Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Cristãos necessitam do evangelho porque nossos corações estão sempre propensos a se desviarem; somos sempre tentados a fugir de Deus. É preciso o poder do evangelho para nos direcional de volta ao primeiro amor. Caminhar conscientemente em direção ao evangelho deve ser uma realidade e uma experiência diária para todos nós. Isso significa, como Jerry Bridges nos lembra, “pregar o evangelho para nós mesmos todos os dias”. Devemos permitir que Deus nos lembre todos os dias, através de sua Palavra, sobre a obra completa de Cristo em favor dos pecadores para continuarmos convencidos de que o evangelho é relevante.
Somos confusos... as vezes, nos
perdemos dentro de nós, outras vezes,
nos perdemos quando entramos em
corações alheios,
nos procuramos ali e não encontramos
ninguém e nem nós mesmos.
Se perder, é um medo que nem todos
querem viver,
mas isso nós não escolhemos...
somos pegos como presas rendidas e
indefesas, sem chão.
Nossos corações estão doentes e
perdidos,
gritamos socorro, pedimos por carinho.
Nós queremos amor.
Há vezes. Ora somos caminho, ora pedra. Um momento porta, noutro pedágio. Ser fronteira aberta não implica em ser visitado.
O Bem e o Mal: duas redes paralelas
É um ciclo vicioso e inconsciente. Somos parte de um sistema de rede humana — uma realidade relacional. Uma rede do bem. Mas isso também se aplica ao mal.
O Peso do Instante
O que é o tempo, senão um espelho
Que nunca reflete o que somos agora?
Um fio invisível, sutura e conselho,
Que une o nunca ao que já foi embora.
Caminhamos sobre um chão de incerteza,
Embora firme como vento.
Somos fragmentos, poeira e beleza,
Ecoando o silêncio do pensamento.
Perguntas nascem antes da fala,
Respostas se perdem depois do porquê.
A vida não grita, apenas sussurra:
"Ser é o risco de não entender."
Nós pisamos em um abismo,
Com olhos famintos de eternidade
Pois mesmo o nada, quando olhado de frente,
É matéria crua da realidade.
"Não somos tão evoluídos a ponto de amarmos e termos empatia por todas as pessoas, mas nos respeitar é obrigação. E, sem contar que, apesar das muitas diferenças, somos semelhantes e constituídos da mesma matéria perecível."
Criar espectadores em nossa mente para provar o que somos é o mesmo que jogar-mos em um abismo sem fim, provavelmente não seremos nada além de meros fantasmas em um mundo vazio e sombrio .
Muitas vezes somos mal interpretados quando nos preocupamos, quando procuramos saber se está tudo bem.
A preocupação genuína, quando mal interpretada, acaba gerando mal-estar, e até mesmo inimizades, portanto, quando nos preocupamos e pensamos em procurar e buscar informações sobre alguma pessoa, precisamos de discernimento e sabedoria também.
Quando os holofotes se apagam, somos esquecidos. Mas lembre-se de que nossos corações continuam a arder e a gritar como se estivessem prestes a explodir.
Todos nós somos iguais.
Mas cada um escolhe sua "armadura"
Tem gente que prefere mostrar-se sensível, ser frágil...
Há pessoas que prefere vesti-se de bravura, e não demonstrar seus medos...
Tem pessoas que preferem exalar frieza e indiferença...
Mas no fim somos todos iguais, não importa a face que mostramos.
Cada um se protege do jeito que acha conveniente, do modo que se sente mais seguro.
Embora todos tenhamos medos, inseguranças...
#TodosTemosSentimentos
Até mesmo aquelas pessoas que demonstra frieza e indiferença...
A chave de tudo isso, é o "respeito"
#RespeiteEViva
Sobretudo o desdém da alienação.
No declínio austero somos sensatos.
Na verdade absoluta somos vendidos.
Pelos mesmos intempéries somos servos apesar dos pesares pecamos.
Tantas desculpas para apenas um pouco de atenção.
Memórias em chamas - "Nós"
Nós somos os espectadores dos shows que são as nossas vidas, um show no qual as nossas decisões, desejos e crenças não passam da continuação do guião inacabado da história de outra pessoa em que todo em que nós acreditamos não passam de mentiras contadas por outra pessoa que em algum ponto também acredito nas mentiras de outra.
Os mortos nada sabem.
Sua memória foi entregue ao esquecimento —
diz a Escritura.
E quem somos nós para discordar?
No silêncio do cosmos, onde as galáxias se afastam uma das outras como ilhas que se recusam a olhar para trás, há algo mais do que matemática.
Há o rastro invisível dos que partiram,
não como almas flutuando em paz,
mas como o frio que fica depois do fogo.
A energia escura — essa força que ninguém vê, mas que empurra o universo para além de si —
não é viva, nem pensante.
Ela é o testemunho do que foi.
É o lamento que não se ouve.
É a sombra do esquecimento.
Nada nela pulsa.
Nada nela deseja.
Ela apenas está.
Como os mortos.
E por mais que pensemos que o universo cresce,
na verdade ele se afasta.
Foge.
Se alonga para escapar daquilo que não consegue mais sustentar:
a presença da ausência.
O fim da memória é mais pesado que qualquer buraco negro.
E é esse peso,
esse nada,
que faz tudo se mover.
No fim, talvez o universo inteiro seja só isso:
um grande cemitério de luzes antigas,
sendo empurradas pelos mortos que já não sabem de si,
mas ainda forçam o espaço a nunca mais ser o mesmo."**
Vivemos as nossas vidas em busca de algo que nunca somos capazes de encontrar, porque não sabemos, com clareza, o que seja e como encontrá-la.
