Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos todos iguais, divididos por uma minoria que se acha superior economicamente, politicamente e até mesmo por ser de cor diferente. Mas, como num jogo de xadrez, todas as peças são iguais, mesmo o peão, ao alcançar a última casa do adversário, pode se tornar rainha!
Parece que nossa eleição é o resultado de uma loteria cega e frívola. Se somos eleitos, então é só porque temos sorte. Deus tirou nossos nomes de um chapéu celestial. (...) Os calvinistas geralmente não gostam de falar de sorte (...). Ainda assim, se devemos falar de nosso "dia de sorte" marcaríamos aquele dia na eternidade quando Deus decidiu nos escolher.
Nada está parado.
Somos nós sendo moldados,
afiados, erguidos,
para florescer no exato instante
em que Deus disser: agora.
E quando florescermos,
até os dias difíceis
vão exalar perfume de promessa.
O tempo cura as dores e as queixas, porque nós nos modificamos, não somos sempre a mesma pessoa. Nem o ofensor, nem o ofendido, são os mesmos.
Somos manipulados pela Religião, Política, marketing, Televisão, familiares, filhos, cônjuge, amigos, pela Empresa onde trabalhamos e etc, etc, etc!!!!
Aprender a não ser MANIPULADO é fundamental para que possamos viver felizes e de bem com a vida!
PS: A manipulação é a principal arma de um Psicopata!!!
Todos nós somos apaixonados por algo. Pode ter a ver com música, escrita ou pintura... Qual é a sua arte? Nunca a abandone!
''O desconhecido nos atrai,
Somos desbravadores desde o nascimento,
Chega um desafio novo quando outro se vai
Assim então o homem, mesmo gritando ai,
Troca o prazer do conforto pela dor do descobrimento''.
''Somos os nossos próprios carrascos ao julgarmos que o que os outros conhecem e nós ignoramos nos transforma em ignorantes, ignorantes são os outros que desconhecem o que sabemos''.
Eduardo De Paula Barreto
Não somos donos do coração alheio. Mas somos responsáveis pelas marcas que deixamos nele.
Responsabilidade afetiva é não brincar com fogo em terreno de sentimentos. É não acender esperanças que não pretendemos sustentar. É não alimentar ilusões que sabemos frágeis demais para sobreviver.
Não é culpa. Não é prisão. Não é obrigação de corresponder. É consciência.
O outro pode distorcer. Pode se sabotar. Pode vestir o vitimismo como armadura. Mas isso não nos torna culpados. Nos torna apenas testemunhas da escolha dele.
Responsabilidade afetiva é clareza. É dizer “não” sem crueldade. É dizer “sim” sem manipulação. É dizer “eu não posso” sem medo.
Não carregamos o peso das narrativas inventadas. Não somos responsáveis pelos abismos que o outro cava para si. Somos responsáveis apenas por não empurrá-lo lá dentro.
Amar é liberdade. Relacionar-se é pacto. E responsabilidade afetiva é o fio invisível que sustenta esse pacto.
Ela termina onde começa a escolha do outro. Ela se dissolve quando a verdade é distorcida. Ela se mantém viva apenas na honestidade.
Porque no fim, responsabilidade afetiva é isso: um compromisso silencioso de não ferir além do inevitável, de não causar tempestades desnecessárias, de não transformar o encontro em campo de batalha.
É poesia feita de respeito. É ética feita de cuidado. É amor feito de verdade.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A vida é uma jornada de confiança, onde a cada passo, somos chamados a administrar com sabedoria o que nos é confiado. E, ao final, é a nossa fidelidade em administrar que define o nosso legado.
