significa nenhum fim pra você, mas uma oportunidade da glória de Deus no seu caminha. Ele está chegando com providências na sua vida. O que está limitando você hoje significa um instrumento para o milagre Dele transformar seus dias em vitórias, felicidade e paz (Nelson Locatelli, escritor)

Inserida por NelsonLocatelli

⁠" O amor é uma sintonia entre o corpo e a alma, e não houver essa sincronia a desarmonia é certa."

Inserida por Laerciobarbosa23

"⁠O amor é a plenitude,
é uma atitude, masnunca solitude."

Inserida por Laerciobarbosa23

⁠Arrumo a mesa, esboço um sorriso amarelo, aplico o filtro. Uma alegria maior do que a realidade, capturada no instante editável de uma imagem tratada, que oculta a verdade mesmo na arte revelada. Introduzo ficção, emoção falsificada, uma alegria que auxilia uma alma desolada. Ponto. Delineio uma forma. Fotografias são registros de tempos cada vez mais confusos, de pessoas inventadas, de emoções superdimensionadas, de vidas deslocadas.

Inserida por mardoniobarros

⁠O fato de ter acesso a uma série de privilégios não invalida o mérito da conquista.

Prefiro, em vez de me arraigar em comparações com os outros, focar nos meus sonhos e continuar lutando por uma sociedade mais justa e menos desigual, onde o acesso aos privilégios seja um direito para todos.

Não é justo culpar aqueles que não tiveram oportunidades e, por isso, enfrentaram dificuldades na vida, assim como não é justo tirar o mérito daqueles que tiveram oportunidades e souberam aproveitá-las para vencer na vida.

Cada caso é único.

Procuro evitar prejulgamentos.

Inserida por I004145959

⁠É praticamente impossível passarmos uma vida inteira sem sermos traídos.

Conseguir o troféu de menor quantidade de traições sofridas já seria uma excelente conquista.

Como jamais saberemos quem vai conquistar essa meta, o melhor a fazer é viver sem entrar nessa paranoia de querer saber o tempo todo se alguém está nos traindo.

Inserida por I004145959

⁠Uma coisa é apontar as diferenças biológicas entre seres humanos.

Outra coisa é querer hierarquizar seres humanos com base nessas diferenças.

Inserida por I004145959

⁠Reduzir o neoliberalismo ao patriarcado é uma simplificação excessiva que ignora sua complexidade histórica, econômica e social.

Inserida por I004145959

⁠Será que ao usar o termo "masculinidades", não estamos apenas criando mais uma categorização, quando, na verdade, o foco deveria ser na liberdade de cada indivíduo ser quem realmente é, sem precisar se encaixar em padrões de gênero?

Inserida por I004145959

⁠Tem dias que estou meio pensativo e logo penso… “sou uma formiguinha nesse universo”
Mas logo me vem a realidade e percebo… Ainda preciso crescer muitoooo para ser essa formiguinha.

Inserida por VentoEspectralBranco

⁠Quem leu pelo menos uma página de um livro nos últimos dois anos, levante o dedo. Não vale mentir! Ah, ah, ah,
Benê

Inserida por BeneditoMorais

⁠Quando eu ameacei impor uma taxa de 80% sobre a nossa farinha, o Trump se ajoelhou e pediu clemência. Se mexer com o meu Ceará, ele se lasca.
Benê

Inserida por BeneditoMorais

A inquietação feminina pesa sobre os homens dedicados, que travam uma batalha sem fim para satisfazê-las, enquanto os indiferentes seguem leves, alheios a esse fardo.

Inserida por I004145959

⁠Brasília, a cidade elitista, tem formato de avião; se fosse uma cidade pobrinha, teria formato de trem.
Benê Morais

Inserida por BeneditoMorais

⁠Sim! Eu sou uma alma velha, cheia de cicatrizes que adquiri pelo caminho. E nessas experiências errantes, acumulei estórias e histórias, tragédias e glórias, e exibo com orgulho cada uma delas, pois, ou foram forjadas na dor ou no amor, e delas, formaram o homem que sou hoje: imperfeito, cheio de falhas, mas justo, capaz de reconhecer onde sou bom e onde preciso melhorar. A vida é um diamante bruto que requer lapidação do nascimento até o nosso último suspiro. E mesmo com todo o esforço, jamais seremos suficientemente bons, mas cabe a nós a obrigação de continuar esse trabalho dia após dia se quisermos manter o brilho.

Autor: José Luis de Lima Martins
24/04/2025 - 09:36 a.m

Inserida por jose_luis_lima

⁠Uma boa literatura tende a ser atemporal e universal.

Inserida por I004145959

Como distinguir uma política pública genuína de uma estratégia eleitoral?

