Somos Livres
Não pertencemos a ninguém......
......somos selvagens...... somos livres.....
andam sózinhos e solitários os lobos......
......seres inteligentes......
invejamos sempre quem voa livremente.......
vivemos numa sociedade de falsos moralistas....
.......daqueles que faz o que eu digo......
não faças o que eu faço.....
......hipócritas,mentirosos.....
pessoas ridículas que querem parecer......
.......ou ser,o que não são.....
temos de libertar-nos das correntes...
dos opressores,arrogantes e intriguistas.....
.....os lobos e a sua liberdade.....
caçam para comer...nós por prazer....
cobiço quem vive solitariamente a sua liberdade.....
já suportei ventos e tempestades.......
......tristezas,dor e saudade....
sou como uma loba imperfeita que procura......
.......o cheiro do capim.....
da chuva e da terra molhada...
cansada da vida.....perseguida num Mundo.....
onde os amigos falsos são muito piores.....
.....que os animais selvagens....
como os lobos..gostar das sombras....
.........dos aromas,dos sonhos...escondidos....
da noite,da lua,das margens do rio.....
.........onde vou saciar a minha sede....
esta loba solitária que sente o cheiro...
.....das gotas do orvalho da manhã.!!!.
SOMOS LIVRES EM PENSAMENTOS, PALAVRAS E OBRAS. Um livre-pensante é alguém que possui autonomia e independência para formar suas próprias opiniões e questionar padrões estabelecidos. PENSAR, AINDA PODEMOS, MAS EXPRESSAR PUBLICAMENTE???? NÃO."Mais vale um tempestuosa liberdade, que uma tranquila escravidão".
Inobstante livres.
Embora controversos e aquém do que nos imaginamos,
Inobstante, somos livres a trocar lentes e nos resignificarmos.
Embora opaca existência e nada parece com o que transparece.
Inobstante, somos livres a encantar com inédito, virginal e irrepetível.
Embora inserte num ensimesmado cipoal das divagações,
Inobstante, somos livres para burlar as nuvens que turvam percepções.
Embora boçal e o furbesco estimule desprezo pelo mundo,
Inobstante, somos livres mitigar a fissura do que poderíamos ter sido.
Embora o gabola estriba-se em apequenar-te ou reduzir tem seu valor.
Inobstante, somos livres as insígnias da nossa potencialidade intelectiva.
Embora iminente o desalento de estar dentro e fora ou estar sem estar.
Inobstante, somos livres a não aquiescer ao sofismo e vieses arbitrários.
Embora recorrente torpor inebriante da repetição sem sentido,
Inobstante, somos livres ao recuo crítico longe de quem não se espera nada.
Embora transcorra altercação do pode não pode e portas fechadas,
Inobstante, somos livres ao sinal do divino onipotente em caminhada.
Embora amiúde coercitividade social a qual enseja ideia de abnegação,
Inobstante, somos livres a granjear ousadia jogando luz na percepção.
Malgrado aos desprazeres, angústias e desencontros de existência,
Inobstante, somos livres a transpirar excelência e quão gratificante transcendência.
"Embora opaca existência e nada parece com o que transparece.
Inobstante, somos livres a encantar com inédito, virginal e irrepetível."
"Embora controversos e aquém do que nos imaginamos,
Inobstante, somos livres a trocar lentes e nos resignificarmos."
"Embora inserte num ensimesmado cipoal das divagações,
Inobstante, somos livres para burlar as nuvens que turvam percepções."
"Embora boçal e o furbesco estimule desprezo pelo mundo,
Inobstante, somos livres mitigar a fissura do que poderíamos ter sido."
"Embora o gabola estriba-se em apequenar-te ou reduzir tem seu valor.
Inobstante, somos livres as insígnias da nossa potencialidade intelectiva."
"Embora recorrente torpor inebriante da repetição sem sentido,
Inobstante, somos livres ao recuo crítico longe de quem não se espera nada."
"Embora transcorra altercação do pode não pode e portas fechadas,
Inobstante, somos livres ao sinal do divino onipotente em caminhada."
"Malgrado aos desprazeres, angústias e desencontros de existência,
Inobstante, somos livres a transpirar excelência e quão gratificante transcendência."
A velha e inquietante pergunta.
Somos livres?
Há quem afirme e passe recibo com um enorme "Yes", "Sim."
Porém delibero um pressuposto inquietante de:
Se algo ou alguém nos detém ou controla ou dependemos;
dá-se a entender que liberdade é algo dúbio e fugaz.
... e indago-lhes!
Quem é livre?!.
Esta república tem duas leis. Primeira: todos somos livres. Segunda: aqui não há lugar para tiranos.
