Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Será que ninguém vê o amor no ar?
O que há de errado com vocês?
Não sabem mais sentir?
Não sabem mais amar?
Abra teus olhos para coisas que ninguém mais vê, sinta os aromas que podem passar despercebidos por muitos, ouça os sons que tocam teu coração, que lhe são caros, preciosos! Se permita ser único, gostar do diferente, sentir a vida de uma maneira singular. Direcione teu ataque no alvo certo, observe mais do que fala, não abaixe a cabeça para os soberbos nem se engrandeça perante os humildes. Isso não são conselhos, são lições que eu aprendi ao longo da vida e que na prática, tornam as coisas mais fáceis de se lidar e a vida muito mais leve. No meu aprendizado continuo a cair, a me ferir, mas guardo as cicatrizes comigo pra me lembrar de ter mais cautela no próximo passo. Funciona.
Uma bruxa enxerga magia em tudo, vê o que ninguém sente, sente o que ninguém vê. Talvez até ame mais, o que não a faz sofrer menos.
Senhor, adentre no meu coração! Sei que vês onde ninguém mais vê, percebe o meu amor a ti e ao próximo. És grande e perfeito na sua onipresença. Seguros estão os meus passos. Regido e abençoado está o meu coração. Agradeço a sua proteção e cuidado para comigo, família e amigos. Amém!
Vozes em Ruínas
Eu sou dor que ninguém vê
Um amor que já fora amado
Triste alma que já nada crê
Fumo de um fogo apagado!
Sou sofrimento impossível
Que ninguém quer compreender
Dor e tristeza intangível
Cada vez mais a crescer!
Muitas vezes você chora e ninguém vê, sofre e ninguém vê, somente o que precisa é alguém pra te acolher, e não fazer sofrer então diz a si mesmo, esses pensamentos eu preciso esquecer, mas estes mesmo pensamentos insiste em permanecer.
Quanto mais intimidade você tiver com Deus, mais você vai discernir o mal, até aonde ninguém vê, aonde ninguém enxerga.
Isso tudo cansa por sempre machucar. E quem gosta de sentir dor? Ninguém gosta de cortar o dedo e vê sangrando. Então bora viver sem sentir? Mas como? Se "o sentir" dos primeiros momentos são sempre tão doces e inesquecíveis? Será possível burla a dor quando ela chegar? O melhor nem começar?
Ah, não importa. Feliz sempre será aquele que acredita e segue o que sente, com ou sem dor, o importante é SER.
Eu sei o que fui, sou e serei, por mais que aja adaptação ao longo da via.
não some.
Tá, tudo bem.
Não fala mais comigo, me esquece
ninguém merece, vê se não me lê mais
se liga, não corre atrás
pega teu celular e apaga meu nome. Mas não some.
Por favor, não some
Muitos me vê e não imagina como eu estou realmente por dentro...
Ninguém me pergunta o que eu sinto por dentro...
Todos me acham a pessoa mais engraçada do mundo...
Só quem me conhece é Deus, e nesse momento
de fraqueza sinto sua falta....
Será que eu erro pelo que sou??
Sinto muito não ser aquela pessoa que todos esperacem que eu fosse...
É dificil viver...
Mais dificio ainda é ter que depender
dos outros para ser Feliz....
As lagrimas mais sinceras são as que ninguém pode vê. Essas lagrimas não são as que descem sobre seu rosto e sim as que deslizam sobre seu coração e correm sobre sua alma.
🌿 A Voz que Canta no Meio do Mundo
O vento que passa, ninguém vê,
mas ele toca todos — do morro ao asfalto.
"Eu sei que vou te amar" — diz Elis,
e a dor de amar e de viver
é a mesma em cada rua, cada esquina,
onde a lágrima é a mesma para o pobre e o rico.
E é nas noites frias, nos becos escondidos,
que o samba floresce como um grito,
feito de mãos calejadas e corações partidos,
como se a música fosse a única coisa que nos unisse.
"Apesar de você, amanhã há de ser outro dia" —
é o grito de quem se levanta depois da queda,
daqueles que não têm mais nada, mas têm fé.
Caetano olha o céu, o Brasil que dança e chora,
e suas palavras são um espelho do povo:
"Alguma coisa acontece no meu coração…"
É o ritmo do povo que nunca morre,
que nunca se cansa de esperar, de sonhar, de cantar.
E enquanto as ruas gritam, Gil se perde na luz da lua,
seu violão ecoa para todos os cantos,
como um convite para quem tem fome de vida:
"Andar com fé eu vou…"
e ele sabe, com a certeza dos grandes,
que a fé não tem classe, nem cor,
a fé é a revolução que brota nos corações.
Cazuza, com seu fogo e sua dor,
não se rende à dor de ser esquecido:
"Eu vejo o futuro repetir o passado…"
mas ele grita contra a repetição,
contra o que limita e cala a voz de quem tem algo a dizer.
A dor é universal, mas a revolução também é.
Milton, com seu olhar sereno,
leva a canção como quem leva a esperança:
"Quem sabe isso quer dizer amor…"
E o amor não tem preço, nem medida.
Ele é o alimento para o corpo, para a alma,
para aqueles que lutam para sobreviver e para aqueles que têm tudo,
mas ainda assim, sentem falta de algo.
A música é o que une, o que não separa.
Ela não escolhe classe, não escolhe cor,
não escolhe quem ama, nem quem chora.
"O nosso amor a gente inventa" —
e com isso, criamos um novo caminho.
E a cada passo, a cada nota, a cada verso,
somos todos iguais:
seres humanos, plenos em nossa dor,
mas também em nossa capacidade infinita de amar.
UM LADO
Tenho um lado que ninguém vê...
Tenho um lado que ninguém viu
Onde há essência em meu ser
Que transborda naquilo que crio...
Tenho um lado que vive livre...
Que não se prende a ninguém
Tenho um lado que vive triste
Por medo de quem o detém...
A minha natureza é diferente...
Mas requer toda a felicidade
Que não se encontra latente
Onde não se há cumplicidade...
Eu apenas exijo de um outro...
Que tenha e que possa me dá
Todo esse apoio, esse conforto
Que nunca acaba quando doar...
Sendo sensível e melindroso...
Que no poder do amor acredita
E o que restar sendo duvidoso
A gente somente cala e evita...
(UM LADO - Edilon Moreira, Outubro/2024)
Eu a amo, de verdade. Mas dentro de mim tem um turbilhão que ninguém vê: inseguranças, pressões, dúvidas, traumas, crises existenciais, ansiedade, e aquela sensação constante de não estar bem.
Sinto que não consigo ser o que ela merece. Que não estou inteiro o suficiente pra dividir a vida com alguém.
E justamente por amar tanto, achei melhor deixá-la ir...
Não por desistência. Mas porque arrastá-la para a bagunça que carrego seria egoísmo.
O fim não foi por falta de amor. Foi por consciência demais... Ou talvez, medo demais.
