Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Se somos realmente a geração eleita e do arrebatamento, somos nós quem precisamos agir, precisamos mudar!
Se o Reino de Deus está em nós e o que o impede também, somos nós quem precisamos agir, precisamos mudar!
Se o mais importante são seres humanos e não coisas deste mundo, somos nós quem precisamos agir, precisamos mudar!
Se o mais valioso da Terra (ouro) só servirá como pavimento em nosso mundo, somos nós quem precisamos agir, precisamos mudar!
Se os vivos estão mortos, precisamos então despertar à VIDA.
A vida é uma obra de arte em constante desenvolvimento, os co-autores somos nós, cada um com sua própria atuação.
Somos todos diferentes, cada um com suas próprias características, com particularidades em cada história. Sendo assim diferentes, temos a oportunidade de fazer à diferença juntos!
Práticas sustentáveis, não são para poucos e sim para todos. Sendo assim, somos todos co-autores de um mundo melhor.
Todos nós somos apaixonados por algo. Pode ter a ver com música, escrita ou pintura... Qual é a sua arte? Nunca a abandone!
Geração de cavadores de poço, cegos para luz, amantes da sombra.
Somos a geração com corações invertidos e pensamentos perdidos.
Já não importa o que você sinta, nada sinto.
Foi Minha indiferença que te carregou hoje cedo para terapia?
Ou seu acumulo de desafetos que dizias que nunca te abalaria?
Não, não somos idênticos, apesar de fazermos parte da mesma espécie. No entanto, é importante notar que os seres humanos têm uma habilidade impressionante de oscilar entre o bem e o mal. Cuidado para não cair na armadilha comum de “fazer o bem sem considerar quem”.
"Somos falhos, cheio de sonhos e esperança... Nossos medos e inseguranças, tendem a prejudicar a nossa breve existência. Mas ainda há tempo; levantemos a bandeira do amor... e pra quem ainda não sabe, amar também se aprende. Apaixonar- se, todos os dias é a melhor opção para contribuirmos para a nossa melhor versão..."
E é curioso como a liberdade surge dentro desse mesmo mistério.
Somos livres — sempre fomos. Há uma força suave na liberdade, mas uma força que muitos não compreendem.
Hoje repito, com a serenidade que o tempo concede:
Nós somos livres.
Livres para desejar.
Livres para mudar.
Livres para nos reinventar diante da própria vida que criamos.
Somos nosso próprio inimigo,até chegar o dia de vencer a nós mesmos,hoje posso dizer que eu venci,pois sou bem mais feliz agora.
Ivânia D.Farias
O que faz de nós pessoas normais é que sabemos que não somos normais.
Não somos donos do coração alheio. Mas somos responsáveis pelas marcas que deixamos nele.
Responsabilidade afetiva é não brincar com fogo em terreno de sentimentos. É não acender esperanças que não pretendemos sustentar. É não alimentar ilusões que sabemos frágeis demais para sobreviver.
Não é culpa. Não é prisão. Não é obrigação de corresponder. É consciência.
O outro pode distorcer. Pode se sabotar. Pode vestir o vitimismo como armadura. Mas isso não nos torna culpados. Nos torna apenas testemunhas da escolha dele.
Responsabilidade afetiva é clareza. É dizer “não” sem crueldade. É dizer “sim” sem manipulação. É dizer “eu não posso” sem medo.
Não carregamos o peso das narrativas inventadas. Não somos responsáveis pelos abismos que o outro cava para si. Somos responsáveis apenas por não empurrá-lo lá dentro.
Amar é liberdade. Relacionar-se é pacto. E responsabilidade afetiva é o fio invisível que sustenta esse pacto.
Ela termina onde começa a escolha do outro. Ela se dissolve quando a verdade é distorcida. Ela se mantém viva apenas na honestidade.
Porque no fim, responsabilidade afetiva é isso: um compromisso silencioso de não ferir além do inevitável, de não causar tempestades desnecessárias, de não transformar o encontro em campo de batalha.
É poesia feita de respeito. É ética feita de cuidado. É amor feito de verdade.
Tatianne Ernesto S. Passaes
"Existe um tipo de neblina que mora entre o que somos e o que sentimos. Não tente caminhar nela para achar a saída; fique parado, expire fundo e deixe que a própria neblina se disperse no ar."
"Nós somos os observadores passivos ou até mesmo as "vítimas" da inércia, enquanto o tempo permanece como uma entidade absoluta e imutável."