Inserida por I004145959

Existe, de fato, a outra metade da laranja, ou estamos, na realidade, buscando uma versão idealizada de nós mesmos?

Inserida por I004145959

⁠Deus está acima de qualquer debate — para quem crê, isso não é objeto de opinião, mas uma convicção inabalável. Tal afirmação não nasce do dogmatismo irracional, mas de uma percepção refinada da realidade. Assim como o artista sente a arte no mais íntimo do seu ser, e o cientista compreende a harmonia nas leis naturais, só reconhece a presença de Deus quem desenvolveu sensibilidade espiritual. A fé não é ausência de razão; ao contrário, é percepção aguçada, visão que transcende o imediato. Como afirmou C.S. Lewis: “Acredito no cristianismo como creio que o sol nasceu: não apenas porque o vejo, mas porque vejo tudo à sua luz.” Esse tipo de fé não é fantasia, é fundamento.

A existência de Deus e a encarnação em Jesus de Nazaré não se restringem ao campo simbólico ou mitológico. São verdades documentadas por registros históricos confiáveis, que atravessaram os séculos e desafiaram as críticas mais severas. Autores romanos como Tácito, Suetônio e Plínio, o Jovem, assim como o judeu Flávio Josefo e registros do Talmude, fazem referência à figura de Jesus, confirmando que ele viveu, foi crucificado sob Pôncio Pilatos e impactou profundamente sua geração. Como afirmou o filósofo francês Jean Guitton, “a figura de Cristo é tão grande que só há duas atitudes possíveis: ou Ele é o Filho de Deus, ou foi o maior impostor que já existiu.” O Evangelho de João, de forma poética e profunda, nos lembra que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1), e que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (João 1:14). Não estamos diante de alegorias fantasiosas, mas da afirmação de um fato que alterou o curso da história.

Reconhecer a atuação da Igreja em uma sociedade democrática e justa é reconhecer também sua função civilizadora, muitas vezes ignorada ou subestimada. Ao longo dos séculos, as igrejas cristãs fundaram universidades, hospitais, orfanatos, e participaram ativamente de lutas sociais, reformas e movimentos abolicionistas. Mais recentemente, continuam atuando como verdadeiros agentes de transformação nos rincões esquecidos do país, preenchendo lacunas deixadas pelo Estado. A Pontifícia Academia de Ciências, por exemplo, é composta por diversos ganhadores do Prêmio Nobel, provando que fé e razão não se excluem, mas se alimentam mutuamente. E mesmo aquela igreja considerada incômoda pelo som que emite aos domingos pode ter sido o espaço onde um ex-detento foi acolhido, ressocializado e reintegrado à sociedade — algo que o Estado muitas vezes negligencia.

Contudo, é necessário refletir também sobre a fé em tempos de hiperinformação e banalização da verdade. Vivemos uma era em que o sagrado é reduzido a conteúdo viral, e a Bíblia é frequentemente interpretada sem critério, contexto ou reverência. Em meio à profusão de vozes digitais, muitos são conduzidos por discursos que manipulam, distorcem e promovem escândalos — resultando não em conversões genuínas, mas no esfriamento de corações. Jesus já alertava: “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” (Mateus 24:12). Diante desse cenário, urge recuperar a postura dos crentes de Beréia, descritos em Atos 17:11, que não aceitavam qualquer ensinamento sem antes confrontá-lo com as Escrituras. A fé cristã, portanto, não é fideísmo cego. É racional, histórica e profundamente ética. Desde Agostinho e Tomás de Aquino até Pascal, Kierkegaard e Chesterton, vemos que o cristianismo verdadeiro nunca teve medo do pensamento, da filosofia ou da dúvida honesta. O Evangelho não é produto para consumo — é chamado à vida transformada.

E nós, que atuamos no campo do direito penal, sabemos com clareza que justiça não se constrói apenas com códigos e tribunais. Ela nasce da dignidade reconhecida, da restauração possível, da esperança cultivada. É nesse sentido que o papel das igrejas se mostra indispensável: elas reabilitam onde o sistema apenas pune, acolhem onde o Estado abandona, oferecem amor onde só havia rejeição. Defender a liberdade religiosa, portanto, é defender um dos pilares da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.

Por isso, reafirmamos com firmeza: Deus existe — e isso muda tudo. Como disse Dostoiévski, “se Deus não existe, tudo é permitido.” Mas Ele existe, e por isso tudo tem sentido. Reconhecer sua presença, respeitar as instituições que o servem com verdade, e exercer uma fé crítica e fundamentada são atos não apenas de devoção, mas de responsabilidade histórica e ética.

Inserida por alantrindade

⁠Quando olhamos para o oculto do aparente de uma pessoa enxergamos o significado do seu aparente.

Inserida por jose_carlos_gomes_1