Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Conversas de domingo
Uma coisa é o que se é, outra é o que os outros pensam que somos e outra é o pensamos que somos . Isso dá a dimensão da complexidade humana.
Conhecer-se é uma tarefa muito complicada. Para muitos até impossível, pois demanda em se estar aberto à visão dos nossos próprios defeitos,
coisas que não gostamos de admitir , principalmente diante dos outros , mas também para nós
mesmos. Nossa tendência é sermos complacentes com nossos defeitos e ver nossas qualidades em primeiro lugar. Isso nos torna vulneráveis. Somos educados para o certo e o errado e aí a flexibilidade é mínima .Aquilo que nos ensinam desde a infância é a mala pesada que carregamos pela vida afora. Chega a hora que o peso torna-se insuportável e precisamos aliviar a bagagem , senão como viver?
Poucas são as pessoas que conseguem buscar dentro de si a coragem suficiente para aliviar esse peso, transformado com o tempo em culpas e medos, dois perigosos acompanhantes que nos perseguem por toda vida. Quanto mais culpas mais medos. É o terror instalado nas pessoas impedindo-as de viver suas experiências, de usufruir de seu direito à liberdade e consequentemente de serem felizes;
Foi assim comigo e acredito ser com todo mundo.
Tive que aprender a diminuir a carga da minha mala. Muitas vezes me desfiz de peças que mais tarde percebi que faziam falta, mas só restava perguntar a mim mesma em que ponto do caminho eu as havia jogado fora e em que lugar estariam hoje e, se as encontrasse, qual seria o estrago que o tempo fizera nelas.. Melhor seguir adiante e tentar acertar. Eu disse "tentar”, pois é isso que se faz. É muito difícil ter –se certeza do caminho a seguir , da escolha melhor a ser feita em dado momento.
Há quem diga "que a vida é simples como um copo d'água" mas os conceitos que a educação nos impõe não nos permitem essa simplicidade toda. Acabamos por nos enredar na teia que primeiro nos é imposta e depois nós mesmos a reforçamos, com receio da opinião dos outros a nosso respeito. Uma das primeiras lições que nos ministram é a da subserviência , como se nossa sobrevivência dependesse do que pensam ou deixaram de pensar sobre nós. Livrar-se disto é onde reside a diferença que fará com que o resultado se altere mesmo que a longo prazo. E assim a vida vai se desenrolando.
O tempo passa , as marcas que ele deixa em nosso rosto aumentam, a mala até já não nos parece mais tão pesada.Mesmo que nossas forças já não tenham o vigor da juventude ,agora temos o suporte que vem da sabedoria , da vida curtida .Já não nos preocupa tanto a opinião alheia e tudo fica meio que parecendo ter sido em vão..
Mas é assim que é .Uma trajetória que nos torna pessoas melhores.Não há involução, afirmam os estudiosos. Não há como escapar das lições da vida., e neste processo de aprendizagem contínua é que formulamos os conceitos acerca de nós mesmos.Cada um de nós pensa algumas coisas de si, muitas vezes inconfessáveis. Temos medo de admitir quem somos perante o outro. Evoluir é também despir-se sem medo e sem culpa, é dizer a si mesmo que se conhece , que se percebe, que se admira e se admite. Nem melhor nem pior que seu vizinho de estrada, mas como alguém que soube a hora certa de jogar fora o que mais pesava na sua mala.
Nós somos quem conhecemos, Nós valemos o que temos na sociedade de hoje infelismente é o que provemos...
Que o nosso amor seja eterno
equanto dure e enquanto somos
felises sera eterno por que
fikara em nossos coraçoes
que seja proveitoso para que
sejamos felises lado a lado
eu e vc quero fikar com vc
todos os instantes a todo o momento
quero ser teu luar quero ser o sol
a ti inluminar quero ser a agua a
ti molhar quero ser o seu cobertor
para nas noites frias te aquecer
quero te fazer feliz minha flor de liz
vc foi e sempre sera minha paixao
nao poderei te dar tudo mas te mostrarei
a metade do mundo em apenas alguns segundos
te farei futuar em apenas um minuto de farei
sonhar o sonho mas feliz que alguem jah pode
sonhar te farei a mulher maz feliz que existe.
