Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

Cerca de 237752 frases e pensamentos: Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

Na minha opinião quando a gente larga um pouco as preocupações e as certezas, sobra espaço para uma vida mais simples e com mais sentido.
Pare de julgar tanto e só viva do jeito que você quer, com calma!
Aproveitar o agora ajuda a gente a se ligar no que dá felicidade de verdade.
Que você continue cuidando dessa leveza e dessa ligação com o que é importante.
O que realmente vale é estar com você.

Fique em paz quando começar a odiar a ideia que tanto ama. É nesse momento que você descobre onde ela falha e por que ela pode ser genial.

"Que a minha voz continue firme, mesmo quando o silêncio parecer a única forma de me proteger."

Quando se está na luz, até sua sombra quer parte da luz que há em você, mas quando se está na escuridão, até a sua sombra te abandona.

Amor é quando o coração se encanta, a gente suspira e se rende, e a alma regozija.

"Não tenha medo de deixar um sonho para trás. Algumas portas só se abrem quando você tem coragem de fechar outras."

Uma flecha só cumpre o seu propósito
quando deixa o arco para trás.
A vida também. Quem insiste em olhar
para o ponto de onde partiu perde de
vista o alvo para o qual foi lançado.
O passado explica quem você foi;
o alvo revela quem você
ainda pode se tornar.

"Quando se exige algo que não se merece, superestimando as próprias capacidades, perde-se o contato com a realidade.
Isso se chame arrogância"

Viver talvez seja aprender a permanecer em movimento, mesmo quando parte de nós continua olhando para trás.

Bom dia!
Quando as luzes se apagam é porque o espetáculo terminou, mas no palco da vida ainda que esteja escuro o espetáculo continua em busca do sucesso desejado. Boa semna feliz segunda-feira ☺️ 👏👏
Ery santanna

Certa vez disse o teólogo Jalison Santos:

"Quando o homem serve a um deus falso e erra, ele não o repreende. Mas quando o servo do Senhor comete um engano, o Deus Verdadeiro o disciplina.

Essa é a grande diferença: o deus falso se cala, deixando o homem pensar que está tudo bem, que está no caminho certo. Já o Deus Verdadeiro, Ele corrige, adverte e disciplina — não por maldade ou raiva, mas porque ama e quer ver o Seu filho firme e restaurado no caminho da verdade."

Como tão bem citou:

Provérbios 3:12
"Porque o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai ao filho em quem se agrada."

Esperança Para Luciana


Luciana, não desanima.
Quando o marido foi embora,
Deus ficou.


Ele ampara nos mínimos detalhes,
enxuga lágrimas que ninguém vê,
cola os pedaços da alma,
e cura dores que doem em silêncio.


No deserto Ele não abandona.
É lá que forja o caráter,
que transforma areia em caminho,
e sede em promessa.


O que hoje parece fim
é só Deus te ensinando a recomeçar.
Ele te sustenta com mãos de Pai,
te levanta com amor que não falha.


Vai passar.
E quando passar,
você vai olhar pra trás
e ver que foi Deus te carregando
em cada passo.


*Autoria: Márcia Reis Nazar*
marcianazar5@gmail.com

O silêncio às vezes grita verdades mais altas que mil discursos eloquentes, especialmente quando vem acompanhado de gestos genuínos de compreensão mútua.

Há um sussurro que só se escuta quando tudo parece perdido: não vem de fora, mas do porão mais antigo da consciência, onde repousa o fragmento que nunca se partiu. Ele diz que o caos é apenas o modo da alma lembrar ao ser que ainda há territórios inexplorados. E, ao atender esse chamado, descobre-se que nenhum desespero é definitivo, porque todo abismo, quando olhado com coragem, revela uma escada esculpida na própria escuridão.

Há lugares que não se atravessam com os pés, mas com as fissuras da alma. A praia, quando aceita como rito, não lava o corpo: dessalga a dor, toca as feridas sem pergunta e devolve ao ser aquilo que o mundo tomou — a leveza silenciosa de existir sem grades.

Há forças que só se revelam quando o chão cede. Enquanto tudo sustenta, o ser dorme; quando falta apoio, desperta. Não é a estabilidade que forma caráter, mas a queda que obriga a escolher entre endurecer por medo ou aprofundar-se por coragem.

A maior liberdade não é fazer tudo, mas não precisar de tudo. Quando o desejo deixa de governar como tirano, o ser passa a escolher com clareza. E descobre, enfim, que autonomia não é excesso de opções, mas fidelidade ao que não se negocia.

O ser humano não se perde quando erra o caminho — perde-se quando cessa a interrogação sobre ele. A acomodação que se nomeia como chegada é, clinicamente, uma forma de abandono de si: o sujeito para de questionar para onde vai e converte qualquer ponto de parada em destino, economizando o desconforto da busca ao custo de uma estagnação que se disfarça de maturidade. O erro, ao menos, preserva movimento; a resignação travestida de sentido não preserva nada. E é curioso: a fantasia de ter chegado costuma emergir justamente quando o sujeito mais precisa caminhar.

O maior adversário que o sujeito enfrenta — depois de si mesmo, e sobretudo quando tenta caber no que o outro espera — é o tempo. Não porque seja hostil: porque é indiferente. Age sem anunciar, avança sem pedir permissão, e por entre seus intervalos escorrem as oportunidades que o sujeito adiou enquanto aguardava condições perfeitas que raramente se instalam. A relação saudável com o tempo não é de combate — é de reconhecimento: perceber que o relógio não conspira, apenas avança, e que a traição mais silenciosa não é a do mundo, mas a de si mesmo quando se recusa a mover enquanto o tempo ainda oferece espaço para o movimento.

O alívio imediato, quando escolhido em detrimento do sacrifício de enfrentar contratempos, causas ou dificuldades, torna-se o arquiteto de grades invisíveis. Cada fuga parece leve no instante, mas acumula limites que, aos poucos, restringem o movimento. O que evita o desconforto hoje constrói a prisão de amanhã — sólida, silenciosa e duradoura.