Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Somos aferidos constantemente pela balança da eternidade, e o Eterno criador tem em suas mãos o fiel da balança. Cada um sabe de si, quando certo ou errado tem procedido no viver. Precisamos errar no varejo, porque errar no atacado é complicado assim viver. E muitos na sua altivez, ignoram fazer juízo de si, estufam o peito e com tantos defeitos, ignoram o porvir.
Mas o fim vem, sobre todos sim, e se eu me portar errado, ai de mim.
Misericórdia senhor, Eterno Pai celestial, Altíssimo criador.
Somos eternos aprendizes. Não importa o quanto vivemos, quanto mais aprendemos, mais temos que aprender.
Somos Luz aqui nesta terra de ilusões, então que façamos o que nós é dado, para que a fonte não pare de jorrar, quanto mais é dado com amor e respeito pelas vidas humanas, mais conhecimento teremos e chegaremos a Sabedoria Suprema, que é nossa fonte,o Alfa e o Ômega, Princípio é Fim!
Ninguém é igual a alguém, porque realmente um igual ao outro não tem. Indivíduos somos em meio aos bilhares que a este mundo vem.
No calor eu imploro ao inverno, no inverno desejo o calor... Somos assim, nunca estaremos satisfeitos a tudo que esta a nossa volta ou a que desejamos....
Deus é tão detalhista, que por vezes somos surpreendidos com pequenos gestos que confirmamos que foi Ele.
Querido eu
Pensar em nós. No futuro, presente ou nosso passado, me trás a dúvida se somos ou iremos ser, aquilo que talvez possamos ser, talvez eu apenas não seja o suficiente até mesmo não mereça realmente, possa ser que te incluir em meus planos tenha sido um erro e agora não sei e nem tenho mais vontade de fazer, coisas que a anos eu gostaria e queria fazer caídos por terra, claramente a culpa não é sua, erro da minha parte querer receber seus problemas de peito aberto, me juntar a você e estar de prontidão para tudo aquilo que te afligisse e ter tudo isso como “meu”, talvez eu tenha errado em querer deixar sua vida mais leve, agora que você pode voar está prestes a me deixar, me vejo perdido em meio a tudo isso e não consigo parar de pensar em que poderia fazer pra mudar, talvez eu não devesse sentir que é minha culpa, talvez eu não tenha me esforçado o suficiente, talvez eu tenha te sufocado com tudo isso, talvez eu precisasse estar mais presente, talvez eu só precise dormir.
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Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso ou pessoas fracassadas. O que existe são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles. Qual delas você é?
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Bom dia
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HSO de Oliveira
"Se somos pobres é mais fácil nos tornar miseráveis do que rico. Para isto, basta não nós esforçar. O mundo está cheio de exemplos"
Quando deixamos tudo que temos e somos, diante a santidade de Cristo. Nós compreenderemos, que todas as coisas são efêmeras e passageiras. Mas, o seu amor, a sua fidelidade e graça vão durar para sempre.
Erguem-se torres de vaidades e ilusões, enredados em buscas de reconhecimento, mas no âmago, somos meros fracassos, poeiras no vento, buscando em vão um sentido eterno, enquanto a vida escorre entre suas mãos. A quimera que embala o sono noturno, e a certeza efêmera de ser único, num universo frio e taciturno. Na miragem da vã perpetuidade, buscando esse fútil espaço, nos tornando vítimas da nossa própria agonia.
A vaidade nos cega, nos engana, nos faz acreditar em grandezas fugazes, enquanto a verdadeira grandeza reside na aceitação de nossa efemeridade.
O ser humano é um ser frágil e inconstante, deseja ser um deus mesmo preso em sua própria insignificância, tenta então erguer-se sobre os ombros de outros mortais, para alcançar um trono imaginário de grandiosidade.
Em cada palavra eloquente e cada feito glorioso, em cada busca incessante por reconhecimento, o homem demonstra sua ânsia desesperada de encontrar um sentido em um mundo sem sentido. É uma fantasia criada pela mente para suprir a falta de significado e valor em si mesmo.
