Somos Frutos de uma Geracao
O essencial refere-se ao que é indispensável para a existência e felicidade, composto por situações, experiências, sentimentos, ações e emoções que conferem plenitude e significado à vida. Inclui aspectos como amor, amizade, verdade, honestidade, sensibilidade, saúde, educação, segurança, diálogo e cuidado com o próximo.
Por outro lado, o fundamental representa os meios necessários para alcançar o essencial, englobando os desafios a serem superados, as oportunidades a serem aproveitadas e recursos materiais como dinheiro, moradia, assistência médica e sistemas educacionais de qualidade
A esperança sempre se manifesta como a expectativa ansiosa de eventos auspiciosos e gratificantes, enquanto o medo, em contraste, representa a antecipação aversiva e apreensiva diante de desfechos adversos e desfavoráveis.
Na perspectiva pós-modernista, o sujeito não pensa por si mesmo, mas é concebido, expresso e moldado por influências externas.
Ele é influenciado e direcionado pelas estruturas sociais, instituições e discursos que o circundam.
Todos nós, em algum momento, nos tornamos vítimas da escravidão contemporânea, subjugados pela pressão de alcançar a felicidade na era pós-moderna.
Nesse contexto, muitos de nós adotamos um padrão de vida pré-fabricado, buscando soluções simplificadas, tal como as encontradas em manuais de felicidade.
A vida líquida é marcada pela incessante busca por interesses passageiros e pela fugacidade das relações.
Nesse cenário, nada é projetado para perdurar, em contraste com um mundo sólido e duradouro fundamentado em valores como paciência, empatia, família e amizade.
Após eliminar todas as outras ameaças, o homem emerge agora como seu próprio pior inimigo.
Ao extinguir todos os seus predadores externos, ele se torna, ironicamente, o predador de si mesmo.
O revisionismo histórico está sendo empregado para apoiar o negacionismo, distorcendo processos sociais e culturais e relativizando as desigualdades raciais.
Os partidários do "wokismo" seguem a visão de valores refletida na dinâmica dos ressentidos: onde os indivíduos considerados "fortes" e bem-sucedidos são frequentemente vilipendiados como maus, enquanto os "fracos" e desfavorecidos são idealizados como virtuosos.
Nos filmes e seriados de TV, essa polarização se manifesta de forma exacerbada, transformando tramas e personagens em previsíveis clichês. Em poucos minutos, os espectadores já antecipam quem será o herói glorificado, destinado a triunfar, e quem será o vilão condenado ao fracasso ou à morte.
Existe uma nítida inclinação em retratar todas as maiorias minorizadas como figuras heroicas, dotadas de empatia e inteligência genuínas, verdadeiros arautos do bem. Por outro lado, indivíduos que pertencem a grupos como homens brancos, heterossexuais, ocidentais, burgueses e cristãos são frequentemente estereotipados de maneira pejorativa, descritos como frágeis, incompetentes ou moralmente comprometidos, reforçando uma narrativa que os relega ao papel de vilões por sua simples existência.
Essa lógica amplifica a percepção de vilania conforme mais características desses grupos são incorporadas. Quanto mais alguém se enquadra nesses perfis percebidos como opressores, maior é sua condenação moral nos roteiros influenciados pelo "wokismo".
No cenário das produções audiovisuais moldadas por essa ideologia, emergiu um lucrativo nicho de mercado. Embora a diversidade de histórias e perspectivas deva ser um ideal a ser alcançado, infelizmente, muitas vezes trocamos um paradigma cinematográfico centrado na visão do "opressor ocidental" por uma visão que dá primazia ao "oprimido marginal".
Isso transmite a preocupante impressão de que equilíbrio e ponderação não resultam em ganhos econômicos, favorecendo uma narrativa polarizada que ignora a complexidade humana em favor de uma dicotomia simplista de mocinhos e vilões. O capitalismo, por sua vez, parece prosperar no extremismo. Independentemente da moda ideológica do momento, o detentor da planilha permanece em alta, acumulando cada vez mais dólares enquanto a arte e a narrativa genuína são subjugadas ao imperativo da ideologia vigente.
No que concerne às demandas feministas:
Mansplaining: Homens explicam de forma condescendente, presumindo falta de conhecimento da mulher.
Manterrupting: Interrupção frequente de mulheres, impedindo a conclusão de pensamentos ou argumentos.
Gaslighting: Manipulação psicológica faz vítimas duvidarem de sanidade, usando expressões como "Você está maluca".
Bropriating: Homens se apropriam de ideias de mulheres, muitas vezes recebendo crédito indevido.
Na minha perspectiva, embora reconheça a importância de combater essas formas de comportamento que prejudicam as mulheres, entendo que tais dinâmicas são intrínsecas à complexidade das interações humanas e não se restringem exclusivamente ao contexto patriarcal.
Acredito que esses padrões são universais e refletem características profundas da condição humana.
No entanto, é importante estar ciente das nuances e das diferentes intensidades com que esses comportamentos se manifestam entre os gêneros.
Ao abordar essas questões, é fundamental promover um diálogo construtivo e buscar formas de mitigar essas dinâmicas em todos os aspectos da sociedade.
Temos tudo e ao mesmo tempo nada.
Queremos tudo, mas não fazemos nada.
De certa forma achamos que tudo que temos é nosso, quando na verdade só é emprestado. No fim das contas, quando morrermos será igual a quando nascemos, nem trazendo muito menos levando e no fim, seremos nada, somente saudades e talvez lembranças.
TODO ABUSO DE PODER SO GEROU REVOLTA E SOFRIMENTO.
JÁ A SABEDORIA GEROU GENTILEZA, PAZ E CALMARIA.
SE VOCÊ NÃO TEVE O QUE QUERIA TER, NÃO FOI PORQUE VOCÊ NÃO PODIA, MAS É PORQUE VOCÊ NÃO SABERIA LIDAR DE FORMA SÁBIA, GENTIL, E CALMA COM A ALMA.
E AÍ, VOCÊ ABUSARIA DO SEU PODER E TRARIA AINDA MAIS TRISTEZA DO QUE NÃO TENDO O QUE TANTO QUERIA.
De companhia maravilhosa para horrorosa, de afeição para rejeição, seguimos numa oscilação dolorosa.
Sinta
Quando não souberes falar.
Apenas feche os olhos e sinta
Pois teu coração não possui olhos,
Mas descreve cada linha.
Alexandre C.
Poeta de Libra
Antes de incomodar o descanso alheio, considere: estão parados devido à exaustão de tanto fazer ou por falta de querer.
A refutação pós-moderna envolve a técnica de contestar e querer impor nossas ideias e argumentos ao interlocutor de maneira sistemática e meticulosa, com o objetivo de fazê-lo reconhecer que nossas opiniões estão corretas, mesmo que nossas palavras sejam incertas.
Bença
Bença meu pai
Bença mainha
Bença meu tio
E também minha vozinha
Tomo a bença
Não por educação
Mas por que sem as bençãos
Fica um buraco em meu coração.
Alexandre C.
Poeta de Libra
Sertão
Há tantos rascunhos escritos
Que ao ler
Eu me pego a chorar.
O tempo passa tão rápido
E eu não sei explicar
A saudade do meu sertão
Que hoje veio me apertar
Maltrata meu coração
E faz os olhos derramar
Lágrimas de um paulista
Que ama o sertão do Ceará.
Alexandre C.
Poeta de Libra
- Relacionados
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 57 mensagens de falecimento para confortar uma perda
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- Poemas para Conquistar uma Garota