O DESERTO PODE SER BELO OU A DEUSA DIANA PEQUENO
Somos seres imersos num caleidoscópio multicolorido e traspassado pelo sol da vida. Ali protagonizamos cenas múltiplas. Algumas , acompanhadas de pavor, outras, carregadas de arrepios alegres.
As cenas tristes queremos que sejam exorcizadas pois elas nos são metáforas de masmorras e cálices-de-fel. As cenas alegres almejamos que sejam eternas pois sua beleza nos comprova que temos uma fagulha de Deus dentro de nós. Estas cenas nos apontam para o fogo-apolínico e o vinho-dionisíaco da vida.
Em tempos de um grande deserto, lá pelos duros anos de chumbo, eu ouvia Diana Pequeno, mulher linda cuja voz me dava a impressão de que um anjo tinha fugido do céu.
Sua missão: lembrar que o deserto podia ser belo.
A geração moderna-sem-estética não a conhece. Ela me era a voz do vento de um novo dia que iria chegar. Ela me era o cheiro do bom perfume do amanhã. Ela me era o prelúdio da sinfonia que ainda vou compor cujo nome é "Pelos Poros da Paixão".
Não sei por onde anda essa deusa mas sua voz continua a sussurrar nos meus ouvidos.
Evocando as cenas de nossos desertos que ainda vão florescer, resgatei-a nessa outra modernidade chamada youtube. Veja e ouça se não tenho razão:
http://www.youtube.com/watch?v=FYHF5TQGjEA
'É em Cristo que descobrimos quem somos, e o propósito de nossa vida. Muito antes de termos ouvido falar de Deus, Ele já tinha seus olhos sobre nós, já havia planejado para nós uma vida gloriosa."
Somos o que vemos, e vemos o que somos; Tudo que queremos ser, é exatamente o que somos, e não sabemos.
Eu somente preciso de minha alma, e minha alma somente precisa de mim, portanto, somos somente uma, e é só de mim que preciso
Um dia seremos só um fantasma que vaga no mundo, sem um rumo... Até vivos, para muitos somos só uma inutil imagem sem cor
Penso que o nosso amor e nós mesmos somos como as árvores: passamos por estações. No verão, ficamos verdes; no inverno, com as folhas cobertas de neve, congelando até o nosso interior; na primavera, belos, alegres e floridos; no outono, ficamos com as folhas marrons, tão murchas e secas que até caem ao chão.
A cada ano a árvore passa por cada uma dessas estações, e essas são imprescindíveis para seu ciclo de sobrevivência. Apesar disso, ela nunca morre, pois sua raiz está sempre firme e bem nutrida; seu tronco e sua casca estão, a cada ano, mais grossos; hoje ela está mais forte que antes, pois soube tirar de cada um desses momentos aquilo de que necessitava. Tal qual uma árvore... assim é... e assim há de perseverar, o nosso amor.
Momento é tudo que fomos, tudo que somos e tudo que podemos ser, só temos o momento para viver uma eternidade.
Kairo Nunes 27/04/2009.
Somos peregrinos nesse longo caminho escorregadio, cujo sabão é o pecado,e a sabedoria de não cair não está em friccionar os nossos joelhos, mas sim, de deslizar-mos nos braços do Pai.
SOMOS IGUAIS... IGUAIS ETERNAMENTE!
Somos iguais até nesses tesões. Somos iguais nós, dentro dos corações. E também somos iguais... em carne, boca e línguas. Somos iguais em toques, mordidas e lambidas! Somos iguais em rimas e até nas despedidas. Iguais e tão iguais... assim nós fomos sempre. Eu dentro de você, você dentro de mim. Somos iguais meu bem, somos iguais... ahhhhhhh sim! Somos iguais em nós, nós somos tão presentes, somos iguais em atos, em toques imprudentes. Iguais em muitos fatos, paixão e bons pecados. Iguais em corpo e alma, em amar e ser amado. E também somos iguais... em toda nossa paz, em toda nossa guerra, em todo nosso achar, em toda nossa espera. Iguais em mil desejos, iguais em mil palavras, iguais também sem medos. Assim seremos sempre, eu dentro de você, você dentro de mim... iguais eternamente!