Na busca desesperada por validação, perdemos a essência, nos iludimos, desperdiçamos a vida em devaneios vãos, erguemos torres de areia em fundamentos frágeis. Uma busca incessante por uma efêmera grandeza.
Que libertação seria abandonar essa vaidade insana, encontrar paz na aceitação de nossa condição, transcender além dessa busca mesquinha, aceitar a finitude como uma dádiva genuína. Em vez de buscar aplausos efêmeros e divindades imaginárias, encontrar a coragem de encarar a realidade com olhos lúcidos, reconhecendo a insignificância de nossas vaidades passageiras, e abraçando a verdadeira liberdade: a aceitação de nossa finitude.
Pois só quando abandonamos a busca por validação externa, seja terrena ou superior, descobrimos que a grandeza está na humildade, no reconhecimento da beleza oculta da insignificância humana.
Ó, ser humano, preso em sua vã arrogância, que te torna prisioneiro de tua própria ilusão, que te faz esquecer de ti mesmo, que nesse eterno devir da tormenta da humanidade, cegado pela ânsia de um olhar aprovador, esquece a própria essência, sucumbe à superficialidade. Ergue-se como gigante, a procura de um ser supremo e eterno, para preencher seu vazio. Arrogante em sua essência, busca afirmação, anseia por um eco, uma voz de aceitação. À sombra de um olhar exterior, anseia por um juízo absoluto, enredado em ilusões de louvor, busca no outro o seu tributo. Ó, ser humano, desperta para a verdade, enxerga a fragrância da libertação que reside nessa outra aceitação.
Abandona a arrogância, cessa a busca vã, encontra a sabedoria na humildade e aceitação. A verdadeira paz está dentro de ti mesmo, quando te libertas da busca incessante. Em cada suspiro, na finitude que te envolve, está a beleza efêmera da existência, não busque ser eterno nem superior, mas abrace a efemeridade como uma bênção, descobre a beleza do momento presente, não busques fora o que já está em ti, encontra a plenitude na tua própria jornada.
Que tormento! Que maldição atroz, buscar a validação em olhares efêmeros, quando a grandeza reside em si mesmo, na aceitação de ser o que é, ser inteiro, e que no silêncio interior, está a verdade.
Deixe de buscar validação externa, encontre a coragem de ser quem és, aceita tua essência e tua fragilidade, e então, encontrarás a verdadeira liberdade, transcendendo para além das sombras da própria vaidade.
Muitas vezes somos julgados
Por sermos assim por sermos assados
Também já fomos crianças, adolescentes
E também nos frustramos e não foi fácil
Além de filhos fomos pais
Aí nos deixamos um pouco de lado para tentarmos o melhor
Mas o nosso melhor muitas vezes se parece pouco
O nosso jeito de educar e de nos preocupar
Se torna rude, chato, grosso muitas vezes vergonhoso
Verdade, a idade chega e como passa rápido
Tão rápido que olhamos para o ontem que na verdade já está há anos
E o que fizemos? O que vivemos?
O que sentimos? E como estamos?
Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não lhe entendem
Mas você não entende seus pais
Você culpa seus pais por tudo
E isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer?
Dilemas todos vivem,
Agora o que falta é conhecimento para lidar com eles.
Somos jogados no mundo muito cedo
Cobranças e muitas convenções sociais
Podem nos tornar pessoas leves ou pesadas
Tudo depende do nosso auto conhecimento.
Admiramos a beleza das borboletas por suas belas cores mas somos indiferentes ao sacrifício da metamorfose a que foram submetidas.
"O culpado pela falta de recursos financeiros somos nós mesmos. A busca de opções de trabalho cabe a nós. Durante a juventude e a idade adulta pode-se minimizar com trabalhos informais (quebra-galho), mas na velhice os dias maus irão bater em nossas portas e os recursos financeiros que tanto precisamos e fomos avisados não teremos"
Somos indivíduos - IN DI VÍ DI DU OS - quer dizer individuais, fica claro que não podemos ser comparados com ninguém.
